quarta-feira, 12 de junho de 2013

Informação mensal do CIAB

Devido à sua importância e pertinência atual e no intuito de prestar a melhor informação a todos os munícipes sobre os temas em foco, disponibilizamos seguidamente a informação mensal remetida a este município pelo CIAB - Centro de Informação, Mediação e Arbitragem e Arbitragem de Consumo (TRIBUNAL ARBITRAL DE CONSUMO):
A possibilidade de regularizar situações de incumprimento nos empréstimos bancários
Como todos sabemos, o não pagamento atempado de prestações em contratos de crédito, pode ter graves consequências para o cliente bancário e para o seu agregado familiar, já que se sujeitam ao pagamento de juros de mora que acrescem à sua dívida e a instituição de crédito pode intentar uma ação judicial para a recuperação do seu crédito, que poderá ter como consequência a penhora e subsequente venda judicial de bens do cliente bancário.
Face a um aumento do incumprimento dos contratos de crédito decorrente da degradação das condições económicas, tornou-se evidente a necessidade de um acompanhamento permanente e sistemático por parte dos bancos bem como o desenvolvimento de medidas que impulsionem a regularização destas situações.
Desde o início deste ano, os clientes bancários dispõem de um conjunto de mecanismos destinados a prevenir e a promover a regularização de situações de incumprimento de contratos de crédito.
De facto, quando o cliente bancário estiver em incumprimento, e caso se verifique que dispõe de capacidade financeira suficiente, deverá ser incluído pela respetiva instituição de crédito num “Procedimento Extrajudicial de Resolução de Situação de Incumprimento” (PERSI).
De acordo com este regime, a instituição de crédito, após analisar a situação e concluir que o consumidor dispõe de capacidade financeira para dar cumprimento às obrigações, apresenta-lhe uma ou mais propostas de regularização adequadas à sua situação financeira, objetivos e necessidades. O PERSI divide-se em três fases:
Numa primeira fase, a instituição informa o cliente do seu incumprimento e caso este se mantenha, o cliente bancário é obrigatoriamente integrado no PERSI entre o 31º dia e o 60º dia seguintes à data do vencimento da prestação em causa;
Seguidamente, a instituição de crédito procede à avaliação da capacidade financeira do cliente bancário e caso conclua que o cliente bancário dispõe de capacidade financeira, deve apresentar-lhe uma ou mais propostas de regularização adequadas.
Por último, segue-se uma fase de negociação: a instituição de crédito deve apresentar ao cliente em incumprimento uma ou mais propostas para regularização da situação. No prazo de 15 dias após a receção da proposta do Banco, o cliente pode igualmente propor soluções que considere mais adequadas, sendo a instituição de crédito livre de aceitar ou recusar tais propostas. O cliente que chegue a um acordo com a instituição de crédito fica vinculado às novas condições de pagamento, cessando, para todos os efeitos, a situação de incumprimento.
CONSUMIDORES EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL EM INCUMPRIMENTO NO CRÉDITO À HABITAÇÃO
Os clientes bancários considerados em situação económica muito difícil e que não consigam cumprir com o pagamento das prestações do seu crédito à habitação poderão recorrer, caso preencham os requisitos previstos na lei, a um instrumento de ajuda designado por Regime Extraordinário, tendo em vista a regularização da sua situação. Os requisitos são os seguintes:
• O contrato de crédito em incumprimento estar garantido por hipoteca sobre o imóvel que constitui a habitação própria permanente e única do agregado familiar do cliente bancário;
• O valor patrimonial tributário do imóvel ser igual ou inferior a 90.000 euros para imóveis com coeficiente de localização até 1,4 (ou 105.000 € se o coeficiente estiver entre 1,5 e 2,4 ou ainda 120.000 € se o coeficiente se situar entre 2,5 e 3,5;
• O crédito à habitação não ter outras garantias reais (por exemplo, hipotecas sobre outros imóveis) ou pessoais (por exemplo, fiança, a não ser que os fiadores se encontrem igualmente em situação económica muito difícil);
• O agregado familiar do cliente bancário encontrar-se em situação económica muito difícil, o que se verifica quando ocorre o desemprego de um dos titulares do crédito ou redução do rendimento anual bruto do agregado familiar igual ou superior a 35 %. Por outro lado, a taxa de esforço do agregado familiar com o crédito à habitação ter aumentado para valor igual ou superior a 45 % se o titular do crédito tiver dependentes ou 50 % se não existirem dependentes. É ainda necessário que o valor total do património financeiro do agregado familiar (que inclui depósitos bancários ou outros produtos financeiros de poupança e valores mobiliários), seja inferior a metade do seu rendimento anual bruto e que o património imobiliário do agregado familiar seja constituído unicamente pelo imóvel que constitui a sua habitação própria permanente e, eventualmente, por garagem e imóveis não edificáveis (terrenos), até ao valor total de 20.000 euros. Finalmente, é ainda necessário que o rendimento anual bruto do agregado familiar se encontre abaixo de determinados valores que a lei prevê (por exemplo num agregado familiar composto apenas pelo titular do crédito á habitação, o rendimento anual bruto não pode exceder 6984 €).
O cliente em incumprimento deverá entregar na respetiva instituição de crédito a documentação comprovativa da situação económica muito difícil no prazo de 10 dias após a entrega do requerimento para acesso a este regime. Por seu lado o Banco dispõe de 15 dias após a entrega do requerimento ou dos documentos para comunicar ao cliente se preenche as condições de acesso e, a partir dessa comunicação o Banco ainda tem 25 dias para apresentar ao cliente um plano de reestruturação da dívida, após o que se inicia um período de negociação entre as partes com a duração de 30 dias.
A instituição de crédito pode também propor, em circunstâncias excecionais, outras medidas que têm como efeito a extinção parcial ou total da dívida. A lei prevê três medidas: a dação em cumprimento do imóvel; a alienação do imóvel a um Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional (FIIAH) ou a sua permuta por imóvel de valor inferior. Caso o cliente bancário recuse um plano de reestruturação de dívida proposto pela instituição de crédito, perde o direito à aplicação de medidas substitutivas da execução da hipoteca.
CIAB-Tribunal Arbitral de Consumo
Rua D Afonso Henriques, nº 1 (Ed Junta de Freguesia da Sé)
4700 - 030 BRAGA
tl 253 617 604 // fax 253 617 605 e-mail: geral@ciab.pt
Av Rocha Paris, nº
103 (Edificio Vila Rosa)
4900 - 394 VIANA DO CASTELO
Tl: 258809335 // Fax: 258809389 e-mail: ciab.viana@cm-viana-castelo.pt
Fonte: Município, em 12-06-2013

