sábado, 27 de julho de 2013

II Summer Party Urbanus

De 2 a 5 de agosto, Urbanus Cyber Café organiza a II Summer Party nos fundos do pavilhão Municipal de Terras de Bouro. Esta iniciativa, a não perder, está inserida nas Festas de S. Brás e Concelhias 2013…

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Programa “Verão Total” da RTP1 em Terras de Bouro

O Município de Terras de Bouro recebeu, no passado dia 25 de julho, mais uma edição em direto do programa da RTP1, “Verão Total” que foi transmitido a partir do espaço da “Marina de Rio Caldo” e que se prolongou durante todo o dia, com uma assinalável presença de público no local.
Ao longo da emissão que teve, igualmente, apontamentos de reportagem em vários locais do Concelho e contou com a presença de inúmeros convidados das mais variadas áreas, foram divulgadas as potencialidades turístico-culturais (albufeira da Caniçada e de Vilarinho da Furna, desportos aquáticos e de natureza, PNPG, santuário do S. Bento da Porta Aberta, termas do Gerês e da Moimenta, entre outros), musicais (com a presença de vários grupos locais) e gastronómicas de Terras de Bouro, tendo sempre tido como pano de fundo as riquezas associadas à uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal que é o Gerês.
O programa permitiu reforçar a promoção do concelho como sendo um destino de excelência quer em território nacional, quer internacionalmente uma vez que o programa também foi transmitido em direto na RTP internacional.
Fonte: Município, em 26-07-2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Peneda-Gerês: Aventuras na Natureza

O Parque Nacional da Peneda-Gerês é o destino ideal para quem valoriza o contacto com a Natureza, aproveitando a deslocação para grandes momentos de ação e divertimento, com muita adrenalina à mistura.
São 70 mil hectares povoados de segredos e surpresas, independentemente da forma como se visita este verdadeiro paraíso verde, salpicado pelo azul de rios, riachos e albufeiras. Veados, cavalos selvagens, lobos e aves de rapina são apenas alguns dos habitantes do parque que poderá encontrar nesta viagem e que acabam por partilhar um território rico em vestígios de civilizações antigas e cheio de tradições, das religiosas às gastronómicas.
Numa visita em família, aconselha-se a entrar no Parque Nacional da Peneda-Gerês pelo topo norte, em Lamas de Mouro, concelho de Melgaço. O centro de interpretação aqui localizado será o seu melhor conselheiro. Ainda na zona de Melgaço, que é a capital nacional do rafting, não deixe de aproveitar a oportunidade para uma descida rápida do rio Minho. Só precisa de espírito de aventura. É também isso que oferece o Parque Aventura Diverlanhoso, o maior da Península Ibérica, ao dispor de alojamento, restaurante e infraestruturas que permitem a prática de mais de 50 atividades. BTT, slide, rappel e caminhada aquática são apenas algumas das opções deste parque no concelho de Póvoa de Lanhoso.
São diversas as formas de descobrir e explorar este verdadeiro mundo de aventuras que é o Gerês. A partir da mata da Albergaria, siga a pé ou de bicicleta até à Portela do Homem. Use os trilhos dos pastores seguindo as “mariolas”, pequenos montes de pedra que indicam o caminho. Existem também marcos miliários que assinalavam a antiga estrada romana. Explore os vários espaços e vá parando nas frescas quedas de água. Não deixe de visitar as aldeias comunitárias de Pitões das Júnias e Tourém, bastiões de costumes antigos.
A NÃO ESQUECER:
Como chegar: Existem diversas portas de entrada na Peneda-Gerês, com destaque para Lamas de Mouro, a partir de Melgaço, e Rio Caldo (em direção a Caldas do Gerês e Portela do Homem).
Onde ficar: A Pousada de Amares, em Santa Maria do Bouro, e o Aquafalls Spa Hotel Rural, na Caniçada, são excelentes opções.
A não perder: Na Barragem Vilarinho das Furnas, quando a albufeira está mais vazia, aparecem as ruínas da antiga aldeia de Vilarinho das Furnas.
Fonte: escape.pt, em 25-07-2013

Terras de Bouro em destaque na 4ª Tertúlia d’A Nossa Terra em Mil Sugestões

O concelho de Terras de Bouro esteve, no passado dia 24 de Julho, em destaque nas Tertúlias d’A Nossa Terra – O Minho em Mil Sugestões, que decorreu no Fórum FNAC em Guimarães.
À semelhança de tertúlias anteriores, esta sessão permitiu conhecer, de forma informal, as características diferenciadoras do concelho de Terras de Bouro, através de uma breve caracterização do seu património, folclore, gastronomia, artesanato, costumes e tradições e festividades, pelas palavras do Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Joaquim Cracel Viana, pela Directora das Termas do Gerês, Dulce Almeida e ainda por Balbina Adão, que brindará os presentes com compotas artesanais, mel e chá.
Fonte: O Amarense, em 25-07-2013

