domingo, 4 de agosto de 2013

Festas de S. Brás 2013: Atuação do Rancho Folclórico da Balança

Atuação do Rancho Folclórico da Balança na noite de 3 de agosto de 2013. Disponibilizamos algumas fotos e vídeos.
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Festas de S. Brás 2013: Atuação do Rancho Folclórico de Carvalheira

Atuação do Rancho Folclórico de Carvalheira na noite de 3 de agosto de 2013. Disponibilizamos algumas fotos e vídeos.





Festas de S. Brás 2013: Atuação do Rancho Folclórico de Valdosende

Atuação do Rancho Folclórico de Valdosende na noite de 3 de agosto de 2013. Disponibilizamos algumas fotos e vídeos.






sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Festas de S. Brás e Concelhias 2013: Vira dançado ao som das concertinas

Na Avenida Dr. Paulo Marcelino, em frente à Pensão Rio Homem e ao toque de muitas concertinas dançou-se o Vira.
Esta foi a primeira roda das Festas de S. Brás e Concelhias 2013.

Final do Torneio Concelhio de Futsal: Deburicis 0 - Motard’s Só Fumo 3

Esta foi a terceira vez consecutiva que a equipa dos Motard’s Só Fumo venceu a final do torneio concelhio de futsal.
Num jogo controlado pela equipa dos Motard’s Só Fumo, que marcou os três golos ainda na primeira parte (2 golos de Caseiro e 1 de Moreira), a equipa Deburicis deu luta e dignificou esta final.
Felicitamos ambas as equipas e, em particular, dois atletas dos Motard’s Só Fumo, Barbosa que venceu, o prémio de melhor marcador e Caseiro que foi considerado o melhor jogador do torneio concelhio de 2013.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Paulo Sousa, candidato à presidência do município: “A criação de emprego será a maior preocupação”

