
terça-feira, 23 de março de 2010
Maquete do futuro lntermarché de Terras de Bouro

Vilar, uma das 17 freguesias do concelho de Terras de Bouro
O seu nome presume-se que tenha vindo da própria designação da paróquia: S.Miguel de Vilar, conforme nos elucidam as “Inquirições” (1220): “Et est eclesia de Rendufe et VII casalia”, a igreja a sete casais.
A matriz de orago Santa Marinha, data de 1779 e foi padroado do mosteiro de Rendufe, no concelho de Amares.
De capelas predominam a de S. Bento, no lugar de Travassos, a de N.ª Senhora do Fastio e o calvário do Senhor dos Aflitos, situadas nas proximidades da igreja.
Lugares: Barral, Costa, Cruzes, Mota, Outeiro, Paço, Paredes, Travassos e Vilar.
População Residente: 200 habitantes,
Colectividades: Conselho Directivo do Baldio e Junta de Freguesia.
Festas e Romarias: N.ª Sr.ª do Livramento, no 1º Domingo de Julho.
Actividades económicas: Agro-pecuária, comércio, construção civil, entre outras.

Fonte: Câmara Municipal e A. Lopes de Oliveira
A águia-real ainda vive no Parque Peneda-Gerês
A águia real vive preferencialmente nas terras altas e montanhosas, podendo (por enquanto...) ainda ser vista em algumas serras de Portugal, voando em círculos, em busca da sua presa.
O melhor local para ainda observar esta ave, é o interior Norte do país, nomeadamente no Parque Nacional Peneda-Gerês.
Perigos: estas aves vivem na Serra do Gerês, mas poderá estar ameaçada a sua continuidade nos céus portugueses, principalmente pela caça que lhe foi, e continua a ser, movida por caçadores ilegais sem escrúpulos. Os postes de alta tensão e as torres metálicas que os transportam também têm sido motivo de muitas mortes. Por fim, também o envenenamento de muitas aves vem aumentar o desaparecimento acelerado desta espécie.
Os terrabourenses estão sensibilizados para a importância destas aves, tentando assim minorar estes perigos.
Alimentação: a sua visão é excelente, permitindo ver ao pormenor tudo o que mexe no chão. As suas presas são ratos, coelhos e, pontualmente, répteis. O círculo descrito pela águia-real serve para observar cuidadosamente cada palmo de terra por baixo de si. Se, eventualmente, algum dos animais que caça se encontrar por lá, atacará em voo picado, de forma decidida, deixando pouco espaço de manobra à sua presa.Para se manter no ar, a águia aproveita as correntes térmicas, que lhe permitem planar sem qualquer esforço durante algumas horas. Usa a sustentação que as suas asas lhe proporcionam de forma magnífica, batendo-as apenas para se manter na altura desejada.
Reprodução: as águias-reais fazem os seus ninhos nas encostas das serras, ou no topo de algumas árvores. Chegada a época da reprodução, põe dois ovos, que choca durante 38 dias. Após a eclosão das crias, a alimentação das mesmas é partilhada pelo casal.
Curiosidades: uma águia pode transportar até 3,6 kg em voo.
A águia-dourada é conhecida por mergulhar para pegar sua presa a velocidades calculadas de 240 a 320 km/h.
Já se viu essa ave capturar aves voadores tão grandes como gansos.
Fonte: animais.net
segunda-feira, 22 de março de 2010
Moimenta, uma das 17 freguesias de Terras de Bouro
A Matriz tem o orago de St.º André e é uma edificação bem recente, sita no lugar de Corredoura. Em complemento da igreja predomina uma capela devota a Santo André. No lugar de Pesqueiras situa-se a capela de S. Pedro e uma capela de propriedade privada na Quinta da Ponte, dedicada a São Francisco.


Fazem parte desta freguesia os seguintes lugares: Barreiro, Cavacadouro, Corredoura, Costa, Covas, Moimenta-a-Nova, Moimenta-a-Velha, Monte, Paço, Pesqueiras, Ponte, Portela e Reigadas.



População Residente: 787 habitantesColectividades: CALIDUM-Clube de Autores Minhoto/Galaicos, Clube de Arte e Recreio-Deburicis, Clube de Caça e Pesca, Associação Rio Homem, Associação dos Bombeiros, Cruz Vermelha, Grupo de Escuteiros, Grupo Desportivo de Terras de Bouro e Cooperativa Agrícola de Terras de Bouro e Junta de Freguesia.
Equipamento/Infra-estruturas sociais e educativas: Escola EB 2,3/S P. Martins Capela, Escola do 1º Ciclo, Infantário, ATL, Centro Social, Lar da Terceira Idade e Centro Cultural. Junta de freguesia, sita na avenida Paulo Marcelino.