«Diz não a uma seringa em segunda mão»

No âmbito do Programa de Troca de Seringas (PTS), que foi implementado em 1993, tendo como principal objetivo a prevenção da transmissão da infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) entre os utilizadores de drogas injetáveis (UDI), visando a distribuição do material esterilizado, utilizando o Kit prevenção de sida, e a recolha e destruição do material utilizado, o Agrupamento de Centros de Saúde Gerês/ Cabreira disponibiliza todos os cuidados através das Unidade de Saúde Pública e Unidades de Cuidados na Comunidade, desde o passado dia 15 de julho. Assim, para ter acesso ao Programa 'Diz não a uma seringa em segunda mão', basta o utente dirigir-se a qualquer um dos locais assinalados, no respetivo horário, não havendo necessidade de qualquer identificação.
O campo de intervenção do programa foi inicialmente limitado às farmácias comunitárias, que terminaram a sua participação no PTS, em dezembro de 2012. Este programa é atualmente assegurado pelos Centros de Saúde garantindo assim que os UDIs possam ter acesso ao PTS em diferentes zonas geográficas do país.
Cada Kit é composto por 2 seringas esterilizadas, 2 toalhetes desinfetantes, 2 recipientes (carica), 2 carteiras de ácido cítrico, 1 preservativo, 2 ampolas de água bidestilada e 1 filtro. O material utilizado é recolhido (contentor especifico) mediante a troca.
Amares
Secretaria da UCC/Unidade Saúde pública
11:30-12:30
14:30-15:30
Póvoa de Lanhoso
Receção/Unidade de Saúde Pública
11:00-12:00
15:00-16:00
Terras de Bouro
Sala da Unidade de Cuidados na Comunidade
13:00-15:00
Vieira do Minho
Biblioteca do Centro de Saúde
08:30-09:30
13:00-14:00
Vila Verde
Receção da Consulta Aberta
(de fim-de-semana)
12:00-14:00
Fonte: Terras do Homem, em 25-07-2013

Rio Caldo em festa com o programa «Verão Total» (RTP1)

A marina de Rio Caldo foi o local escolhido para a realização do programa ‘Verão Total’ (RTP1) durante o dia de hoje. Até às 18h00 a animação é garantida com os apresentadores Mário Augusto e Sónia Araújo, acompanhados por inúmeros artistas do panorama nacional e regional. A opinião dos presentes foi unânime e todos mostraram bastante agrado em poder ver de perto a produção de um programa televisivo e contactar com as celebridades. 
 
O presidente da Câmara de Terras de Bouro, Joaquim Cracel, e o presidente da Junta de Vilar da Veiga, António Príncipe, realçaram a importância da iniciativa em termos de divulgação e promoção de um território que quer apostar cada vez mais no turismo.
Fonte: O Amarense, em 25-07-2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vilarinho da Furna albergou há 226 anos a primeira e última fábrica de vidros do Minho