XI Encontro de Tocadores de Concertina, Cantares ao Desafio e Rusgas

É já no próximo domingo, dia 16 de junho, que a nossa vila recebe este evento que enche de cor e alegria a nossa terra.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Santo António de Vilar da Veiga 2013

Nos dias 14, 15 e 16 de junho, Vilar da Veiga realiza as festas de Santo António 2013.

Chorense: Comissão de Festas de S. Sebastião prepara novo bar

A Comissão de Festas de S. Sebastião está a ultimar as obras do seu novo espaço em S. Sebastião da Geira, onde funcionará, brevemente, um novo bar com excelentes condições higiénico-sanitárias.
Felicitamos a Comissão de Festas pela realização desta obra que ascenderá a umas boas dezenas de milhares de euros.

Município de Terras de Bouro promove torneio de futebol 5

O Município de Terras de Bouro organiza, no mês de Junho e Julho, um torneio de futebol de cinco que conta, na série A, com cinco equipas participantes. Grupo Desportivo de Rio Caldo, Chorense, Deburicis, Ermida e Rio Homem vão disputar em cinco jornadas a luta pela melhor posição na fase de grupos do torneio.
A primeira jornada vai defrontar as equipas do Rio Homem e Deburicis, no dia 15 de Junho, pelas 21h00, no pavilhão de Terras de Bouro. No mesmo dia realiza-se ainda outro jogo entre Chorense e Ermida, desta feita pelas 23h00, no pavilhão de Rio Caldo.
As cinco equipas defrontar-se-ão continuamente até dia 6 de Julho, sendo que em cada jornada haverá sempre uma equipa a folgar. Nesta primeira jornada a equipa escolhida para folgar foi o GD Rio Caldo, nas próximas serão as equipas de Rio Homem, Ermida, Deburicis e Chorense, respectivamente.
Fonte: O Amarense, em 11-06-2013