Animação Cultural: Feira Quinzenal (2ª-feiras)
Festas e Romarias: S. Brás, Festas Concelhias (1.º domingo de Agosto) e Nossa Senhora da Agonia (...)
Actividades económicas: Construção civil, comércio geral, artesanato, restaurantes, Centro de Saúde, Instituições Públicas, Quartel da GNR, CTT, Repartições Bancárias, Posto de Turismo, Julgado de Paz, Espaço Internet, Seguradoras...
Fonte: Câmara Municipal de Terras de Bouro
Garrano: o cavalo selvagem da Peneda-Gerês
Este animal, de apascentação livre na raia galaico-portuguesa, há muito que aí vive, fazendo parte da riqueza pecuária dos povos da região.
Nos finais do séc. XIX, com a submissão ao regime florestal do maciço da Peneda-Gerês e de tantos outros montes do nosso País, o garrano viu diminuída a sua importância, quase chegando a desaparecer. Mas em 1943, por determinação do sub-secretário de Estado da Agricultura, foi constituído um pequeno grupo destinado a preservar a raça "em liberdade e no seu ambiente próprio", medida integrada numa ampla acção de criação de reservas de animais autóctones em todos os perímetros florestais.
Hoje, o que observamos no Parque Peneda-Gerês não é mais do que a descendência do efectivo inicial, 21 garranos, oriundos do meio rural e libertados no Vale do Homem, entre as serras Amarela e do Gerês.
Trata-se de um animal de pequena estatura - 1,32 m em média -, cor castanha, membros robustos e curtos, perfil côncavo e pescoço grosso adornado frequentemente de uma densa crina.
No Inverno, quando o frio aperta, veste-se de forte pelagem.
Parente próximo dos póneis da Europa do Norte, o garrano galiziano adaptou-se às regiões montanhosas húmidas e frias, tendo evoluído ao sabor do avanço e do recuo dos glaciares do Paleolítico Médio.
Distribui-se este solípede pela região Norte e em especial pelas montanhas do Minho e do Noroeste de Trás-os-Montes alcançando as Astúrias através da Galiza. É, pois, um animal característico do Nodeste Ibérico, muito apreciado pela sua resistência e constituindo enormes manadas sobretudo na vizinha Galiza, onde são apascentados, tal como em Portugal, no baldio.
Como vive o garrano bravio? Pela sua rusticidade, o garrano bravio encontra-se profundamente ligado e adaptado ao meio que o rodeia.
A sua grande concentração é hoje nas encostas mais inóspitas do parque Nacional da Peneda Gerês para deleite de todos nós quando com eles nos cruzamos nessas serranias.
Trata-se de áreas de elevada e média altitude, muito acidentadas e associadas a um sem número de habitats, de onde sobressai, no Verão, pela frescura, o carvalhal com a sua diversidade de árvores, arbustos e plantas herbáceas que lhe servem de abrigo e alimento.
No Inverno, prefere os descampados alimentando-se de tojo, urze e giesta, e no Outono ambas as áreas, consumindo também frutos como o medronho.
Do comportamento destacam-se as seguintes facetas: no período do cio as fêmeas acompanham permanentemente o garanhão que procura manter a todo o custo a coesão do grupo.
Época de combates, os machos enfrentam-se lutando a coice e à dentada pela posse do harém e sofrendo com isso, por vezes, ferimentos de certa monta.
Como qualquer mãe, as garranas olham pelos filhos, os potros, com um carinho extremo. De referir o sistema defensivo "em círculo" frente ao lobo, com as garupas para fora e as crias no interior, defendendo-os a coice, se necessário. Ainda assim registe-se uma certa mortalidade frente ao lobo, sobretudo entre animais velhos e doentes e também entre algumas crias mais desprevenidas.
Sorte igual têm por vezes os outros garranos, os garranos particulares, pertença dos povos locais e que pastam também no baldio serrano.
Idênticos em comportamento, os garranos particulares diferem por vezes no porte e na coloração da pelagem. São animais manchados e por isso mais fáceis de identificar pelos seus donos e com maior porte, com mais carne, o que os torna sem dúvida mais rentáveis.
Capturados geralmente pelos dois anos - ao contrário dos bravios cuja captura é proibida - os garranos particulares são fruto de cruzamentos com animais de raças estranhas, introduzidas propositadamente no monte.
Texto retirado do site http://www.terraverde.pt/Fauna/1_garrano/1_garrano.htm
domingo, 21 de março de 2010
Terras de Bouro firme no comando
Por sua vez, o Palmeiras, outro dos candidatos à Honra, empatou com o Soarense ocupando agora o 3.º lugar na tabela classificativa, com menos três pontos.
