sábado, 24 de julho de 2010

Para Manuel Zeferino, a Clássica de Ciclismo foi um êxito

Com a participação de 300 atletas de diversos níveis etários, a I clássica de Ciclismo para Todos disputada, entre a Póvoa de Varzim e Terras de Bouro, no passado dia 20 de Junho, no âmbito da campanha de promoção da candidatura do PNPG ao concurso das "7 Maravilhas Naturais de Portugal", constituiu um assinalável êxito.
Cumprindo à risca o percurso e o programa estabelecidos, as três centenas de ciclistas, envergando o equipamento do "Gerês Natural", entre os quais se contavam três ex-vencedores da Volta a Portugal em Bicicleta, (Joaquim Andrade, Manuel Zeferino e Venceslau Fernandes), para além de atletas oriundos das mais variadas regiões do país, como Almodôvar, Açores, Vila Nova de Gaia, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira, Póvoa de Varzim, Barcelos e Amares, entre outras, deram colorido e animação ao longo dos 108 Kms do trajecto que, desde a Póvoa de Varzim a Amares, foi disputado em ritmo de passeio. A partir de Amares, com passagem por Rio Caldo, Vila do Gerês, Chã de Lamas, Campo, Carvalheira e Chamoim, a prova disputou-se em ritmo de competição, com os dois primeiros ciclistas a chegarem, à hora prevista (13,20 h) a Terras de Bouro.

A classificação final ficou assim estabelecida: Categoria de Veteranos A -1°, Jorge Santos; 2°, Carlos Pinto; 3°, Paulo Valente. Veteranos B - 1°, Carlos Pinto; 2°, Manuel Dias; 3°, Agostinho Costa. Veteranos C- 1°, Manuel Zeferino; 2°, Licínio Pereira; 3°, Venceslau Fernandes. Elites - 1°, Pedro Dias; 2°, Luís Mendonça; 3°, Virgi1io Nunes. Femininos -1.ª, Ester Alves; 2.ª, Paula Maia. Na Praça de Espectáculos, onde foi servido aos participantes um almoço volante, realizou-se depois a cerimónia da entrega de prémios aos ciclistas melhor classificados nos diversos sectores, bem como a homenagem aos vencedores da Volta a Portugal Venceslau Fernandes e Manuel Zeferino, actos de que se encarregou o Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Joaquim Cracel.
Em declarações prestadas ao "Geresão", Manuel Zeferino, o director desta I Clássica de Ciclismo entre a Póvoa de Varzim e Terras de Bouro, afirmou: "Acho que esta prova foi um êxito. Não só pela larga participação de 300 ciclistas, como pela dificuldade da prova, que foi muito exigente, e pelos cerca de 100% de atletas que a concluíram - apenas cinco desistentes -tudo isso me leva a considerar esta I Clássica como um êxito. Foi, por isso, um dia agradável para os apreciadores do ciclismo e, de futuro, penso que, em vez das 300 pessoas deste ano, iremos ter 400 ou 500 pessoas. Quanto ao futuro desta Clássica, Manuel Zeferino manifestou que "há todo o interesse da organização - Bikservice, Municípios da Póvoa de Varzim e de Terras de Bouro - em continuar ", mostrando-se agradado com a óptima recepção que a caravana teve em Terras de Bouro.
Fonte: Jornal Geresão, em 20-07-2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Terras de Bouro: S. Brás espera 50 mil pessoas

O município de Terras de Bouro prepara-se para cinco dias de animação, naquelas que são as Festas Concelhias 2010 em honra de S. Brás.
O programa, que decorre entre os dias 5 e 9 de Agosto, coloca em destaque a ‘prata da casa’, onde o palco é entregue aos talentos locais e da região.
Folclore, bandas filarmónicas, garraiada, corrida de cavalos, vaca da corda, concurso pecuá-rio, solenidades religiosas e muita música popular são as apostas da edição deste ano das festividades, marcada pela “redução dos custos”, disse ontem o presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, durante a apresentação do cartaz.
Uma das novidades do programa é a mudança da tradicional garraiada de quinta-feira à noite para sábado à tarde, a partir das 16.30 horas, na Praça de Espectáculos.

De acordo com Joaquim Cracel Viana, “o orçamento deste ano ronda os 50 mil euros”, menos 25 mil do que na edição anterior.
“O corte dos custos fez-se sentir na contratação de artistas de projecção nacional”, explicou o autarca, referindo que o município optou por “soluções mais em conta”.
O programa diversificado foi pensado para os diferentes públicos, com o intuito de trazer a população ao centro da vila.
“Desejamos que seja mais um momento importante de convívio entre os munícipes e os emigrantes” que nessa altura visitam a sua terra natal, destacou Cracel Viana, que espera nesta edição das Festas de S. Brás cerca de 50 mil visitantes.
Para acolher com todas as condições os visitantes, a autarquia vai apostar na segurança com “o reforço dos militares da GNR”, explicou o edil, referindo que “alguns funcionários municipais vão também ter funções na área da segurança”.
A colaboração dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro e da delegação da Cruz Vermelha Portuguesa “são também fundamentais”, acrescentou.
O município vai também aproveitar as Festas do Concelho para “apelar ao voto no Parque Nacional da Peneda Gerês” (PNPG), que é candidato às ‘7 Maravilhas da Natureza’ na categoria de Áreas Protegidas, sublinhou Cracel Viana.
Assim, no dia 9 de Agosto, a madrinha da candidatura, Rosa Mota, desloca-se ao concelho para divulgar e apelar ao voto no PNPG.


Programa
O programa arranca dia 5 de Agosto às 22 horas, seguindo-se, meia hora depois, o Festival Folclórico Concelhio na Praça do Município com a actuação de quatro ranchos folclóricos e tocadores de concertina.
‘O Trio Boémios’ e a banda brasileira ‘Swing Muleke’ são as atracções musicais na noite de 7 de Agosto. O domingo, dia 8, está reservado às solenidades religiosas que têm como ponto alto a grandiosa procissão em honra de S. Brás, a partir das 18.30 horas. O último dia de festa fica marcado pela feira franca, concurso pecuário, corrida de cava-los e a actuação de Zé Amaro.
Fonte: Correio do Minho, em 23-07-2010