Foi construída em 1807 pelos irmãos Gomes da Silva, tesoureiros da Sé de Braga. No ano seguinte a população incendiou-a, instigada pelo Abade de Carvalheira. Dispunha de privilégios excepcionais, que beneficiavam os trabalhadores. A planta da fábrica ainda existia em 1908 e até foi fotografada, mas acabou por levar sumiço.
Ficou para a história como a fábrica de vidros da Serra do Gerês, apesar da sua existência efémera. Quanto muito, só terá laborado durante pouco mais de um ano na planície de Linhares, em Vilarinho da Furna, na margem esquerda do rio Homem. Mesmo assim, foi a primeira e a última fábrica de vidros que funcionou no Minho, após a romanização. Volvidos dois séculos sobre a sua instalação, continua, ainda assim, intrigante a implantação de uma indústria vidreira em zona, à época, muito isolada e de difícil acesso, o que condicionava o escoamento rápido dos produtos.
A estrada romana da Jeira constituía, ao tempo, a única via de ligação entre Braga e aquele ponto inóspito da serra do Gerês, mas o seu estado de conservação já não seria então dos melhores. A planície de Linhares, agora submersa pela albufeira de Vilarinho da Furna, que fez também desaparecer esta antiga aldeia comunitária, era uma “extensa chã”, como assim a descrevera Tude de Sousa. À sua volta abundava lenha que garantia a laboração, além de farto granito, com muito felspato e quartzo, entre outras inclusões daquela rocha, permitindo a extracção destas matérias-primas essenciais ao fabrico de um vidro de qualidade.
O alvará com todos os privilégios, graças e isenções foi concedido pelo então príncipe-regente D. João, em Mafra, a 15 de Abril de 1807, já com as invasões napoleónicas à porta. Pouco mais de um ano após ter iniciado a laboração, a fábrica seria incendiada pela população local, por se ter feito constar que nela estariam franceses, embora o Abade de Carvalheira, o instigador do incêndio, receasse uma invasão das tropas napoleónicas pela fronteira da Portela do Homem, havendo assim necessidade de não deixar nada à mercê dos invasores. No entanto, admite-se que tenham sido os ingleses a lançar a atoarda para atiçar os ânimos do povo ou que fossem mesmo os instigadores do incêndio: a fábrica não convinha aos interesses de Inglaterra, enquanto produtora de vidro. O incêndio terá ocorrido a 29 de Junho ou a 11 de Julho de 1808. Um desencontro de datas ainda por esclarecer.
Trabalhadores “isentos do serviço militar de mar e terra”
Os estatutos, aprovados pelo príncipe regente D. João, com a atribuição do alvará de 15 de Abril de 1807, estabeleciam que a sociedade da Real Fábrica de Vidros de Vilarinho da Furna, na serra do Gerês, tinha a duração de dez anos, embora renováveis findo tal prazo. Durante esse período, mais nenhuma outra fábrica vidreira podia estabelecer-se na província do Minho, privilégio a que se juntavam outros, como “a isenção de direitos de entrada para todas as máquinas utensis e materiais”.
As vendas e a circulação dos vidros da fábrica no comércio interno eram “inteiramente livres por mar ou terra, e somente sujeitos aos manifestos e registos nas Alfândegas ou Casas de Despacho”. Os empregados obrigavam-se “a cumprir o tempo e encargos de seus ajustes”. Nenhuma outra fábrica os podia admitir enquanto durasse o prazo de serviço àquela sociedade, a não ser se houvesse autorização dos patrões, uma vez quitados “todos os empenhos contraídos”. Enquanto lá trabalhassem, estavam “isentos do serviço militar de mar e terra”. Em matéria cível ou criminal, concedia-se-lhes a “graça de serem admitidos a livramento dos crimes” que não fossem capitais, “sob alvará de fiança” e em todas as causas cíveis ou crimes em que fossem autores ou réus só compareciam perante o Juiz Conservador em Braga, que tinha sido nomeado, por determinação régia, para a observância dos aspectos judiciais da fábrica, nomeadamente os relacionados com os seus direitos e privilégios. Até em caso de “motins ou desordem” dentro da fábrica era àquela autoridade que os donos remetiam os trabalhadores “culpados”, para que fossem castigados.
Entre os privilégios concedidos, ressalta o que considerava lícito à sociedade “extrair sem reserva, embaraço, ou ónus algum as lenhas, giestas e mais materiais”, em “todos os bosques e montes maninhos das circunvizinhanças”, a qualquer distância. Eram autorizados “todos os cortes” que a direcção da fábrica mandasse fazer, desde que requeridos aos juízes territoriais auxiliares. Era também “privilégio exclusivo” da sociedade estudar e recolher “as diversas qualidades de pedra e seixo branco” nas quantidades necessárias ao seu fabrico diário, o que significava que mais nenhum fabricante podia abastecer-se desses materiais naquela zona do Gerês, nem investigar as suas qualidades.
O Estado obrigava-se até a manter sempre conservados os caminhos para que o transporte do vidro fabricado se procedesse “sem perigo”. Por determinação régia, competiria ao Inspector-geral das Estradas do Minho ou, “na falta deste”, ao Juiz Conservador zelar pelos acessos “a fim de evitar quebras de vidros e outros danos”.
Fábrica de vidros de Vilarinho arrancou apenas com um dos primitivos mentores do projecto