Terras de Bouro com água mais barata do país

Variabilidade entre municípios desceu para metade nos últimos quatro anos, mas continua a ser um problema. A maioria dos municípios optou por subir o preço da água no ano passado e a tendência deverá manter-se este ano. O agravamento dos preços ocorre num serviço básico marcado por grandes disparidades nas tarifas - se um consumidor de Terras de Bouro paga 30,36 euros por ano, quem mora em Loulé paga 488,52 euros anualmente por um consumo de 120 m3. Nos últimos anos a amplitude esbateu-se (ver entrevista ao lado), mas ainda assim a diferença de preços entre municípios no topo e no fundo da tabela de preços supera 450 euros - uma família do sul do país paga mais de 15 vezes do que outra que viva no norte, de acordo com os dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
A variabilidade dos preços da água é um dos factores mais criticados neste sector. O presidente da ERSAR, Jaime Baptista, afirmou que cabe aos municípios definir os tarifários de abastecimento de água. Mas há diferenças de custos na prestação do serviço de sistema para sistema, determinados por factores como extensão da rede, economias de escala ou por diferenças nas condições socioeconómicas dos utilizadores dos serviços, entre outros (ver entrevista ao lado). São estes factores que vão depois influenciar os preços a cobrar pelas autarquias.
Fonte: O Amarense, em 11-06-2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Vilar: Bar da Senhora do Livramento em funcionamento

Já está em funcionamento o Bar da Senhora do Livramento.
Pode fazer encomendas pelos seguintes números de telemóvel:
916268687
965022606

Orfeão de Terras de Bouro participa no XVIII Encontro de Coros do Minho

Ontem, o Orfeão de Terras de Bouro participou no XVIII Encontro de Coros do Minho, cuja organização esteve a cargo do Grupo Coral de Azurém.
Este evento, que teve lugar em Guimarães no Centro Cultural de Vila Flor, começou, às 14:30 horas, com a concentração dos grupos no Largo Cónego José Maria Gomes (Câmara Municipal) e desfile dos mesmos pelas ruas da cidade até ao Centro Cultural de Vila Flor. Às 15:30 horas, iniciaram-se as actuações.
Para além do Orfeão de Terras de Bouro, estiveram presentes neste evento os seguintes grupos: Jovens Cantores de Guimarães, Grupo Coral de Lousado, Coral S. Mateus de Grimancelos, Coral Polifónico de Verdoejo, Coro Vivace Musical de Lamelas, Orfeão de Braga, Grupo Coral de Porto de Ave, Orfeão Famalicense e Grupo Coral de Azurém.
Às 18,30 horas terminaram as atuações dos grupos, seguindo-se a imposição das fitas comemorativas e distribuição de lembranças.
Este encontro encerrou às 19:00 horas com a atuação conjunta de todos os coralistas para interpretar "Alto Livro de Camões" e "Num só Corpo e Alma Irmãos".

Disponibilizamos fotos de todos os grupos e um vídeo do Orfeão de Terras de Bouro.

Autarca Joaquim Cracel inaugurou empreendimento: Termas da Moimenta alargam oferta em Terras de Bouro