Terras de Bouro contra extinção dos agrupamentos de escolas do concelho

O Ministério da Educação quer ver extintos, em Terras de Bouro, os Agrupamentos de Escolas do Vale do Homem e de Rio Caldo, que darão lugar ao ‘Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro’. Esta decisão, contudo, está longe de ser pacífica, tendo já motivado uma dura reacção da autarquia terrabourense.
Desta feita, a extinção dos referidos Agrupamentos e a criação do ‘Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro’ não foi bem vista por parte da autarquia terrabourense, que sublinha que esta terá sido uma decisão resultante de "um processo unilateral e de nítida prepotência por parte dos responsáveis pelo Ministério da Educação".
O presidente da Câmara Municipal, Joaquim Cracel, lamenta "a forma como a autarquia foi tratada neste processo, ao ser marginalizada ou afastada da discussão, não tendo merecido qualquer palavra de explicação ou justificação por parte do ME".
"Em momento algum foi solicitado ao município qualquer parecer, contrariando a legislação em vigor. O evoluir do processo de extinção ia sendo comunicado ao presidente da Câmara Municipal por telemóvel, por um responsável da DREN, mas sem nunca lhe ser facultada qualquer reunião para tratar concretamente da situação da rede escolar no concelho de Terras de Bouro", refere ainda a o presidente da autarquia.
O edil lembra que "a única reunião que foi possível com o director regional e com um dos secretários de Estado da Educação foi em conjunto com todas as Câmaras Municipais do distrito de Braga, onde foram apresentados os ‘princípios gerais’ para o encerramento de escolas do 1.º Ciclo, situação que não se verifica no concelho de Terras de Bouro, uma vez que nenhuma escola encerrará no próximo ano lectivo". Sobre a extinção de agrupamentos e a criação de novos agrupamentos, garantem, "nem uma palavra".
Após ter conhecimento que o Ministério da Educação se preparava para extinguir os dois Agrupamentos de Escolas do concelho de Terras de Bouro e criar um único agrupamento, o presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro enviou um fax ao director regional de Educação do Norte, onde terá manifestado uma série de preocupações e interrogações.
Reuniões com responsáveis insuficientes para travar decisão "já tomada"
Um dos primeiros pontos abordados na comunicação de Joaquim Cracel ao Ministério da Educação prende-se com o motivo para o encerramento dos referidos Agrupamentos – a falta de alunos. "Preocupa-nos que o argumento utilizado para a fusão dos Agrupamentos seja a ‘falta de alunos’", sublinhou o edil, recordando que, "como se sabe, o concelho de Terras de Bouro está integrado numa área protegida a nível de preservação do ambiente e da natureza, com vários planos de ordenamento do território que impedem o desenvolvimento económico".
"Tal situação tem provocado a falta de emprego e consequente desertificação. Sem emprego não é possível a fixação das pessoas. Por vivermos numa área protegida, que tão útil é para o país deveríamos ser favorecidos e não prejudicados", considerou o presidente da autarquia terrabourense.
Assim, sublinha Joaquim Cracel, preocupa as gentes de Terras de Bouro a possibilidade de "face à futura distância dos órgãos de direcção do novo agrupamento, de se vir a deteriorar o actual ambiente pedagógico".
A "situação dos professores que terão de fazer deslocações de 40 quilómetros e de alguns outros, dos actuais órgãos de direcção, que abraçaram um projecto para quatro anos, que foram excluídos dos concursos de professores e que, agora, serão gravemente prejudicados, são outras das preocupações manifestadas, bem como a situação financeira dos actuais funcionários da Secretaria do Agrupamento de Escolas de Rio Caldo ou o facto de "entre as duas escolas existir uma montanha que, no Inverno, se cobre de neve e impede a circulação automóvel".
Entretanto, Joaquim Cracel voltou a marcar presença, a 18 de Junho, na cidade do Porto, numa reunião que juntou a ministra da Educação, os secretários de Estado da Educação, o director regional de Educação e vários autarcas do Norte do país, para dar conta da sua insatisfação e preocupação.
Nessa reunião, convocada com o objectivo de ouvir os autarcas eleitos pelo PS sobre a política educativa do governo, o presidente da Câmara apresentou aos membros do governo os argumentos que, segundo a sua opinião, evitariam a extinção dos actuais agrupamentos. Argumentos esses que pareciam ter sido bem aceites pelos membros do governo, que "ouviram, tomaram notas e pareceram reconhecer a eficácia" dos mesmos.
Contudo, acreditam agora os responsáveis terrabourenses a reunião apenas serviu "para enganar os autarcas eleitos pelo PS, pois a decisão já estava tomada". "De facto, o Agrupamento de Escola do Vale do Homem recebeu um comunicado da DREN, precisamente datado de 18 de Junho, confirmando a extinção dos dois agrupamentos do concelho e a criação de um único agrupamento", garantem os responsáveis locais.
Assim, a fusão dos agrupamentos é considerada "um embuste e uma afronta à autarquia".
Fonte: Terras do Homem, em 22-07-2010

Gerês: Festas de Santa Eufémia tentam resistir à crise

A Vila do Gerês celebra, entre os próximos dias 20 e 22 de Agosto, mais uma edição das ‘Festas em Honra de Santa Eufémia’.
De acordo com a comissão organizadora, "é com o contributo e a generosidade de todos que as tradições que caracterizam a cultura de uma terra e do seu povo ainda se mantêm". "Apesar das dificuldades económicas que estão a caracterizar o actual momento do país, e que são um entrave à realização deste tipo de actividade", a Comissão de Festas em Honra de Santa Eufémia – Vila do Gerês, da freguesia de Vilar da Veiga, apela, à participação de toda a população para a realização da festa nos dias 20, 21 e 22 de Agosto de 2010.


Do cartaz constam diversos momentos religiosos, bem como os necessários períodos de animação, com muita música e fogo-de-artifício.
Fonte: Terras do Homem, em 22-07-2010

Projecto CeRamiCa - Visita e trocas de experiência

No âmbito do projecto CeRamICa, realizou-se nos dias 26 e 27 de Maio a visita de trocas de experiências ao território do PNPG. Nesta visita participaram os parceiros de Hodmezovasarhery da Hungria, Baia Mare e Turda da Roménia, num total de 39 pessoas.
A visita começou no município de Montalegre, no Ecomuseu do Barroso, com a sessão de boas vindas, que contou com a presença do Director do PNPG e do Vice-Presidente da Câmara de Montalegre. Seguiu-se uma pequena visita ao Ecomuseu onde foram abordados os aspectos mais relevantes. A visita seguiu para Paredes do Rio, onde ficou parte do grupo (representantes das instituições) para uma visita aos artesãos locais e à aldeia, o restante grupo (artesãos) seguiram para a Arte da Terra, onde se realizou um ateliê de trabalho (“Com as mãos na massa”) com o objectivo de realizar um trabalhos conjunto entre os ceramistas locais e os ceramistas visitantes. Após todo o grupo se juntar, fez-se uma apresentação da Arte da Terra e um pequeno resumo deste primeiro dia de visita. Esta parte da visita foi acompanhada pela TV Barroso. O dia terminou com uma prova de produtos locais e a ida para o hotel, no Gerês.