O projecto da Fábrica de Vidro de Vilarinho da Furna começou com uns, mas acabou por arrancar com outros. Félix José Pereira Lima foi o único investidor que transitou do primitivo grupo de sócios, entretanto desfeito, para a sociedade que, em 15 de Abril de 1807, veio a ter como principal sócio o comerciante bracarense Manuel José Gomes da Silva. Apesar de ter passado à história como um ilustre desconhecido, por ausência de dados biográficos, nem por isso Félix Lima deixa de ser uma figura importante na implantação da indústria vidreira em Linhares, na serra do Gerês. A ele pertencera a iniciativa de arrancar com a fábrica, formando o primitivo grupo de sócios. Integravam-no Manuel António Vieira Guimarães, José António da Silva Reis e José Mendes Braga, nomes que constam do manuscrito, arquivado com o alvará do príncipe regente D. João, no Arquivo Distrital de Braga, que Manuel Artur Norton transcreve no seu estudo, publicado em 1974. A falta de dados biográficos não permite saber também quem foram esses primitivos investidores (e mentores do projecto). O manuscrito dá apenas conta de que nenhum deles conseguira reunir o capital necessário ao arranque da fábrica, levando Félix Lima a requerer ao príncipe regente e futuro rei D. João VI a exclusão destes sócios e, ao mesmo tempo, a confirmação da nova sociedade, que tinha como principal sócio Manuel José Gomes da Silva. Félix Lima passa então a figurar como último sócio de entre os seis que constituem a nova sociedade, o que faz supor que fosse agora sócio minoritário.
A “Manuel Gomes da Silva, e Companhia”, tal como se designara a empresa, integrava outros dois membros da família Gomes da Silva: Pedro José e Constantino de Matos. Imediatamente a seguir a estes surge, como sócia, Clara Vitória de Araújo e Azevedo, irmã do Conde da Barca, figura de proa do pensamento económico do Minho, em finais do século XVIII. Os restantes dois sócios eram Joaquim José Fernandes da Silva e… Félix Pereira Lima. A sociedade conseguira reunir 40 mil réis. Quando a fábrica estava em plena laboração, mas longe de atingir a desejada expansão, já tinha gastos 60 mil réis.
Sócios maioritários eram tesoureiros da Sé de Braga
Três dos seis sócios fundadores da fábrica de vidros da serra do Gerês, desaparecida em 1808, pertenciam à mesma família. Eram os irmãos Manuel José Gomes da Silva e Pedro José Gomes da Silva, filhos mais velhos de um mercador de Braga (estes Gomes da Silva foram também ao tempo tesoureiros da Sé de Braga). O terceiro, Constantino Joaquim de Matos, era cunhado de Manuel José Gomes da Silva, o principal sócio da fábrica, a julgar pela escritura da empresa, de 1807. O alvará concedido nesse ano pelo príncipe regente D. João, com os estatutos da sociedade, consta do núcleo de manuscritos da colecção denominada Conde da Barca, existente no Arquivo Distrital de Braga. A sua divulgação inédita deve-se ao doutor Manuel Artur Norton, da Universidade do Minho, num estudo que publicou, em 1974, na revista “O distrito de Braga”. Depois de Tude Sousa, pode considerar-se aquele trabalho de Manuel Artur Norton o único contributo importante que se conhece, desde 1974, para a história da desaparecida fábrica de vidros de Vilarinho da Furna. Por ele, fica-se também a saber quem era a família Gomes da Silva: Manuel e Pedro Gomes da Silva eram filhos do primeiro matrimónio de João Gomes da Silva, um mercador e controlador de baetas e panos, nomeado Capitão de Ordenanças pelo arcebispo de Braga, D. Gaspar de Bragança.
Manuel José herdou do pai o negócio de panos, mas, depois de casado, ligou-se ao sogro no negócio de rendas. O seu irmão Pedro José foi cónego da Sé de Braga. Desconhece-se o montante das quotas que os dois irmãos teriam na empresa de vidros do Gerês, mas é de crer, pela escritura, que tenham disponibilizado as maiores quantias. Manuel Gomes da Silva aparece à cabeça da sociedade e o irmão Pedro é o primeiro dos restantes sócios mencionados a seguir à palavra “Companhia”, fazendo supor uma hierarquia em função do valor das quotas, facto que Manuel Artur Norton admite como o mais provável.
Única relíquia é a planta do palacete em Braga dos Gomes da Silva
É a única relíquia associada de alguma maneira à história da fábrica de vidros de Vilarinho da Furna, na serra do Gerês. Trata-se da planta da casa seiscentista de que foi proprietário Manuel Gomes da Silva, o principal sócio da empresa. A casa ficava na desaparecida Rua das Águas, que o Estado-maior das tropas napoleónicas ocupou, quando os franceses invadiram Braga. Ocupava o local do Edifício de Turismo no lado da Avenida da Liberdade. Os Gomes da Silva deixaram descendentes por todo o século XIX e muito por dentro do século XX, mas a última descendente, D. Delfina Gomes, que viveu no palacete da família Roby, em Infias, morreu há cerca de 35 anos, em Braga. Há joias suas no Museu dos Biscainhos. Delfina Gomes recebeu-as dos tetravôs, os Gomes da Silva.
A planta da fábrica levou sumiço. Em 4 de Outubro de 1908, Tude de Sousa, ao escrever a um dos descendentes dos sócios fundadores, agradecia o facto de lhe ter emprestado a planta da fábrica de vidros de Vilarinho, e devolvia-a. Esse descendente era José Gomes da Silva Matos de Sousa Cardoso. “Onde se encontrará aquela planta?”, perguntava, em 1974, Artur Norton. Tude de Sousa mandou fotografar a planta da fábrica de vidros de Vilarinho, que lhe fora emprestada, e foi assim que ficou com uma cópia, que reproduziu num dos seus livros, mas que “tão mal se vê” (queixava-se Artur Norton em 1974). A cópia, a partir da fotografia feita no Porto, pertenceu ao espólio de Tude de Sousa, que continua também em parte incerta.
Fonte: Revista SIM, em 24-07-2013