As novas Termas da Moimenta, mesmo às portas do centro da vila de Terras de Bouro, alargam a oferta termal existente num concelho que até agora tinha como referência o complexo termal das Caldas do Gerês. Embora já tenham obtido licenciamento definitivo em agosto do ano passado, estas pequenas termas foram inauguradas oficialmente apenas ontem, pelo presidente da Câmara Joaquim Cracel, na presença de outras autoridades e dos responsáveis pelo empreendimento.
Após mais de uma década de persistência, Ana Martins e o marido conseguiram, finalmente, concretizar o sonho de abrir este complexo termal à porta de casa. Após alguns anos na emigração, este casal regressou às origens, tendo logo depois comprado um terreno onde «há muitos anos se falava de umas nascentes de água muito boa para a saúde», nomeadamente para problemas de pele. «Ouvimos relatos de que, antigamente, algumas pessoas se curaram da lepra e outros problemas de pele com estas águas», contou Ana Martins.
Foi então que o casal decidiu investigar e mandar analisar a água, para verificar as histórias do povo. «Pedimos ao Instituto Ricardo Jorge que nos analisasse as águas e a resposta que obtivemos foi que estas águas têm grandes propriedades medicinais», explicou.
Confirmadas as qualidades da água, seguiu-se a fase do investimento. «Foi um processo muito demorado e burocrático, mas conseguimos. Por intermédio da ATAHCA conseguimos obter 60 por cento do financiamento com fundos comunitários (investimento global de 200 mil euros), mediante o compromisso da criação de postos de trabalho», recorda a responsável.
Sendo um complexo termal pequeno, ocupa cinco pessoas: o casal, o diretor clínico (médico) e dois técnicos de termalismo, que foram contratados ao abrigo do acordo de financiamento.
As termas podem dar resposta a 12 termalistas em simultâneo. Nesta fase de arranque, estas termas funcionam de maio a outubro.
As águas das Termas da Moimenta são indicadas para problemas de foro músculo-esquelético, para doenças respiratórias, sendo também indicadas para problemas da pele e muito procuradas com objectivos estéticos e cosméticos.
Quanto a clientes, já têm recebido de vários pontos do país e do estrangeiro, nomeadamente de Espanha e Holanda.
Fonte: Diário do Minho, em 10-06-2013

Primeira Feira da Chanfana de Cabra: Aldeia de Ermida mostra potencialidades

Combater a desertificação e atrair cada vez mais turistas à aldeia comunitária de Ermida da Serra do Gerês foi o objectivo principal da 1ª Feira da Chanfana da Cabra que pretende ser um marco no futuro.
A aldeia de Ermida da Serra do Gerês promoveu, este fim-de-semana, a 1ª feira da chanfana da cabra.
Esta aldeia tipicamente portuguesa está inserida numa região repleta de natureza, cascatas e lagoas em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês, a 3 km das cascatas do ‘Tahiti’, a 4 km da cascata do Arado, a 5,5 km da Pedra Bela e a 8 km da vila do Gerês. 
Um potencial que Daniel Rocha, presidente da Associação Turística da Aldeia Comunitária da Ermida, quer divulgar de modo a atrair cada vez mais gente de fora a visitar esta aldeia comunitária.
Nesta aldeia do Gerês pode reviver tradições antigas como a pastorícia; visitar os currais, ainda hoje utilizados pelos pastores; o lagar do azeite que funciona de forma artesanal e ainda utilizado pela comunidade.
Daniel Rocha contou ao ‘Correio do Minho’ que nesta aldeia vive-se ainda em comunitarismo, dando alguns exemplos como o da construção do miradouro em que todos contribuíram; no dia de consoada, da parte da manhã, um elemento de cada família contribui para a limpeza dos caminhos; e o povo ainda é chamado para decidir os problemas da aldeia.
A cabra é o animal de excelência desta aldeia, cujo rebanho, que ronda os 700 animais, é guardado em comunidade. O presidente da associação da aldeia de Ermida, explicou que seja qual for a festa (casamentos, baptizados ou a festa de Santa Marinha) não pode faltar a cabra.
Para o presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Joaquim Cracel Viana, “estas iniciativas são de extrema importância para o concelho porque além de contribuírem para a preservação do nosso património gastronómico também são um motivo de atractividade turística que conjuga dois elementos fundamentais para dinâmica desta aldeia e do concelho e desta região do Gerês”.
O autarca de Terras de Bouro adiantou ainda que é aposta do município realizar, uma vez por mês, um evento no concelho de forma atrair turistas ao concelho.
“Em Maio tivemos uma iniciativa dos bombeiros voluntários, agora em Junho esta da chanfana na Ermida do Gerês, daqui a oito dias temos outra da Associação de Concertinas de Rio Caldo, e em Julho em Carvalheira” adiantou o autarca.
Fonte: Correio do Minho, em 10-06-2013