No dia 27 a visita começou por Covide, na Associação Pedras Brancas, onde, para além da visita à exposição de artesanato e a explicação do ciclo do linho, foi descrita a forma como esta associação surgiu e os principais trabalhos por ela desenvolvidos. Daí seguimos para a Associação Arte Barca, em Ponte da Barca, onde a comitiva foi recebida pelas artesãs locais e por um representante da Câmara Municipal de Ponte da Barca. A visita aos trabalhos das artesãs foi seguida de uma prova de vinho verde da região.
Depois do almoço, que se realizou em Arcos de Valdevez, visitámos uma pequena mostra dos artesãos de Arcos de Valdevez, no posto de turismo desta Vila. Neste local foi também realizado um pequeno debate com o objectivo de realizar uma troca de experiências entre os artesãos locais e os parceiros do projecto.
A visita terminou em Melgaço, no solar do Alvarinho, com a apresentação do local, os seus objectivos, os produtores e produtos expostos. No final foi servido um Alvarinho de honra como forma de agradecimento da presença de todos.
No seguimento desta visita, com o mesmo objectivo de troca de experiências entre os vários parceiros do projecto, vamos levar um grupo de artesãos locais a Itália, no próximo mês de Setembro.
Fonte: ADERE, em 22-07-2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Parque Nacional da Peneda Gerês na frente das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”

Cerca de 200 mil pessoas já participaram, por voto, no concurso ‘7 Maravilhas Naturais de Portugal’. Ora, se a votação terminasse neste momento, o Parque Nacional da Peneda Gerês seria um dos vencedores, na categoria de ‘Zonas Protegidas’.
As escolhas têm sido realizadas através da internet, com um sistema de votação criado para o efeito e por um grupo de 21 notáveis convidados pela organização, sendo que, decorre agora a votação pública final no site ‘www.7maravilhas.sapo.pt’. As ‘7 Maravilhas Naturais de Portugal’ serão conhecidas a 11 de Setembro, numa cerimónia única que se irá realizar na ilha de São Miguel, nos Açores.

Os interessados em fazer do PNPG o vencedor da categoria em questão, poderão fazê-lo até dia 7 de Setembro, através do número 760302719, e também por ‘sms’, para o número 68933 com a referência ‘719’, ou no sítio on-line ‘www.7maravilhas.sapo.pt’.
Fonte: Terras do Homem, em 22-07-2010

Romanos de volta ao Gerês

A Vila do Gerês acolheu, no passado fim-de-semana, a realização de uma Feira Romana com dezenas de figurantes, no âmbito da programação da ‘Animação de Verão 2010’, promovida pelo município de Terras de Bouro, em conjunto com a Junta de Freguesia de Vilar da Veiga e com o apoio da empresa local ‘Águas do Gerês’. A ‘II Feira Romana’ ocorreu no Parque das Termas da Vila do Gerês e foi organizado pela ‘Associação Velha Lamparina’. Com entrada gratuita, este certame atraiu a curiosidade dos turistas que por ali passaram ao longo dos dias 16, 17 e 18 de Julho.
O evento contou, ainda, com uma ‘Feira mostra’ de produtos comercializados à época, entre outros. A actuação e animação musical de um grupo alusivo também à era romana, ‘Lutas de Espadas entre Legionários’, além de intervenientes vestidos a rigor concederam ao acontecimento uma "interessante perspectiva de intemporalidade".

O objectivo do município passava por, à semelhança do que aconteceu o ano transacto, "avivar a memória e despertar a curiosidade histórica de todos os terrabourenses e demais turistas que quisessem visitar o evento, relembrando uma época de tanto significado e que recria a história da ocupação e civilização romana em Terras de Bouro".
O município de Terras de Bouro assumiu que, tal como havia acontecido na edição anterior, também desta vez a feira "teve um apreciável sucesso", com o registo de "uma afluência de público assinalável, principalmente na noite de sábado e na tarde de domingo".
Fonte: Terras do Homem, em 22-07-2010

Festas de S. Brás prometem intensa animação popular

O município de Terras de Bouro promove, entre os próximos dias 5 e 9 de Agosto, mais uma edição das Festas Concelhias em honra de S. Brás. De quinta a segunda-feira, muitos serão os motivos de atracção ao dispor dos que passarem pela vila sede de concelho.
Assim, desde logo, a cerimónia da abertura contará com uma ‘arruada de balonas e abertura da iluminação com milhares de lâmpadas multicolores, com desfile dos Grupos Folclóricos e Grupos de Concertinas que vão participar no Festival Folclórico Concelhio até à Praça do Município.

A música será, inclusive, uma nota dominante nestas festividades, uma vez que para além do tradicional Festival Folclórico, também marcarão presença, nas festas concelhias de Terras de Bouro, diversos conjuntos populares.
A animação de rua, a cargo da Charanga de Vilar da Veiga será outro dos momentos de particular interesse, já no sábado.
Fonte: Terras do Homem, em 22-07-2010