Desportivo Vale do Homem – edição de Julho já nas bancas

Já está nas bancas a edição de Julho do Jornal Desportivo Vale do Homem.
(…)
Em Terras de Bouro, o clube está na Pró-nacional com seis reforços, Goleador Kokas mantém-se no Rendufe, no Caldelas, novos reforços vieram dos juniores do Amares, Lanhas com Tonanha a comandar a equipa e fique a saber também que tipo de desporto praticam os candidatos Filipe Pires (Terras de Bouro), Daniel Cerqueira (Vila Verde) e Sara Leite (Amares).
Fonte: O Amarense, em 24-07-2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

Hoje, no jornal “Diário do Minho”: Câmara de Terras de Bouro inaugura trilho pedestre

O Município de Terras de Bouro e a Associação Turística da Aldeia Comunitária da Ermida promovem, no dia 27 de julho, a sessão inaugural do Trilho do Sobreiral da Ermida do Gerês.
A iniciativa tem lugar na freguesia de Vilar da Veiga (no lugar da Ermida), às 9h00. As inscrições decorrem até ao dia 25 de julho.
Este trilho (PR 14) integra o conjunto de trilhos pedestres “Na Senda de Miguel Torga”.
Fonte: Diário do Minho, em 23-07-2013

Hoje, no jornal “Diário de Notícias”: Pedestrianistas vão protestar contra aplicação de taxas no Gerês

Os pedestrianistas e desportistas de montanha marcaram, para o próximo domingo - Dia Nacional da Conservação da Natureza -, um protesto contra "a errada aplicação" de taxas para quem caminha no Parque Nacional da Peneda Gerês.
A manifestação está marcada para a Portela de Leonte, no interior do PNPG, em Terras de Bouro, e segundo Rui Barbosa, um dos organizadores, este é um protesto que deriva "da ausência de justificações plausíveis para esta atuação".
"Esta situação tem vindo ridiculamente a arrastar-se no tempo, em detrimento da melhor manutenção e defesa do próprio património em causa", refere Rui Barbosa, para quem há "uma consciente ignorância das conclusões da Provedoria da Justiça".
" A aplicação, ou errada interpretação, da Portaria 138-A/2010, deriva da falta de informação disponibilizada aos caminhantes, ou mesmo má transmissão de informação pelo PNPG e ICNF", frisa o pedestrianista, para a quem a taxa "favorece as empresas e determinadas elites" em desfavor do caminhante e das associações sem fins lucrativos visitantes da montanha.
Atualmente, e consoante a classificação da zona de proteção (há locais onde a taxa não se aplica) do PNPG, o caminhante, e mediante pedido, é obrigado a pagar uma taxa que ultrapassa os 155 euros.
Fonte: Diário de Notícias, em 23-07-2013

Hoje, no jornal “Diário do Minho”: Caminhadas pela Via Romana VXIII

A Associação Gerês Viver Turismo organiza duas caminhadas pela Via Romana XVIII nos dias 27 e 28 de julho e 7 e 8 de setembro.
Estas caminhadas, sob o lema “Redescobrindo a Via Romana XVIII, Geira ou Via Nova – O sonho de caminhar por uma via romana redescobrindo a história”, são de dificuldade média.
Para as atividades dos dias 7 e 8 de setembro, as inscrições terminam no dia 30 de agosto. O limite de participantes em cada etapa é de 100.
Trata-se de uma atividade inspirada pela Fundación Aquae Querquennae – Via Nova, promovida pelos Municípios de Braga, Amares e Terras de Bouro e organizada pela Associação Gerês Viver Turismo.
Fonte: Diário do Minho, em 23-07-2013

Inauguração do Trilho do Sobreiral da Ermida Gerês

O Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro e a Associação Turística da Aldeia Comunitária da Ermida (ATACE) inauguram no dia 27 de julho, sábado, às 9:00 horas, o PR14 “Trilho do Sobreiral da Ermida Gerês”.