Entretanto, o Grupo Desportivo do Gerês foi à casa do FC Roriz vencer o encontro por 1-0, mantendo 6.º lugar na tabela classificativa.
É de realçar que os clubes do concelho continuam a ter bons resultados e a fazer um excelente campeonato.
Nós por cá também temos sinalização caricata
Aqui, logo na entrada da vila de Terras de Bouro, está esta placa de sinalização da passadeira para peões completamente desenquadrada dos automobilistas! Será que é assim tão difícil mandar alguém pô-la na posição correcta?Também, mais adiante, está uma outra placa, que alerta os condutores para a aproximação de escola, neste caso do Jardim de Infância da Vila, a necessitar de ser endireitada/aprumada!
Pelo jeito, ninguém com responsabilidades vê!...
Braval recolheu 500 toneladas
Quinhentas toneladas de lixo! Este foi o valor em resíduos recolhidos durante o dia de ontem pela Braval nos municípios de Terras de Bouro, Amares, Vila Verde, Braga, Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso resultante do projecto ‘Limpar Portugal’.O número foi confirmado ao ‘CM’ no final da tarde pelo director executivo da empresa.
Pedro Machado referiu que dos resíduos recolhidos, apenas 10 por cento são recicláveis, já que os restantes estão ‘contaminados, por terra e lama, um facto resultante das más condições climatéricas que se fizeram sentir durante o dia de ontem e, principalmente, pelo facto de os resíduos estarem depositados em locais inapropriados.
Fonte: Jornal “Correio do Minho”, em 21-03-2010
sábado, 20 de março de 2010
Geira: a Via Nova na Montanha do Gerês/Xurês
E esta hei! Perante esta tão estranha evidência faltam-me as palavras e não sei o que dizer!
Apenas: estou perplexo! Mas se ao menos estivesse na Língua de Shakespeare!
Deixo-vos com a digitalização do respectivo folheto.


Piscina Municipal da vila de Terras de Bouro
Turel tem novos órgãos sociais
Fonte: Jornal “Geresão”, em 20-03-2010
Deliberações do Município de Terras de Bouro do mês de Fevereiro
Para ler clique no texto.

Fonte: Jornal “Geresão”, em 20-03-2010
Estradas de Terras de Bouro com poucos acidentes
Também em Terras de Bouro as condições das estradas não parecem colocar grande apreensão às autoridades locais, que entendem “não existir pontos de particular perigo” nas estradas do concelho.
“A maioria das vezes, são estradas frequentadas por pessoas nelas circulam diariamente e que já as conhecem”, começou por explicar fonte do Posto da GNR de Terras de Bouro. De acordo com a mesma fonte, não existe qualquer ‘ponto negro’ no concelho terrabourense. “Por exemplo, já há alguns anos que não registamos um acidente com alguma vítima mortal”, explicaram ao Terras do Homem, garantindo, ainda, que “raramente se registam feridos graves”, nos cerca de 40 acidentes anuais registados pela sua equipa.
Até mesmo no Verão, altura em que o concelho terrabourense é ‘invadido’ por milhares de turistas, não parece haver problemas de maior no que diz respeito ao trânsito. “Como há muitos carros na estrada, a circulação também se faz muito mais vagarosamente”, explicou o representante da GNR de Terras de Bouro.
No entanto, há uma curva particularmente perigosa a ter em conta na descida da freguesia de Covide em direcção à vila sede de concelho. Trata-se de uma curva com um ângulo bastante apertado, no seguimento de uma descida acentuada. Como se não bastasse, no enfiamento dessa curva existe uma esplanada de um café. Até ao momento, contudo, nunca houve grandes acidentes nessa curva, “uma vez que as pessoas já conhecem o sítio e redobram os cuidados”. “O único despiste que me lembro, naquela curva foi, inclusive de um veículo do INEM, cujo condutor desconhecia as características da curva”, comentava fonte da GNR terrabourense.
Fonte: jornal “Terras do Homem”; autor: Terraimagem, em 18-03-2010
Igreja Evangélica Metodista inaugura novas instalações do Centro de Solidariedade Social
«Após o almoço comunitário, participado por duzentas pessoas, o ponto mais alto da celebração desta efeméride tão grata à Igreja Metodista Evangélica de Valdosende viria depois com a inauguração solene das novas instalações do Centro de Solidariedade Social que conta, presentemente, com 33 crianças na creche, 25 no jardim de infância, 31 no OTL, 14 idosos no Centro de Dia e 25 utentes no apoio domiciliário. Em Setembro próximo, espera-se que abra o Lar de Idosos com 15 utentes.»
O texto integral digitalizado pode lê-lo abaixo.
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Igreja Evangélica Metodista de Valdosende em festa
O texto integral digitalizado pode lê-lo abaixo.