Manuel Tibo em entrevista ao Terras do Homem

Manuel Dias tem 53 anos e é casado. Com dois filhos, este assistente técnico do Centro de Saúde de Terras de Bouro concluiu, há pouco tempo atrás, com recurso a um Centro de Novas Oportunidades, o 12º ano de escolaridade. Nos tempos livres, o presidente da Junta de Freguesia prefere dedicar-se à caça e pesca, bem como a alguns trabalhos agrícolas nos seus terrenos. Isto quando a ausência de trabalho na Junta assim o permite.
À mesa, Manuel Dias privilegia "uma boa lampreia", acompanhada de um vinho verde ou cerveja, bebida mais usada "para refrescar". As suas férias de sonho são passadas em território português, nomeadamente no Algarve, pelo especial gosto pela praia. Madeira também o encantou, enquanto as ilhas açoreanas continuam a ser outro dos atractivos que apelam a uma visita.
"Uma das maiores carências do concelho é o fraco incentivo à fixação dos jovens"
A cumprir o seu terceiro e último mandato à frente dos destinos da freguesia de Moimenta, Manuel Dias – que sempre foi eleito como independente – pretende ver concretizadas algumas obras de grande envergadura que ficaram já prometidas pela autarquia, depois de um esforço em trabalhar, nos primeiros anos e com menos meios, no apoio social à população da freguesia e em obras de menor dimensão. Assim, a construção de uma sede da Junta capaz de responder às necessidades actuais, bem como a edificação do Complexo das Godeiras ou a conclusão da remodelação das piscinas municipais estão entre as prioridades. A abertura de novas variantes na vila sede de concelho, que facilitem o desbloqueamento de terrenos, para que os jovens possam construir a baixos custos, é outra das medidas que Manuel Dias quer por em prática, antes do final do mandato, que poderá não significar necessariamente um adeus à Junta de Freguesia de Moimenta.
Terras do Homem: Qual será a grande prioridade para Moimenta, no mandato em curso?
Manuel Dias: A grande prioridade para a freguesia de Moimenta, neste mandato, será, efectivamente, a edificação de uma sede para a Junta de Freguesia. Apesar de sermos a freguesia sede de concelho, ainda não dispomos de um espaço com as condições ideias para o tipo de funcionamento que queremos incutir na nossa sede de Junta.
Há uns anos, foi concedido, pelo Ministério da Administração Interna, um montante de cerca de dois mil contos, para que as Juntas de Freguesia construíssem as suas sedes. No nosso caso, esse dinheiro foi cedido à Câmara Municipal para levar a cabo a instalação de um Centro Cultural aqui em Moimenta, mas que não dispõe das melhores condições para aí nos instalarmos.
Hoje em dia as exigências das populações e as atribuições de uma Junta de Freguesia são muito mais alargadas, pelo que as valências de sede de Junta devam ser mais abrangentes. Queremos que nesse espaço seja levada a cabo uma política social mais eficaz, abrangendo e acolhendo nesse local, os idosos e os jovens de toda a freguesia, que queiram usufruir desse espaço e aí levar a efeito uma série de actividades.
Há uns anos a esta parte, começamos por realizar um convívio de fim de ano, bem como um passeio com as pessoas da freguesia que resolvam aderir, algo que tem tido um bom acolhimento junto da população. Agora, fruto das dificuldades que afectam muitas pessoas da freguesia, ponderamos até vir a servir algumas refeições às pessoas mais carenciadas. Pessoas essas que, naturalmente, não se sentem bem em admitir que passam algumas dificuldades, mas que nós sabemos que devemos ajudar.
Essa grande prioridade deverá envolver uma verba na ordem dos 250 mil euros, pelo que dependerá, essencialmente, do apoio financeiro da autarquia.
TH: Para além dessa obra, que outras medidas gostaria de ver aplicadas no terreno, antes de abandonar o cargo de presidente de Junta?
MD: Outra das obras que pretendemos ver executada até final deste mandato é o designado Complexo das Gordeiras, que ficará instalado ligeiramente acima do campo de futebol, na Avenida D. Manuel I. Aí pretendemos instalar um circuito de manutenção ao ar livre. Esta ideia surgiu-me dos momentos em que fazia tratamentos nas Termas do Gerês, em que, no intervalo dos tratamentos, utilizava o circuito de manutenção local e achei que seria uma valência importante para as pessoas. Esse investimento, que deverá rondar o meio milhão de euros, contemplará a instalação do referido circuito de manutenção, bem como de uma infra-estrutura para a prática de outros desportos para os jovens.
Por outro lado, existe a questão da piscina municipal, que está a ser levada a efeito pela Câmara Municipal. A remodelação total deverá estar concluída até final do ano. Trata-se de uma piscina com 25 metros de comprimento, coberta e climatizada.
Ao nível dos acessos, existe uma série de questões que gostaríamos também de ver resolvidas. Falo de ruas que ainda estão em calçada à portuguesa e que gostaríamos de ver alcatroadas. É o caso de Pesqueiras de Cima, que já está prometida pela Câmara Municipal. Além disso, gostaríamos de ver o mesmo acontecer no Bairro de Andrías e na Rua da Rega, bem como o Gondoneiro, no Cavacadouro, entre outras situações pontuais.
No que concerne à rede de saneamento, ainda há alguns lugares por cobrir, como é o caso do lugar da Costa. Sinto que há, nesse caso em concreto, um envolvimento da Câmara Municipal, no sentido de se resolverem rapidamente essa questão. Além disso, existem ainda os casos de Moimenta-a-Velha e da Portela, situações mais complicadas, devida a localização daqueles lugares.
No caso do concelho de Terras de Bouro, acresce uma grande dificuldade, que se prende com o enorme distanciamento entre todos os lugares, por si, muito pouco numerosos, no que toca a habitantes.
Por outro lado, a autarquia está a pensar levar a cabo uma Variante, directa à estrada que vai para Cibões, até à curva da Rega, o que poderá constituir um incentivo à auto-construção, uma vez que desbloqueará uma série de terrenos, o que beneficiará muitos jovens que não têm possibilidades de adquirir terrenos noutras zonas. Neste caso em concreto, a construção dessa variante deverá já ser acompanhada da instalação da rede de saneamento nesse local.
TH: Acha que essa manifestação de apoio aos jovens, através desse tipo de políticas, beneficia a fixação de jovens na freguesia?
DM: Sem dúvida. Uma das maiores carências no nosso concelho é o incentivo à fixação dos jovens, nomeadamente através do apelo à auto-construção, conseguido com medidas como o desbloqueamento de determinados terrenos, através da construção de alguns arruamentos, bem como pela redução ou isenção de algumas taxas de construção, entre outras. É sabido que uma casa construída por nós próprios fica mais barata que qualquer apartamento que se possa construir aqui na freguesia, permitindo ainda aos jovens irem construindo consoante as suas posses.
Outra variante que gostaríamos de ver executada seria a que vai da zona do Barreiro, pelas Veigas de Moimenta, e que desbloquearia também alguns terrenos para construção.
TH: Qual ou quais as grandes obras que julga deixar à Freguesia de Moimenta destes 12 anos enquanto presidente da Junta?
MD: Não temos grandes obras de referência, temos isso sim, pequenas obras muito importantes. Como é fácil de verificar, a Junta de Freguesia não dispõe de meios suficientes para levar a efeito grandes obras. Conseguimos que fossem executadas as pavimentações em Moimenta e de Moimenta para o Cavacadouro, bem como a construção de passeios para peões, entre a Vila de Moimenta e Pesqueiras e na Rua do Passo, na estrada que vai para Chorense. Penso que são obras importantes para garantirmos a segurança dos peões. Neste caso, faltará ainda construir um outro, até ao Cavacadouro, na saída Norte da Freguesia, em direcção a Covide.
O saneamento, embora não esteja concluído, foi uma grande obra também executada, por exemplo, no Cavacadouro, que foi também todo repavimentado em alcatrão.
Destaco, ainda, a construção de um parque infantil que veio beneficiar as crianças da freguesia, uma valência muito importante para os mais novos que se encontra instalada na Praça de Espectáculos de Moimenta.
Evitar que as pessoas se agarrem permanentemente ao poder
TH: Acha que as Juntas de Freguesia deveriam dispor de outros meios financeiros para poderem executar mais obras de sua autoria ou o papel deste órgão autárquico deve ser cada vez mais o de reivindicar junto das Câmaras Municipais?
MD: Penso que sim. Cada vez mais, o papel das Juntas de Freguesia passa por interceder, junto das autarquias, pelas obras que querem ver executadas no espaço da sua responsabilidade, nomeadamente as infra-estruturas de grande envergadura.
TH: Admite ter cometido algum erro na execução das suas funções, ao longo destes nove anos enquanto presidente da Junta de Freguesia de Moimenta?
MD: Não me lembro de nenhum caso em especial em que isso tenha acontecido. Como se costuma dizer, errar é humano, por isso sempre pautei a minha actuação, porque julgo que é esse o dever de um Junta de Freguesia, pela defesa do interesse das pessoas, estando sempre do seu lado e atento aos seus problemas. Nesse caso, penso que temos dado uma resposta sempre pronta, em tempo útil.
Talvez nos pudéssemos, se calhar, arrepender de não termos sido, nalgumas circunstâncias, mais reivindicativos com a Câmara Municipal, mas também havia que entender, sempre, as condicionantes financeiras que afectam um concelho como o de Terras de Bouro.
TH: Concorda com a lei que limita o número de mandatos de um presidente de Junta?
MD: Eu acho que sim. Ao fim de um certo tempo, as pessoas têm tendência para deixar passar algumas coisas. Esta é uma forma, a meu ver, de evitar que as pessoas se agarrem permanentemente ao poder.
Acho que, neste novo figurino, o primeiro mandato serve para que as pessoas se envolvam e tenham conhecimento das reais necessidades da freguesia, bem como das suas características. Num segundo mandato, haverá já que trabalhar nos limites. E o terceiro servirá, essencialmente, para concluir algumas obras que não tenha sido possível concluir-se no segundo mandato.
TH: Qual o sentimento por ser este o seu último mandato? Já sabe o que irá fazer depois de 2013?
MD: Este é o meu último mandato enquanto presidente de Junta, o que não quer dizer que não venha a integrar uma equipa que continue a lutar pelo desenvolvimento da Freguesia de Moimenta. Para já ainda não ponderei sobre essa situação.
TH: Vê na freguesia de Moimenta já alguém com perfil para o substituir?
MD: Acima de tudo, acho que esta freguesia tem muito bons valores, capazes de fazer boas obras. Infelizmente, as pessoas que têm a possibilidade de me substituir nem sempre se querem assumir.