Hoje, no jornal “Público”: Vira o Minho e nunca toca o mesmo

Natureza, história, tradições. Entrámos no Minho pela refrescante e verde serra do Gerês para (re)descobrirmos os valores seculares de uma região que se estende até ao Atlântico. Mas acabámos a testemunhar como se pode preservar viva uma história milenar. E como esta não é uma região para explorar em contra-relógio.
(…)
GUIA PRÁTICO
GERÊS
Onde comer
Flor da Cabreira
Lugar Cerdeirinhas. Tabuáças - Vieira do Minho. Tel.: 253647370; 916528004
GPS: 41.633179, -8.103636
Entre as suas especialidades, vitela assada, rojões à moda do Minho, bacalhau com batata a murro. Todos os dias das 12h às 21h.
Adega do Ramalho
Assureira, 21 - Gerês. Tel.: 253391336
GPS: 41.684657, -8.172683
Serviço familiar. Entre as especialidades, rojões à minhota, nacos de vitela. Nas entradas não faltam os tradicionais enchidos nem os bolinhos de bacalhau. Aberto diariamente das 8h às 24h.
O Abocanhado
Lugar de Brufe, Carvalheira. Terras de Bouro. Tel.: 253352944
GPS: 41.757669, -8.236546
Ambiente confortável para desfrutar do que houver na ementa, como é o caso de carne barrosã, cabrito das encostas de Brufe e bacalhau. Aberto de terça a domingo das 12h30 às 15h30 e das 19h30 às 21h30.
Onde dormir
Casa do Postigo
Lugar da Igreja - Covide. Terras de Bouro. Tel.: 253353195; 912421517
GPS: 41.711169, -8.222726
Casa de Turismo no Espaço Rural, com quatro quartos com casa de banho privativa, aquecimento e TV cabo. Uma noite reserva-se desde 160€/ 7 pessoas.
Hotel das Termas
Av. Manuel Francisco da Costa, nº 115 - Gerês. Tel.: 253390220; 253900060
GPS: 41.684657, -8.172683
Três estrelas com 30 quartos com ar condicionado, cofre e TV por satélite. Piscina e dois courts de ténis com acesso gratuito para clientes; Internet Wi-Fi grátis nas zonas públicas. Desde 32,50€.
Hotel Universal
Av. Manuel Francisco da Costa, nº 115 - Gerês. Tel.: 253390220; 253900060
GPS: 41.684657, -8.172683
Quatro estrelas com 50 quartos com ar condicionado, cofre e TV por satélite. Piscina e dois courts de ténis com acesso gratuito para clientes; Wi-Fi grátis nas zonas públicas; lounge descontraído. Uma noite desde 37,50€.
O que fazer
Termas do Gerês
A v. Manuel Francisco da Costa, 125 - Gerês. Tel.: 253391113
GPS: 41.7288, -8.162031
Mesmo no centro da Vila do Gerês, as termas fazem uso de águas com propriedades únicas e usadas para problemas de fígado, vesícula, obesidade, diabetes e hipertensão arterial.
São Bento da Porta Aberta
Rio Caldo - Terras de Bouro. Tel.: 253390180
GPS: 41.729058, -8.131730
Visitas durante todo o dia; celebrações ao domingo (7h30, 9h30, 11h30 e 16h) e vespertinas (16h).
Geresmont - Desporto Aventura
Rua de Arnaçó nº43. Vila do Gerês. Tel.: 919617773; 934829670; 966793234
GPS: 41.726768, -8.164246
Eventos desportivos e de lazer, entre os quais passeios pedestres, canoagem, paint ball, arborismo, BTT, passeios jipe a cavalo ou de moto-quatro, actividades com cordas e canyoning.
(…)
Fonte: Público, em 23-07-2013