Cumpriu-se secular tradição do Santo António de Mixões da Serra: Donos pediram proteção para os animais

O Santuário de Santo António em Mixões da Serra voltou ontem a receber a presença de muitas pessoas que ali se deslocaram para pedir a bênção para os seus animais. É assim desde 1680. Todos os anos, faça sol ou chuva, no domingo antes do dia de Santo António, os lavradores de Terras de Bouro, Vila Verde, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Amares e Ponte de Lima sobem até Mixões da Serra para pedir a Santo António uma proteção para os animais de que tanto precisam para as suas actividades agrícolas.
Assim, bem cedo, cada um vai chegando ao recinto do santuário, trazendo os seus exemplares de gado bovino, caprino ou cavalar. Há quem aproveite para trazer os seus animais domésticos, cães e gatos, para que também recebam a bênção.
Tal como acontece todos os anos, o momento mais alto das festividades começou com a celebração da Eucaristia às 11h00, tendo-se realizado depois a tão esperada bênção. Antes do almoço decorreu ainda a tradicional procissão, com a integração de todos os animais neste cortejo litúrgico.
Ao Diário do Minho, o pároco de Valdreu sublinhou a particularidade da bênção dos animais em Mixões da Serra que, ao contrário do que acontece noutras zonas do país, aqui ela feita animal a animal.
«É isso que distingue esta bênção e faz dela única em Portugal. Nós fazemos a bênção a cada animal para ser mais personalizada. E não é só para o animal, mas também para com os donos», realçou o padre António Marques.
Segundo o sacerdote, que é pároco de Valdreu há 40 anos, garante que tem notado diferenças todos os anos. «Os animais são menos. Não há pastores que os dirijam na montanha e, por isso, há menos vacas e menos bois», nota. Por outro lado, salienta ainda o padre António Marques, mesmo aqueles que são possuidores deste tipo de gado acabam por não encontrar quem que se predisponha a conduzir os animais até Mixões da Serra neste dia. «Mesmo a pagar, eles não têm nem encontram quem conduza os seus animais», realçou.
Contudo, acrescenta, verifica-se que, em contrapartida tem-se registado um aumento no número de cavalos e de cavaleiros. O que ninguém pode negar, salienta, é que esta ainda é uma festa genuína e muito bonita.
Fonte: Diário do Minho, em 10-06-2013

domingo, 9 de junho de 2013

Coligação Juntos por Terras de Bouro debate associativismo e empreendedorismo

Associativismo e empreendedorismo foram o tema da segunda sessão do ciclo de debates promovido pela coligação ‘Juntos Por Terras de Bouro’. A iniciativa decorreu na sede da Junta de Freguesia de Souto e contou com a participação do Eurodeputado José Manuel Fernandes, do director Regional do IPDJ, Manuel Barros; da directora do Gabinete de Empreendedor da Universidade do Minho, Ana Rita Ribeiro; e do jovem empresário terrabourense Manuel Tibo.
Na abertura da sessão o candidato António Afonso destacou a importância dos temas que têm sido debatidos e manifestou o seu empenho «num projecto que visa a melhoria da qualidade de vida dos terrabourenses».
Fonte: Amarense, em 9-06-2013

Inauguração das Termas de Moimenta

Foram oficialmente inauguradas as Termas de Moimenta, em Terras de Bouro. A cerimónia foi presidida pelo presidente do Município local, Joaquim Cracel, e contou com a presença de diversas individualidades.
O Complexo Termal de Moimenta proporciona tratamentos indicados para as doenças respiratórias, reumatismo e doenças de pele.
Fonte: Amarense, em 9-06-2013