Problema da ligação a Braga
TH: Tendo em conta as dificuldades financeiras que limitam o raio de acção de uma Junta de Freguesia, acha que este é ainda um órgão autárquico necessário na vida política?
MD: Acho que sim, acho que ainda são necessárias, pela característica de proximidade que possuem e que permite diagnosticar, em primeiro plano, os reais problemas das pessoas, desde a falta de água, à falta de luz, entre outros. O grande problema prende-se com o elevado número de freguesias com muito poucos habitantes. No caso de Terras de Bouro, por exemplo, acho que o concelho poderia ficar dividido em cinco ou seis grandes freguesias, que detivessem um maior poder de iniciativa e acrescidas responsabilidades. Poderiam, por exemplo, ter alguns funcionários administrativos a tempo inteiro, coisa que não acontece actualmente.
TH: Se fosse presidente da Câmara, qual seria a medida que veria como mais urgente para implementar em Terras de Bouro?
MD: Antes de mais, gostaria de sublinhar que nunca tive tais pretensões. No entanto, no plano imaginário diria que talvez colocasse no topo das prioridades uma via de acesso, das melhores condições possíveis, entre a sede de concelho e a sede de distrito. Esta estrada que nos une, actualmente, a Braga é bastante sinuosa e lenta. Só com boas vias de acesso ao nosso concelho poderemos proporcionar um maior desenvolvimento económico.
Se repararmos, os concelhos vizinhos de Vila Verde ou Ponte de Lima cresceram muito mais após a instalação de modernas e eficazes vias de circulação.
Além disso, convinha criar uma via de melhores condições entre a sede de concelho e a Vila do Gerês, para aproveitar os fluxos turísticos de uma e outra zona. O Gerês é, no meu entender, e com a possível isenção de pensamento, a terra mais bonita de Portugal.
TH: E se fosse primeiro-ministro, que área privilegiaria?
MD: Penso que a área social é a que necessita de uma maior atenção. Isto porque, infelizmente, são sempre os nossos pobres a pagarem a crise e isso não é justo. Os idosos, por exemplo, com pensões cada vez mais curtas para o custo de vida nacional, são o sector mais vulnerável.
No plano económico, acho que há uma grande diferença de condições para as grandes empresas – que podem conseguir a melhor mão-de-obra com recurso a elevados salários – e as pequenas empresas. Seria necessária uma maior solidariedade das primeiras para com o país.
No que diz respeito à despesa, penso que há sempre aspectos a melhorar, mas penso que este governo já tem adoptado algumas boas medidas, como foi o caso da saúde.
Fonte: Terras do Homem, em 22-07-2010

Grupo Desportivo do Gerês: Relvado sintético vem aí?

Na última reunião da Assembleia Municipal de Terras de Bouro realizada, em 21 de Junho, no auditório do Centro Termal do Gerês, o deputado municipal Agostinho Moura questionou o executivo municipal sobre o ponto da situação da prometida instalação de um relvado sintético no Campo da Pereira, uma mais-valia que poderá concorrer para o desenvolvimento turístico desta vila termal, tendo o chefe do executivo, Joaquim Cracel, informado que tal promessa não foi esquecida e, de momento, estava a proceder à recolha de propostas de orçamento, tendo já recebido duas, restando ainda acertar as condições de pagamento com a empresa que apresente a proposta mais acessível. Mas mostrou-se confiante de que, em tempo oportuno, mas ainda neste mandato, tal projecto se concretize.Aquele geresiano apresentou ainda duas moções de protesto contra o encerramento do Centro de Saúde de Terras de Bouro nas tardes dos fins-de-semana e feriados, bem como contra a cobrança de portagens na Mata de Albergaria aos habitantes de Lobios, as quais foram aprovadas por unanimidade e encaminhadas para as respectivas entidades responsáveis.

Igualmente foi aprovada uma proposta de Alexandre Pereira a solicitar uma visita ao PNPG da Comissão Parlamentar do Ambiente, assim como mereceram aprovação da Assembleia Municipal a concessão do posto de combustíveis da marina de Rio Caldo, a reorganização dos serviços municipais e os regulamentos municipais da tabela de taxas, de ocupação da via pública, da venda ambulante, da publicidade, do cemitério municipal de Moimenta e de urbanização e edificação.
Fonte: Geresão, em 20-07-2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

AF Braga confirma: Terras de Bouro na Divisão de Honra

O Terras de Bouro vai mesmo jogar na Divisão de Honra na próxima temporada, confirmou ontem a AF Braga através de um comunicado oficial. Já há muito que se previa este cenário, uma vez que o Esposende ascendeu -também pela via da secretaria - à III Divisão Nacional, abrindo desde logo uma vaga ao terceiro melhor classificado da I Divisão distrital.
Numa luta entre Terras de Bouro e Polvoreira (terceiros classificados das séries A e B, respectivamente), a boa notícia chegou ontem para os terrabourenses, vencedores desse duelo de mais pontos conquistados e voltam agora aos campos da Divisão de Honra bracarense após alguns anos de ausência.

«Para os devidos efeitos, comunicamos que em virtude da promoção do Esposende à III Divisão Nacional, verificou-se uma vaga no campeonato da Divisão de Honra 2010/11, que foi ocupada pelo Terras de Bouro...», pode ler-se no comunicado da AF Braga.
Fonte: Diário do Minho, em 21-07-2010

Em Braga, ruínas de Vilarinho das Furnas emergem no Braga Parque

A partir de sexta-feira, dia 23 de Julho, e até 20 de Agosto, o Braga Parque recorda as memórias de Vilarinho das Furnas, através de uma exposição colectiva de fotógrafos -do Grupo IF - que mostra ao público as ruínas daquela localidade, submersa após a construção da barragem de Vilarinho das Furnas em 1972. Trata-se, de acordo com a organização, de «um excepcional, mas ao mesmo tempo fantasmagórico, conjunto de fotografias» que «revelam os restos da aldeia, visíveis nos anos em que o nível da albufeira está mais baixo, projectando nos espectadores o silêncio e a calma do lugar, a secura, a aridez, o vazio e a estagnação da paisagem».
Em nota à imprensa, os responsáveis indicam que a exposição é da autoria do grupo IF, actualmente constituído pelos fotógrafos João Paulo Sotto Mayor, Manuel Magalhães, Henrique Araújo e António Drumond.
Fonte: Diário do Minho, em 21-07-2010

Avô e neta caem em ravina no Gerês

Um adulto e uma criança caíram, hoje, quarta-feira, na Portela do Homem em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), distrito de Braga, numa ravina de quatro metros de altura.
O acidente deixou em estado grave um homem de 55 anos de idade, avô da outra vítima, uma menina de 11 anos, que sofreu ferimentos ligeiros.
Avô e neta tentaram chegar a uma lagoa na Ponte da Portela do Homem, muito concorrida no Verão por imensos turistas que ali se tentam banhar.