Concentração / protesto contra as taxas ilegais

Realiza-se no dia 28 de Julho pelas 10:00 uma concentração / protesto contra as taxas ilegalmente cobradas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
A concentração terá lugar em Leonte, Serra do Gerês, junto da antiga casa florestal.
Apesar de todas as promessas, o Governo continua a cobrar taxas ilegais e abusivas para os pedidos de autorização para a realização de actividades de visitação nas áreas protegidas nacionais.
Chegou a hora de mostrarmos que já chega deste abuso e que a regulamentação deve ser alterada de uma vez por todas conforme prometido há já um ano atrás!
Não às taxas ilegais cobradas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas!!! A presença de todos é fundamental!
- 'Vencer pelo cansaço, o ignorar dos problemas ou porque muitos não irão ao protesto contra as taxas?'
- 'Vamo-nos unir para depois festejar ou vamos continuar a brincar aos montanhistas?'
- 'As taxas, o Plano de Ordenamento do PNPG e a Pan Parks'
- 'Concentração contra as taxas! Junta-te a nós a 28 de Julho!'
- 'Acabou a paciência para as taxas!'
- 'Existe um limite para a paciência com o ICNF?'
- 'A taxa, lembram-se dela?'
- 'Recomeçou a cobrança da taxa de acesso à Mata de Albergaria'
- 'ICNF ignora Provedor de Justiça'
- 'A insustentável Portaria 138-A/2010'
- 'A mentira das taxas'
- 'As taxas - uma história interminável...'
- 'A propósito de taxas...'
- 'A taxa duracell... e continua, e continua!'
- 'Taxas, um fim à vista?'
- 'A taxa ilegal do ICNF'
- 'A taxa é ilegal! Porque se continua a cobrar a taxa?'
- 'Provedoria da Justiça reconhece os argumentos jurídicos do Movimento Natureza para Todos contra as taxas do ICNF'
- 'A luta continua todos os dias'
- 'A vigilância, as taxas e o Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês'
- 'O activismo às ondas'
- 'O fim das taxas tal como as conhecemos?'
- 'Turistas fogem de pagas taxas no parque do Gerês'
- 'Debateram-se as taxas...'
- 'De volta às taxas...'
- '"Os Verdes" querem proibir taxas nas áreas protegidas'
- 'Desejaria uma resposta mais rápida ao meu pedido de informação sobre as taxas?'
- 'Pedido de informação sobre as taxas'
- 'Porque é que a Portaria 138-A/2010 ainda não foi suspensa?'
Fonte: Blogue Carris Gerês

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Crianças de Terras de Bouro participam em Colónia de Férias

À semelhança dos anos anteriores, a Câmara Municipal de Terras de Bouro organizou uma colónia de férias na Apúlia para crianças do concelho com idades compreendidas entre ao 6 e 14 anos. Entre os dias 22 e 31 de julho, participam nesta colónia de férias 25 crianças que contarão com o apoio de 3 monitoras do concelho.
A Câmara Municipal pretende promover a integração social e o convívio entre crianças/jovens de todo o concelho, através da realização de atividades lúdicas e desportivas.
Fonte: Município, em 22-07-2013

O Centro Municipal de Valências de Apoio à Comunidade Local de Terras de Bouro realizou um workshop de “Pintura e Artes Decorativas”

O Centro Municipal de Valências, no âmbito da ATL de Verão, realizou no passado dia 18 de julho, um Workshop de “Pintura e Artes Decorativas”. Este evento foi promovido em colaboração com as Senhoras Maria Adelaide Regadas Machado de Sousa, Maria José Coelho Alves Dias, Adelaide Jesus Machado Moreira Sousa, três artistas concelhias que com a sua experiência e formação na área da pintura e artes decorativas, com o seu trabalho e mestria muito contribuíram para o enorme êxito que foi este Workshop.
Estamos extremamente gratos pelo esforço e espírito de dedicação que as artistas depositaram neste evento, pois prestaram um trabalho honorífico que muito agradou a todos os participantes. Saliente-se que estas artistas para além de organizarem de forma absolutamente gratuita este Workshop e de transmitirem às crianças os seus extraordinários conhecimentos nesta área, ainda ofereçam às mesmas os materiais de pintura utilizados na execução dos trabalhos.
Deste Workshop resultaram trabalhados de excelência, em tudo semelhantes aos de verdadeiros artistas.
Fonte: Município, em 22-07-2013