Já não temos desculpas para entrarmos às cegas no Parque Nacional do Gerês

Porta do Mezio, em Arcos de Valdevez, concluiu projecto das cinco portas da área protegida. "É a melhor forma de controlar o turismo de massas", dizem os responsáveis
Não há desculpas para continuar a cometer erros na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). O projecto das portas do parque está praticamente concluído e os visitantes têm agora ao seu dispor cinco estruturas onde podem recolher informação sobre a fauna e a flora daquela área protegida. E conhecer as regras de funcionamento do único parque nacional do país. No próximo mês, é inaugurada a última entrada, no Mezio, em Arcos de Valdevez.
A ideia da criação de cinco portas do PNPG - tantas quantos os municípios abrangidos pela área protegida - tem cerca 40 anos e foi defendida pelo primeiro director do parque, Lagrifa Mendes. A criação de um ponto de recepção aos visitantes tinha como objectivo dar a conhecer a quem chega ao Gerês um pouco do que pode ver nas serras.
Esta é "a melhor forma de controlar o turismo de massas" na área protegida, defende Luís Macedo, que dirigiu o único parque nacional do país entre 2003 e 2006 e é hoje responsável pela área do PNPG no município de Arcos de Valdevez. Ao chegar à Peneda-Gerês, o visitante dirige-se à porta mais próxima e tem um primeiro contacto com as características naturais da área protegida. "Orientamos o visitante e evita-se que as pessoas entrem sem qualquer informação nas zonas mais sensíveis", explica o mesmo responsável.
A porta do Mezio é a última a ser inaugurada e fica precisamente no concelho de Luís Macedo. A área de recepção está equipada de forma a responder às solicitações dos visitantes que procuram a Peneda-Gerês como espaço de lazer. Há uma pequena piscina, área para piqueniques e até um muro de grelhadores homologado para trabalhar no Verão. Quem vem para passar um dia em família, pode ficar por aqui. E os amantes da Natureza podem explorar as áreas mais profundas do parque, dentro das regras fixadas.
A ideia das portas do parque nacional não é apenas controlar os fluxos mais maciços de visitantes, mas dar informações a quem chega. Por isso, cada uma das estruturas tem um tema de base. No caso do Mezio é a Biodiversidade, que dá o mote a uma área de cinco hectares com vários equipamentos. O espaço central, que corresponde a um antigo viveiro florestal, tem hortos com as principais espécies vegetais do PNPG e esculturas de dez das espécies animais que vivem na área.
O investimento da Câmara de Arcos de Valdevez - que ascende a dois milhões de euros - criou também estruturas destinadas a acolher a delegação da direcção do PNPG, mas que continua vazia e sem indicações de quando possa vir a ter uso. Junto à porta funciona também um núcleo museológico dedicado ao megalítico, que está perto do complexo de mamoas e gravuras rupestres existente na mesma área de entrada do parque nacional.
A porta do Mezio já está a funcionar desde 2009, mas só agora o projecto está totalmente concluído. Mesmo sem estar a funcionar a 100%, a estrutura tem aumentado o número de visitantes de ano para ano e já recebeu 46.459 pessoas. No próximo dia 11 de Julho, a inauguração oficial do equipamento fecha praticamente o ciclo das portas do PNPG. O único revés no projecto tem a ver com a porta de Paradela, em Montalegre. Inaugurada em 2010, não está a funcionar, pelo que a recepção aos visitantes no único concelho do distrito de Vila Real que faz parte do PNPG é feita no Ecomuseu do Barroso.
Apesar de ter quatro décadas, a ideia só começou a avançar já neste século. A primeira porta a abrir ao público foi a de Lamas de Mouro (Melgaço), onde, desde 2004, já passaram 18 mil pessoas. Dois anos depois, abriu ao público a de Campo do Gerês, em Terras de Bouro, uma das mais procuradas. O facto de acolher também o Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna (aldeia submersa pela albufeira da barragem homónima) tem valido especial atenção dos utilizadores. Mais de 80 mil pessoas passaram ali desde a sua abertura.
A mais recente das entradas do parque começou a funcionar em 2008, no concelho de Ponte da Barca. A estrutura está instalada no Castelo de Lindoso, a três quilómetros da fronteira espanhola, e é a única porta transfronteiriça do PNPG, permitindo a ligação entre a área protegida portuguesa e o Parque Natural Baixa Limia/Serra do Xurés, criado em 1992.
A fortificação beneficiou de obras, o que permitiu criar um núcleo museológico militar, lembrando o tempo em que aquele castelo foi um importante reduto de defesa da fronteira. No interior da muralha existirá um núcleo explicativo das características de fauna e flora do parque, bem como do património histórico do concelho. Do lado de fora, junto do maior conjunto de espigueiros de Portugal, estará a porta do parque, com uma loja de produtos locais, um pequeno auditório e o espaço de recepção dos visitantes do PNPG.
Fonte: Público, em 9-06-2013