A elevada inclinação e as rochas escorregadias tornam o local, apesar do aparente acesso fácil, muito perigoso, sendo mesmo palco de habituais acidentes, como o de ontem.
O alerta foi dado às 16.45 horas pela Guarda Civil Espanhola, através do número internacional de socorro, visto que o local não tem rede móvel portuguesa, sendo mesmo os espanhóis os primeiros a chegarem ao local do acidente, que dista a pouco quilómetros (cerca de seis) do posto de socorro de Lóbios (Galiza).
O Comando Distrital de Operações do Socorro (CDOS) de Braga chegou a accionar um helicóptero para o local, mas este acabou por não ser preciso, pois os esforços de populares, que retiraram a criança, e os Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro (BVTB), que resgataram o adulto, colocaram as vítimas a salvo.
Fonte: Jornal de Notícias, em 21-07-2010

Luzia Ferreira Teixeira estreia exposição em Itália

No dia 11 de Agosto, em Monguelfo – Itália, estreia mais uma exposição de pintura da artista terrabourense Maria Luzia Ferreira Teixeira. Esta exposição é uma mostra de obras inspiradas na plenitude do Universo.Luzia Ferreira Teixeira apresenta obras da colecção Cidade Berço Colorido que abrange Portugal e Colónias desde os tempos primórdios até à actualidade. As telas que serão apresentadas são baseadas em lendas, crónicas, património existente, actividades e tradições que contribuíram para a constituição e preservação dos TESOUROS NACIONAIS.
Deixo-vos com um quadro da nossa artista terrabourense.

Recomendo a visita ao site e ao blogue desta artista nascida em Saim - Chorense.
Site Oficial:
www.luziateixeira.com
www.luziateixeira.blogstpot.com

terça-feira, 20 de julho de 2010

Tomada de posição sobre o "mega-desajustamento" de Terras de Bouro

Publico a tomada de posição apresentada em reunião do Conselho Pedagógico sobre o "mega-desajustamento" pelo Dr. Manuel Adelino Cracel Viana.
Finalmente, apareceu alguém com “ELES NO SÍTIO” na nossa TERRA! É um verdadeiro grito de coragem contra o pacifismo dos terrabourenses, principalmente para os do Vale do Cávado, que nem “tossiram nem mugiram”!

DEPOIMENTO AO CONSELHO
PEDAGÓGICO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS
DO VALE DO HOMEM SOBRE A EXTINÇÃO E POSTERIOR
FUSÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO VALE DO HOMEM E
DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE RIO CALDO - TERRAS DE BOURO

Apesar da reconhecida preocupação do Director do Agrupamento de Escolas do Vale do Homem, Professor Óscar Rodrigues, em manter informados todos os docentes deste Agrupamento, tendo para o efeito promovido uma reunião geral de professores no dia 30 de Junho de 2010, e dado esclarecimentos ao Conselho Pedagógico em reuniões sucessivas, é para mim evidente que o Ministério da Educação, escolhendo o timing de final de ano e subsequente período de férias, procurou tratar “no segredo dos deuses” o dossiê relativo à fusão dos dois agrupamentos de escolas de Terras de Bouro, revelando uma postura impositiva e anti-democrática (porque não cuidou de ouvir os respectivos órgãos: Direcções Executivas, Conselhos Pedagógicos, Conselhos Gerais, Conselho Municipal de Educação, etc.), desenraizada de quaisquer preocupações sociais e pedagógicas, criando graves constrangimentos que, a prazo, se revelarão penalizadores para as comunidades educativas que os actuais agrupamentos servem.
O serviço docente não se limita ao cumprimento de horários de trabalho nem à consecução de objectivos de natureza estatística. Educar, todos o sabemos, é acompanhar e partilhar, é experimentar o fácil e o difícil, o sucesso e o insucesso, as vitórias e os falhanços…e para isso devem os docentes estar motivados, cúmplices de expectativas comuns e de projectos co-construídos.
Não assumir isto é não perceber o essencial em educação e não concebo que o ME não persiga o melhor para a educação. Garantido é que, ao impor a fusão dos agrupamentos de escolas, o ME abdica do reconhecimento das autonomias pedagógicas, do estímulo pela inovação e do respeito pela identidade de cada comunidade educativa; cede a interesses ilusoriamente economicistas.
Escolher a educação para dar “sinais” de poupança é um tremendo erro de casting - será sempre muito mais dispendioso o futuro de gerações impreparadas, desqualificadas e incompetentes!… Um equilíbrio das finanças públicas significativamente palpável passará, sobretudo, pela reorganização administrativa do Estado e pela redução do “mundo político”, onde, por exemplo, múltiplos institutos de duvidosa utilidade sorvem o erário público em descaradas nomeações de comissariados partidários… esses, sim, devem ser fundidos ou extintos.
Com esta postura, o ME assemelha-se a uma dependência do Ministério das Finanças, não cuidando de estimular os professores para a sua tarefa primeira de ensinar, formar e educar, e espera que estes tornem exequível o funcionamento de um projecto de escola imposto, não partilhado, desajustado e, consequentemente, pedagogicamente estéril.
As realidades pedagógicas dos actuais agrupamentos são realidades distintas: o Vale do Cávado e o Vale do Homem têm as suas próprias idiossincrasias, mas são precisamente as suas diferenças e as suas especificidades que valorizam e enriquecem, porque o diversificam, o município de Terras de Bouro.

Reconheço que os agrupamentos actuais poderiam fazer mais intercâmbio de experiências pedagógicas e partilha de projectos; compreendo, no entanto, que os constrangimentos provocados pela separação de uma montanha (que qualquer fusão jamais conseguirá disfarçar) tornam seriamente inexequíveis quaisquer esforços de colaboração quotidiana na construção de um projecto educativo comum.
Em face do exposto, eu, Manuel Adelino Cracel Viana, professor da Escola Padre Martins Capela, do Agrupamento de Escolas do Vale do Homem, manifesto todo o meu repúdio pela fusão ora imposta pelo ME, por não lhe vislumbrar nenhum desafio profissional estimulante para os docentes nem quaisquer vantagens ou benefícios pedagógicos e de valorização sócio-cultural para os alunos e respectivas famílias do município de Terras de Bouro.
Terras de Bouro, Escola Padre Martins Capela, 19 de Julho de 2010.
O Professor,
(Manuel Adelino Cracel Via
na)

Ferido com gravidade por cunhado com tiro de caçadeira

Conforme já noticiámos neste blogue, no dia 16 de Junho, à noite, um homem foi ferido com gravidade por um cunhado seu.
Infelizmente, um dos caçadores confundiu o cunhado com um javali e deu-lhe um tiro de caçadeira. Eis a notícia publicada hoje na página “Sociedade” -Jornal de Notícias.