Nuno foi baleado no Gerês e encontra-se em convalescença

A propósito da notícia - Polícia Judiciária detém no Gerês suspeito de homicídio - recebemos de um nosso leitor o seguinte texto que passamos a transcrever integralmente:
“07 de Julho, início de mais um dia de férias, na pacata Vila do Gerês, pelas 01h da noite, estávamos os 4, em amena cavaqueira sobre as lindas paisagens existentes nesta zona e preparando-nos para irmos até ao hotel Ribeiros, depois de termos saboreado uma SB, 2 caipirinhas e um gelado, que fomos comprar ao Vai-Vai (café no centro da Avª dos Hotéis), sentados num dos bancos de pedra na praceta adjacente ao café, ficando o Nuno de pé, quando fomos interpelados por um individuo, que sem mais nem menos nos disse “hoje é o ultimo dia de azar das vossas vidas” e no mesmo momento sacou de um coldre, que tinha escondido no seu lado direito, uma arma preta e apontou-a para nós que estávamos sentados, o pânico gerou-se de imediato, tendo o Nuno que estava de pé e próximo do individuo tentado desarmá-lo, ouvindo-se de imediato um disparo, caindo os dois no chão, de imediato também saltei para cima deles, ajudando o Nuno a desarmá-lo, de imediato soou mais um estampido, tendo o individuo feito mais (na minha opinião, foram 3 tiros, mas a Policia Judiciária diz que foram 2, segunda a imprensa).
Foi difícil desarmar o individuo, mas fizemo-lo, tendo colaborado nessa situação um Sr. que se aproximou de nós e ajudou, depois de desarmado o Nuno, levantou-se e apercebemo-nos que tinha sido baleado em dois locais, numa omoplata e na virilha, caindo desfalecido de seguida, chamou-se o 112 e o telefone tocava e tocava e ninguém atendia, valeu um telefonema do Sr. José Guerreiro (que presta serviço no Hotel Ribeiros) que entretanto tendo ouvido os disparos correu para o local e com os seus cuidados, salvou a vida do Nuno, pois este acabou por perder bastante sangue, de imediato este Sr. ligou para um elemento da Cruz Vermelha local que passado quase meia hora apareceu com uma ambulância de reserva… o indivíduo, pelos vistos bastante conhecido no meio, a quem tratam por “Sr. Domingos” , ex militar da Marinha, todos dizem que sabem que anda armado e que até tem licença de porte de arma, não compreendo como um indivíduo que já tem tido as mais diversas altercações, pois que ainda há poucos anos, ficou inibido de conduzir, pois foi apanhado a conduzir com cerca de 5 gr de álcool, as autoridades não lhe tenham tirado a licença de porte de arma, muito menos a arma que trazia consigo, considerada de guerra (7.62), mas que ainda bem que nos tenha agredido com ela, pois as balas entraram e saíram, não causando assim maiores mazelas no corpo do Nuno, quando o individuo já estava sob controle dos populares, ouvimos uma Sra. a dizer-lhe “Sr. Domingos, desta vez fez merda”. Continuamos a gostar do Geres e não será por este episódio causado por um demente, um louco homicida, que devia estar internado… entretanto soube que o juiz que o ouviu, lhe ordenou prisão domiciliária com pulseira eletrónica, quando lhe deveria ser decretada a prisão efetiva, (está no bem bom da sua casinha, com tudo à sua disposição) esperamos que aquando do julgamento este louco homicida apanhe muitos anos de prisão efetiva, não me sai da cabeça o sorriso dele depois de ser manietado e de saber que tinha atingido alguém, o individuo é completamente louco, que o digam os guardas da GNR, que o detiveram e viram-se gregos para o algemar e meter na viatura.
De tudo isto ainda não nos recuperamos, não sai da cabeça de qualquer um de nós o terror por que passamos, especialmente o Nuno que agora esta em convalescença, mas que ainda vai ficar com marcas “no corpo” e só o tempo dirá se vai ficar com outras mazelas.
Ninguém diga que está bem!”

Hoje, no jornal “Correio do Minho”: Programa ‘Verão Total’ - Potencialidades do concelho são dadas a conhecer em programa de televisão

O concelho de Terras de Bouro vai estar em destaque, amanhã, no programa ‘Verão Total’ que todas as tardes vai para o ar na RTP1.
O programa vai ser emitido em directo, a partir das 14.00 horas, do espaço da Marina de Rio Caldo.
Durante as cerca de seis horas de emissão, vão ser feitos vários apontamentos de reportagem a partir de vários pontos do concelho.
Vários convidados darão a conhecer as diferentes características do concelho, principalmente as potencialidades turísticas, culturais, musicais e gastronómicas.
O concelho de Terras de Bouro já foi alvo de uma emissão em directo, da estação de televisão pública, num programa de características semelhantes, em 2010.
Fonte: Correio do Minho, em 22-07-2013

domingo, 21 de julho de 2013

Chorense: Festa em Honra de Santa Marinha

Hoje, foi o terceiro dia das Festas em Honra de Santa Marinha. Depois do sermão e da procissão, atuou o Rancho Folclórico da Carvalheira e, posteriormente, o Rancho Folclórico de Valdreu.
As festividades deste dia encerraram com cantares ao desafio com Loureiro de Barcelos e amigos e com uma majestosa sessão de fogo de artifício.

Felgueiras: Lanche servido nas festas em honra de Santa Luzia

A comissão das festas em honra de Santa Luzia brindou todos os presentes, incluindo o rancho da Balança, com um lanche magnífico.