sábado, 8 de junho de 2013

Feira da Chanfana de Cabra na Ermida

Foi hoje inaugurada na aldeia comunitária da Ermida, no Gerês, a 1ª Feira da Chafana de Cabra. Organizada pela ATACE, com o apoio do Município de Terras de Bouro, a iniciativa pretende promover os produtos da terra, bem com os usos e costume que ainda estão bem presentes nesta aldeia comunitária.
No local, os restaurantes da aldeia disponibilizam uma sopa do pote, broa, chanfana de cabra e uma bebida por 7,50 euros. A animação está a cargo dos tocadores de concertina e da banda de Hélder Baptista.
A Feira prossegue amanhã, Domingo, com a saída da rês às 9 horas. Por volta das 12 horas há uma ‘chanfanada’ com tocatas de concertina e o encerramento está previsto para as 15h30.
Fonte: O Amarense, em 8-06-2013

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Marchas Populares 2013

A Câmara Municipal de Terras de Bouro irá promover, em conjunto com o Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro, as “Marchas Populares 2013”.
A edição deste ano vai reunir, na tarde de quinta-feira, dia 13 de junho, pelas 14.15 horas, no Largo Padre Martins Capela, cerca de 500 crianças oriundas de todo o concelho que irão encher de cor e de alegria todo o espaço central da vila terrabourense.
Fonte: Município, em 7-06-2013

Desportivo Vale do Homem premiado pelo CNID

O Jornal Desportivo Vale do Homem recebeu das mãos do Secretário do Desporto, Emídio Guerreiro, o primeiro prémio ´Imprensa Escrita – Desporto com Ética` para a Imprensa Regional. Um prémio atribuído durante a Gala do CNID que decorreu, ontem à tarde, no Museu do Desporto, em Lisboa e que premiou a reportagem da autoria de José Pedro sobre o bullying no futebol infanto-juvenil da região.
Este prémio tem por objectivo incentivar e recompensar a publicação de trabalhos escritos (exclusivamente) relacionados com a Ética no Desporto nos órgãos da Imprensa Regional galardoando em cada ano civil os três trabalhos que melhor qualidade apresentarem. Durante a gala foram ainda premiados pelo CNID, Henrique Mateus (TVI), Prémio Alves dos Santos (televisão), Teófilo Fernando (Antena 1), Prémio Artur Agostinho (rádio), Pedro Candeias (Expresso), Prémio José Neves de Sousa (imprensa escrita), José Sena Goulão (Agência Lusa), Prémio Nuno Ferrari (fotografia), Ana Proença (O Jogo), Prémio Vitor Santos (revelação imprensa escrita).
Fonte: Desportivo Vale do Homem, em 7-06-2013

Projeto Bem Envelhecer II

Idosos participam em atividade promovida pela Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso.
As IPSS concelhias, juntamente com outras instituições do distrito, juntaram-se no passado dia 6, à iniciativa, organizada pela Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, em Esposende.
A atividade, inserida no projeto “Bem Envelhecer II”, promovido pelo Núcleo Distrital de Braga da EAPN, teve como principal objetivo, proporcionar aos participantes, o interesse pelo exercício físico. O evento baseou-se na realização de uma caminhada ao longo da marginal de Esposende, seguida de uma aula de ginástica. O almoço/piquenique teve lugar no Monte de S. Lourenço e, durante a tarde, foram realizados diversos jogos, para delícia dos jovens cheios de sabedoria.
Participaram as seguintes instituições:
Centro Social de Chorense, Centro Social de Souto, Centro Social de Cibões, Centro Social de Covide, Centro Social de Vilar da Veiga, Centro Social e Paroquial de Vilar, Centro de Solidariedade Social de Valdosende, ADCL, SCM Póvoa de Lanhoso, Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Braga e Terras de Bouro, EAPN/ Universidade do Minho.
Fonte: Município, em 7-06-2013