Um homem de 37 anos, residente em Vila Verde, foi ferido com gravidade por um tiro de caçadeira quando se encontrava a caçar com dois familiares.
Segundo Glória Ferreira, esposa de Manuel Barbosa Ferreira, o marido foi ferido na face pelo tiro disparado por um cunhado, que o confundiu com um javali. As autoridades descartam a hipótese de homicídio doloso. A PJ prossegue, porém, investigações.
O acidente verificou-se na localidade de Gondoriz, em Terras de Bouro, na madrugada do passado sábado, tendo Manuel Ferreira sido, de imediato, conduzido ao Hospital de S. Marcos, em Braga. Daí, viria a ser, depois, transferido para o Hospital de S. João, no Porto, onde foi, então, sujeito a intervenção cirúrgica. Segundo fonte daquela unidade de saúde, encontrava-se, ontem, “estável”, devendo permanecer internado por prazo indeterminado.
“O meu cunhado, que disparou a arma, está em estado de choque. Não queria acreditar que tinha atingido o meu marido. Eles dão-se como irmãos”, revelou, ainda mal refeita da tragédia que se abateu sobre a família, Glória Ferreira, acentuando que o autor do disparo “acompanhou sempre o meu marido, dando-lhe o maior apoio”.
A propósito, acrescentou: “Ele já foi ao hospital visitar o meu marido, que, quando o viu, apertou-lhe a mão e disse ao meu cunhado para ter força. Estão os dois a sofrer”. Afiançou, ainda, que o sucedido em Terras de Bouro “não passou de um infeliz acidente. Muito infeliz”.
Fonte: “Jornal de Notícias”, em 20-07-2010

Mega-agrupamento de escolas de Terras de Bouro

Agrupamento Escolar extinto
No âmbito da reestruturação escolar que o Ministério da Educação pretende implementar em todo o país, o Agrupamento de Escolas de Rio Caldo e o Agrupamento de Escolas do Vale do Homem foram extintos, passando a funcionar apenas o Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro, instalado na EB 2.3/ S, Escola Pe. Martins Capela, pelo facto de contar com um maior número de alunos.
Com esta fusão dos Agrupamentos de Escolas, tomam-se evidentes as razões economicistas que estiveram na origem desta polémica decisão já que, na prática, passará a existir apenas uma única direcção no novo agrupamento, sendo que em Rio Caldo a gestão da escola EB 2.3/S ficará a cargo de um coordenador, como elo de ligação à direcção do agrupamento da sede do concelho. Manter-se-ão a funcionar, porém, as escolas do 1.º ciclo do Gerês, Rio Caldo e Valdosende, nos mesmos moldes em que vinham a trabalhar até agora, não estando previsto o encerramento de mais escolas do 1.º ciclo no concelho.
Para Joaquim Cracel, autarca de Terras de Bouro, em comunicado enviado à imprensa, a fusão dos dois Agrupamentos "foi um processo unilateral e de nítida prepotência do Ministério da Educação", lamentando "a forma como a autarquia foi tratada neste processo, ao ser marginalizada ou afastad
a da discussão". De acordo com o autarca terrasbourense, "o processo de extinção ia sendo comunicado ao Presidente da Câmara por telemóvel, por um responsável da DREN, mas sem nunca lhe ser facultada qualquer reunião para tratar concretamente da situação da rede escolar no concelho". Após tomar conhecimento que tudo se conjugava para a extinção dos dois agrupamentos, criando um apenas, o chefe do executivo municipal enviou uma comunicação ao Director Regional, na qual contestava que "a falta de alunos" fosse agrupamento usado para a fusão dos agrupamentos, dado que o concelho se situa numa área protegida, com vários planos de ordenamento impeditivos do desenvolvimento económico e provocadores da falta de emprego e consequente desertificação; porque as duas escolas distam 20 Kms uma da outra, os professores terão de fazer deslocações de 40 Kms para reuniões e leccionar, em complemento do horário; alguns professores dos actuais Órgãos de direcção foram excluídos dos concursos de professores por terem abraçado um projecto de 4 anos, ficando agora seriamente prejudicados; a situação futura dos funcionários da secretaria do Agrupamento de Rio Caldo foi também invocada nessa comunicação que nunca obteve qualquer resposta por parte da DREN.

Em 18 de Julho, aproveitando uma reunião, no Porto, da Ministra da Educação e respectivos secretários de Estado com o Director Regional e vários autarcas do Norte sobre a política educativa do Governo, o autarca de Terras de Bouro apresentou os argumentos que, em sua opinião, evitariam a extinção dos actuais agrupamentos, o que aparentemente, pareceu ser aceite pelos governantes. Contudo, esta reunião foi só para "enganar" os autarcas presentes, já que, alguns dias depois, o Agrupamento do Vale do Homem recebeu, curiosamente com a data de 18 de Junho, um comunicado da DREN a confirmar a extinção dos dois agrupamentos e a criação de um único agrupamento lê-se no referido comunicado. Por fim, Joaquim Cracel considera esta "fusão de agrupamentos como um embuste e uma afronta à autarquia", pois, "com esta decisão, a Secretaria do Agrupamento de Escolas de Rio Caldo terá de dispensar alguns funcionários. A autarquia que resolva a situação"- conclui.
Também a deputada terrasbourense Teresa Fernandes questionou a Ministra da Educação sobre esta questão, através do Presidente da Assembleia da República, descrevendo as nefastas consequências que a fusão dos dois agrupamentos acarretarão, não só ao nível administrativo, pois as certidões, apoios, esclarecimentos, justificações de faltas e contagem do tempo de serviço apenas serão processadas em Terras de Bouro, como a distância e difíceis acessos numa zona de montanha, frequentemente interrompida no período de Inverno. E sem resposta até à data, aquela deputada quis saber da Ministra da Educação o seguinte:
1) "O Ministério da Educação, ao adoptar esta medida, teve por base alguma avaliação do funcionamento actual dos agrupamentos existentes?
2) Existe algum estudo sobre o impacto desta política na vida das escolas?
3) É com medidas desta natureza que o Governo pretende levar a cabo às políticas de combate à desertificação em concelhos rurais como Terras de Bouro?"
Fonte: Jornal Geresão, em 20-07-2010

