Contexto Histórico-cultural: Paraíso deslumbrante de verdes e de castanhos, de salgueiros e de carvalhos, que guarnecem toda a encosta em que a freguesia se estende, à margem esquerda do rio Homem e à direita da ribeira Rodas (Oliveira, 1971). Desde tempos remotos que pertenceu ao Concelho e Julgado de Terras de Bouro, tendo sido anexada ao Concelho de Amares entre 1985 e 1989, data em que voltaria a reintegrar-se a Terras de Bouro.
O nome Carvalheira vem de querqus, palavra latina, que significa carvalho. Segundo João de Barros, em “Antiguidade de Entre Douro e Minho”, parece ter a sua origem numa cidade romana de Aquaequerquenae. Os querquenos seriam brácaros ou lusitanos, que se fixaram nos montes geresianos.
O nome Carvalheira vem de querqus, palavra latina, que significa carvalho. Segundo João de Barros, em “Antiguidade de Entre Douro e Minho”, parece ter a sua origem numa cidade romana de Aquaequerquenae. Os querquenos seriam brácaros ou lusitanos, que se fixaram nos montes geresianos.



Duas capelas estão enquadradas em quintas particulares, sitas no lugar de Paredes.
Lugares da freguesia: Assento, Cabaninhas, Ervedeiros, Infesta, Paredes e Quintão.
População Residente: 448 habitantes.

Equipamento/Infra-estruturas sociais e educativas: Junta de Freguesia e Centro Cultural.
Festas e Romarias: S. Sebastião (Janeiro), S. Paio (Junho), S. Pedro (Junho), Bom Jesus das Mós (Junho), S. Caetano (Agosto), Senhora do Rosário (1.º Domingo de Outubro) e Santa Bárbara (Novembro).
Património Histórico-cultural: Aldeia tradicional de Paredes, Capela e miradouro do Bom Jesus das Mós.
Actividades económicas: Agro-pecuária, construção, comércio, restauração, bar, artesanato e animação turística e educativa.
Fonte: A. Lopes Oliveira e Câmara Municipal
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