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Gerês Antigo
«O facto de, à medida em que os anos se passavam, mais procura as nossas águas minero- medicinais registavam, contribuiu para o aumento demográfico desta estância termal, cuja população permanente, recorda-se, aqui se radicou a partir de 1884, com base em treze famílias, das quais constavam, entre outras, as do Botequim – fundador do Hotel Universal, como já vimos – do Rigor, do Banheiro, do Eiras, do Branco e do Frutuoso.
Esse crescimento populacional contribuiu para que, além das infra-estruturas termais, de que se fala noutra peça desta edição, o Gerês passasse a ser dotado, a partir dos começos do século XX, com diversos estabelecimentos comerciais, além das unidades hoteleiras, na altura, como agora, incluindo hotéis, pensões e casas de hóspedes. E porque o número de crianças em idade escolar já o justificava, começou aqui a funcionar, em 1912, a primeira escola primária, sita no rés-do-chão de um edifício já demolido que existiu, no início da calçada da Boavista, entre o Chalet Senhora de Fátima e a actual Discoteca do Universal, na encosta sobranceira à parada da extinta Secção da Guarda Fiscal, Leccionou nela, desde 1912 a 1928, a professora D, Maria da Nazaré Barbosa, que residia no andar superior à sala da escola; juntamente com seu pai e sua irmão, D. Palmeira.»
Pode ler o texto integral na edição de 20 de Março do jornal “Geresão”.
Convívio dos Amigos de Rio Caldo
Para ler clique no texto.
Fonte: Jornal “Geresão”, em 20-03-2010
Vilar da Veiga: velhos tempos há mais de 60 anos
Sendo, até à inundação pelas águas da albufeira, uma terra inteiramente agrícola, já que chamando-se Vilar ao povoado, o designativo de Veiga lhe adveio da imensa veiga que era a maior entre o Gerês e Braga, tal se poderá recordar através da foto anexa, em que a bordejar a velha estrada que a serpenteava, se estendiam férteis campos de cultivo, irrigados pelas águas límpidas do rio Gerês, e onde anualmente se produziam seiscentos carros de milho, duzentas pipas de vinho, cinquenta pipas de azeite, para além do centeio, feijão, batata, laranja e muita outra fruta, tal como legumes que, durante a época termal, alimentavam os hotéis e pensões geresianas.
Com a mítica veiga, ficaram também submersos imensos valores patrimoniais do velho Vilar da Veiga que para sempre jazem no fundo das águas da barragem, sem que, até à data, ninguém com eles se incomodasse em os dotar com um "Natur Parque" qualquer. Porquê?.. Será que "o sol, quando nasce não é para todos?
Fonte: Jornal “Geresão”, em 20-03-2010
Desemprego agrava-se em novo ano
O Vale do Homem entrou em 2010 com os números do desemprego a mostrarem um agravamento desse importante flagelo social. Assim, em Janeiro, todos os concelhos da região, à semelhança do que aconteceu por todo o distrito, viu o número de desempregados aumentar, quer face ao anterior mês de Dezembro de 2009, quer face a igual período do ano transacto.
Desta forma, se tivermos em conta o registado no mês anterior, assistimos à subida do desemprego em todos os concelhos do Vale do Homem, com Amares a registar mais 85 desempregados, ao passo que Terras de Bouro teve apenas 9 casos a mais. Por seu turno, Vila Verde conheceu um maior agravamento, com mais 140 desempregados que em Dezembro passado.
Por outro lado, tendo em conta os dados do mês homólogo do ano anterior, houve também um agravamento do número de desempregados em todos os concelhos, sendo que o menos afectado acaba por ser Terras de Bouro com apenas 16 novos casos. Os concelhos de Amares, com 353 novos desempregados e Vila Verde, com mais 410 casos que em 2009 vivem situações, ainda, mais graves.
No total, o desemprego no Distrito de Braga atingiu este mês 55.179 pessoas, ou seja, mais 3.040 que no mês anterior, e mais 10.099 pessoas que em igual período do ano passado, o que representou um aumento de 22% no número de desempregados, face a 2009. A nível do Continente a variação foi de 24%.
As ofertas de emprego, por sua vez, registaram uma subida comparativamente ao mês anterior, com 272 novas ofertas, num total de 2.337. O mesmo se verificando relativamente ao mesmo período do ano transacto, tendo representado mais 648 ofertas.
Já as colocações realizadas pelos Centros de Emprego do Distrito desceram ligeiramente, para as 378, enquanto no mês anterior tinham sido atingidas 381.
Centro Social e Paroquial de Rio Caldo em obras
Para ler clique no texto.
Fonte: Jornal “Geresão”, em 20-03-2010