Rui Barreira garantiu num debate partidário que o serviço da Segurança Social de Terras de Bouro não fecha (edição do jornal Diário do Minho de hoje)

O diretor do Centro Distrital de Segurança Social garantiu em Terras de Bouro que o Serviço Local da Segurança Social, a funcionar naquela vila, não será encerrado, nem nenhuma das suas valências.
Rui Barreira deixou esta garantia no primeiro debate promovido pela coligação “Juntos por Terras de Bouro”, desmentindo, assim, um rumor que chegou a circular entre a população.
A coligação “Juntos por Terras de Bouro” iniciou o seu ciclo de debates durante os quais pretende ouvir especialistas em vários temas e auscultar as preocupações dos terrabourenses sobre as matérias em discussão.
O primeiro tema visou a situação social no Concelho, mais concretamente em relação às Instituições de Solidariedade Social (IPSS), procurando antecipar as preocupações com que estas estruturas se debatem de modo a encontrar respostas que evitem o seu colapso.
Além de Rui Barreira intervieram neste sessão Eva Sousa, Fernando Antunes, o padre Fernando Bento e o presidente da ATAHCA, Mota Alves.
Eva Sousa fez o ponto da situação sobre as instituições e respostas sociais existentes no Concelho, enquanto Fernando Antunes apresentou uma experiência de sucesso, o Centro de Solidariedade Social de Valdosende.
Já o padre Fernando Bento, em nome da pastoral social do arciprestado de Terras de Bouro, falou do trabalho e da responsabilidade da Igreja Católica nesta área e como entidade responsável pelos Centros Sociais e Paroquiais.
Mota Alves abordou a questão da sustentabilidade futura em termos financeiros das IPSS, apontando o caminho a seguir de modo a evitar que algumas possam vir a encerrar.
O diretor do Centro Distrital de Segurança Social, subscrevendo as medidas preconizadas pelo orador que o antecedeu, perspectivou o futuro, em termos sociais, de um concelho rural como Terras de Bouro onde a pirâmide etária continua invertida e não se perspetiva, a curto prazo, um aumento da população jovem.
O debate foi moderado pelo candidato da coligação, António Afonso.
Fonte: Diário do Minho, em 7-06-2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Multidão na Vila de Prado para receber o Europeu de Maratonas

Um autêntico mar de gente esperou hoje os atletas nacionais e internacionais que vão, a partir de amanhã, disputar o Campeonato Europeu de Maratonas em Canoagem na Vila de Prado. A organização do evento (CN Prado, Município de Vila Verde e FP Canoagem) preparou uma cerimónia de abertura que teve início um pouco depois das 17h00 com um desfile dos atletas desde a praia fluvial do Faial até ao centro da vila, que contou também com a participação dos grupos etnográficos da freguesia, que ainda viriam a dar um espectáculo de folclore mais ao final da tarde.
Com um representante de cada país concorrente em cima do palco, já no Largo de S. Sebastião, o edil vilaverdense, António Vilela, afirmou que este é um momento que ficará registado na história do país, uma vez que «é a primeira vez que Portugal recebe um campeonato da Europa de Canoagem e nós fomos os escolhidos». O presidente da Câmara realçou também que as provas de veteranos (que se realizaram ontem e hoje) prometem uma «organização bem sucedida e um espaço bastante acolhedor», além de enaltecer o trabalho desenvolvido pelo Náutico de Prado e o empenho colocado neste desafio.
Por sua vez, o presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Mário Santos, salientou que o Europeu de Maratonas é um exemplo para todo o país, pois mostra que «é possível sonharmos com altos voos, sem medo e com qualidade», acrescentando que a canoagem é um exemplo de superação pelos resultados que tem alcançado ao longo dos anos. Mário Santos finalizou exclamando que «fazer a diferença está nas nossas mãos» e reiterou a confiança na prestação dos atletas lusos durante a prova.
Fonte: Desportivo Vale do Homem, em 6-06-2013