Vilar da Veiga: Festa do Senhor da Saúde

Com a solenidade habitual, de 6 a 8 de Agosto próximo, irão realizar-se na capelinha sob a mesma invocação, nesta freguesia, as tradicionais festividades em honra do Senhor da Saúde e de Nossa Senhora das Angústias.O programa prevê para o dia 3, às 20h, o início da novena em honra do Senhor da Saúde. Para o dia 6, durante a tarde, música gravada; às 20 h, novena; às 2 h, arraial com a Banda Sabor. No dia 7, música gravada durante o dia; às 21,30 h, procissão de velas; às 22 h, arraial animado pela Orquestra "Novo Império"; 24 h, sessão de fogo-de-artifício.Para o dia 8, domingo, às 8,30 h, entrada da Banda de Música de Sanguinhedo, Vila Real; 9,30 h, Missa Campal e sermão em honra do Senhor da Saúde e da Senhora das Angústias; 11 h, actuação da Banda de Música; 14,30 h, entrada do Rancho Folclórico de S.to André de Sobrado, Valongo; 15,30 h, entrada da Fanfarra da Associação Recreativa e Cultural de Olival, Vila Nova de Gaia; 16 h, saída da majestosa procissão, no fim da qual haverá o leilão de segredos e oferendas, bem como o sorteio dos prémios anunciados nas rifas; 18 h, actuação da Banda de Música de Sanguinhedo; 22 h, arraial com o Grupo Musical "Tops"; 24 h, encerramento dos festejos com uma sessão de fogo-de-artifício.
No dia 13 de Agosto, às 20 h, Missa em honra do Senhor da Saúde.
Fonte: Jornal Geresão

segunda-feira, 19 de julho de 2010

No Geresão: Bombeiros de Terras de Bouro celebram bodas de prata

Há 25 anos, um grupo de terrabourenses abraçou um projecto ambicioso que implicava despesas e investimentos avultados. No princípio, um dos seus maiores constrangimentos era a falta de instalações. Mas o espírito empreendedor e a vontade férrea de vencer fizeram com que este projecto crescesse sustentadamente e se transformasse naquilo que é hoje. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro começou por funcionar em instalações cedidas pela Câmara, num pequeno espaço do Centro Cultural que acolheu a primeira equipa de oito homens comandados por Evaristo Teixeira de Oliveira, mas ao longo destes 25 anos, graças a todos aqueles que não pouparam esforços, cresceu a passos seguros e hoje é motivo de orgulho para todos os terrabourenses.
Depois da festa da inauguração do Quartel e da festa do 17.º aniversário, a comemoração do 25.º Aniversário foi a terceira grande festa dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro. Esta Associação Humanitária, que conta com cerca de 800 sócios, celebrou as suas bodas de prata nos dias 25, 26 e 27 de Junho.
No dia 25, à tarde, a Direcção dos Bombeiros deslocou-se aos cemitérios de S. Pedro Valbom, de Moimenta e de Carvalheira para homenagear com coroas de flores bombeiros já falecidos. Pelas 18h00, foi celebrada missa, na Igreja Matriz da Vila de Terras de Bouro, em memória dos fundadores, dos bombeiros, dos dirigentes e dos associados falecidos. Depois, seguiu-se uma romagem ao cemitério da Vila de Terras de Bouro. É de sublinhar que nesta corporação nunca morreu nenhum bombeiro ao serviço. Esperemos que nunca venha a acontecer!
As comemorações deste dia encerraram com a imposição de insígnias ao segundo comandante e ao adjunto de comando. Foram, ainda, entregues medalhas ao corpo activo.
No dia 26, às 15h00, realizou-se um simulacro de acidente de viação, no centro da vila de Terras de Bouro, junto à rotunda. Depois deste exercício bem sucedido, seguiram-se actividades desportivas no Estádio Municipal da Vila de Terras de Bouro, tendo-se realizado dois jogos de futebol. O primeiro, de futebol de 5, opôs uma equipa de Bombeiras Terrabourenses às Bombeiras de Viatodos. As nossas bombeiras levaram, claramente, a melhor. Depois, realizou-se um jogo de futebol de 11 entre os Bombeiros de Viatodos e os Bombeiros de Terras de Bouro. Ambos os jogos foram um pretexto para convívio e confraternização e, acima de tudo, houve da parte de todos os intervenientes muito fair-play.
No dia 27, pelas 9h00, foram hasteadas as bandeiras, seguiu-se a formatura e desfile até à Igreja Matriz onde, às 10h30, foi celebrada missa solene, presidida pelo presidida pelo Arcebispo de Braga. Depois desta cerimónia religiosa, realizou-se a recepção aos convidados a entrega de medalhas a operacionais dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro.
Na sessão solene, presidida por Fernando Moniz, Governador Civil de Braga, o presidente, Gil Mendes, garantiu que a direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro vai formular uma candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) para a recuperação do quartel. Afirmou, ainda, que é intenção da direcção dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro solicitar ao INEM a transformação do posto de reserva existente no quartel, em posto efectivo. Este objectivo mereceu o apoio do Governador Civil de Braga, que prometeu interceder junto da direcção nacional do INEM.
Fernando Moniz enalteceu o trabalho desenvolvido pelos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro, mas referiu que "ainda há muito que fazer", nomeadamente proceder à criação de equipas de intervenção permanente que serão uma mais-valia para o concelho de Terras de Bouro.
O Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Cracel, em jeito de resposta, sublinhou que município dará sempre o apoio financeiro possível.
Depois dos discursos, foi benzida uma nova viatura, um veículo de transporte de doentes preparado também para se transformar numa ambulância de emergência com desfibrilhador. Esta ambulância foi o presente de aniversário da corporação dado pela Câmara Municipal e que custou aos cofres do município 56 mil euros. Depois, seguiu-se o almoço servido para cerca de 300 pessoas.
Esta sessão solene dos 25 anos dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro contou ainda com a presença de representantes da Liga Portuguesa de Bombeiros, da Autoridade Nacional de Protecção Civil e da Federação de Bombeiros do Distrito de Braga.
Pelas 17h00, realizou-se um desfile apeado e motorizado com vários meios de corporações de bombeiros de todo o distrito de Braga que percorreu algumas ruas da vila de Terras de Bouro. A tribuna de honra estava instalada a meio Avenida Dr. Paulo Marcelino. Esta avenida juntou centenas de pessoas para ver este imponente desfile.
As comemorações do 25.º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro encerraram com o cantor Augusto Canário e sua banda, que actuou das 22h00, na Praça do Município, até cerca das 24h00.
O Largo dos Paços do Município de Terras de Bouro encheu-se para ver ao vivo o espectacular Canário. Como sempre irreverente, acompanhado pela sua concertina, este cantor trouxe alegria a Terras de Bouro, tendo cantado os parabéns aos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro. É caso para se dizer que com o Canário o Programa destas comemorações encerrou com chave de ouro!
Bem-haja aos Bombeiros Voluntários, a todos os fundadores, aos dirigentes e aos associados!
Fonte: Jornal Geresão, em 20-07-2010, por José Guimarães Antunes

domingo, 18 de julho de 2010

II Feira Romana da Vila do Gerês

Na Vila do Gerês, encerrou hoje, às 19horas, a II Feira Romana. Este evento decorreu de 16 a 18 de Julho.
Eis algumas fotos.