Focado em travar a desertificação crescente de Terras de Bouro, o candidato do Movimento Partido da Terra à presidência do município, Paulo Sousa, apostará forte na criação de emprego que permita fixar jovens no concelho. “Desiludido pelo caminho trilhado nos últimos quatro anos, em termos políticos”, este funcionário da repartição local das finanças lamenta a não revisão do PDM, que já devia estar na segunda correção e que, “uma vez mais, ficou na gaveta”. De resto, afirma que, no Gerês, “é preciso estruturar toda a oferta turística, centrá-la na excelência da componente ambiental”. Autocaravanista confesso e amante da pesca e da agricultura, pondera criar um parque biológico, “uma solução que tem dado frutos em concelhos com muito menos capacidades”.
Terras do Homem: Que motivações o levam a encabeçar uma lista do Movimento Partido da Terra?
Paulo Sousa: Como se sabe, há quatro anos eu cheguei a integrar as listas do doutor Cracel, um pouco à revelia do Partido Socialista, que tinha outras ideias. Era o número dois da lista. Depois houve uma espécie de volte-face e fui substituído pelo doutor Teixeira, atual vice-presidente do executivo. Ainda assim, aceitei ser quinto da lista e dei a cara. Contudo, quatro anos depois, estou desiludido pelo caminho trilhado neste período, em termos políticos. No programa, por exemplo, constava uma revisão do PDM, que já devia estar na segunda revisão e que, uma vez mais, ficou na gaveta. Esta é apenas uma das ideias que ficou para trás. Além disso, o próprio Joaquim Cracel anunciava, a meio do mandato, a não recandidatura e, mais tarde, veio dar o dito por não dito.
Finalmente, fui convidado e sensibilizado por várias pessoas para assumir uma candidatura e, apesar de convites de outras forças, resolvi avançar com o apoio do Movimento Partido da Terra, um partido pequeno e que lutará de forma muito desigual. Serei o único militante do partido no concelho.
TH: Citou o exemplo do PDM. Que outras ideias ficaram pelo caminho?
PS: Um dos grandes problemas de Terras de Bouro é a elevada desertificação, intimamente ligada à falta de emprego que se verifica no concelho. Aqui na zona do Vale do Homem, então, é gritante. Uma das maiores empregadoras do concelho passa por dificuldades e nada é feito. Se noutros municípios, ainda existem condições para as pessoas se instalarem e trabalharem, centros de incubação de empresas, parques industriais, entre outras, aqui em Terras de Bouro nada disso existe, nem foi alterada a situação.
O saneamento é outra das obras que falta levar a toda a população do concelho. Em pleno século XXI, é lamentável que ainda haja lugares sem direito a saneamento. Temos aqui uma piscina de inverno, por inaugurar, inutilizada e com uns custos previstos exagerados para o nosso concelho.
Apostou-se em dois museus, praticamente colados um ao outro, no arrelvamento do Campo da Pereira no Gerês e, durante estes quatro anos, não se investiu em mais nada.
TH: Falou na desertificação, como travar esse problema?
PS: Todos nós sabemos que os jovens só permanecem no concelho se tiverem oportunidades de emprego, por isso, só criando postos de trabalho é possível fixá-los cá.
Ao contrário das freguesias do Vale do Cávado, do lado do Vale do Homem a população está já muito envelhecida e isso é dramático. Se não travarmos esta tendência, daqui por 20 anos teremos metade da população, porque a maioria dos residentes no Vale do Homem são pessoas com idade acima dos 60 anos.
Um grande desagrado popular
TH: Acha que o facto de existirem, até ao momento, cinco candidaturas em Terras de Bouro, isso pode beneficiar as forças políticas de menor expressão?
PS: Em Terras de Bouro, existe uma tradição socialdemocrata demarcada. Há quatro anos foi uma surpresa, porque houve muita gente a virar para o PS, num esforço de mudança. Desta vez, creio que há um maior equilíbrio e haverá perda de votos nos dois principais partidos. Há um grande desagrado popular em relação às duas listas, porque os terrabourenses já conhecem o seu trajeto. Creio que as condicionantes a nível nacional também se irão fazer sentir.
TH: Como é que caracteriza as vossas listas candidatas à Assembleia e Câmara Municipal de Terras de Bouro?
PS: Antes de mais, são listas de gente trabalhadora e dedicada. No segundo lugar desta lista surge Alexandra Barroso, professora e fisioterapeuta, que tem uma série de características que me levaram a convence-la, entre as quais o forte espírito associativo.
Carla Esteves, João Duarte e Marta Freitas completam os lugares seguintes. São, acima de tudo, pessoas entusiasmadas com o trabalho e que não vêm à procura de protagonismo.
TH: E ao nível da representatividade nas freguesias, onde apresentarão candidaturas?
PS: Está, neste momento, a ser preparada uma candidatura à Junta de Freguesia de Covide, mas não é fácil porque assumo várias funções neste projeto com poucos recursos. Além disso, a par do doutor Salgado, sou dos poucos candidatos que tem o seu trabalho e que não tem disponibilidade total para a política.
TH: Qual o grande trunfo que considera ter para vencer estas eleições?
PS: Talvez o facto das pessoas conhecerem a minha personalidade e saberem que sou uma pessoa de trabalho, humilde.
Da agricultura à indústria e turismo
TH: Se tivesse que citar duas ou três medidas para implementar mais urgentemente se for eleito presidente da Câmara, quais seriam?
PS: Dedicar-nos-emos, por inteiro, ao fomento da criação de emprego. É, sem dúvida a nossa grande preocupação. Fá-lo-emos através do apoio à agricultura, com a criação de uma unidade de agricultores, apoiados pelo município. Queremos também criar incentivos de atração e fixação de empresas, requalificando por exemplo o parque industrial de Balança ou dando benefícios fiscais a quem se fixe e crie emprego cá. É preferível a Câmara perder um pouco de receita fiscal do que perder população.
No Gerês, é preciso estruturar toda a oferta turística, centrá-la na excelência da componente ambiental. Queremos criar um parque biológico, uma solução que tem dado frutos em concelhos com muito menos capacidades. Vila Nova de Gaia, por exemplo, um dos maiores polos urbanos do país tem um parque biológico de enorme sucesso e que recebe até a visita de muitas crianças terrabourenses.
Da saúde aos CTT
TH: Como é que vê o problema do centro de saúde de Terras de Bouro?
PS: É fruto do investimento que se fez nos grandes hospitais centrais e do desinvestimento nas unidades de saúde familiar e de proximidade.
Terras de Bouro está muito distante desses centros e acaba fortemente prejudicado. Eu, como praticamente o único candidato residente em Terras de Bouro, sinto na pele esse problema. Cabe ao município pressionar as entidades responsáveis para resolverem um problema que se arrasta há dois anos, quando se previa de resolução em três meses.
TH: Terras de Bouro tem perdido, nos últimos anos, outros importantes serviços, como os CTT o Gerês. No seu entender, há volta a dar a essa situação?
PS: Não é fácil, porque se não houver população, os serviços são mais dificilmente justificáveis. Por isso, creio que a solução está em recuperar população residente. Por outro lado, creio que o município pode também pressionar para uma mais célere resolução dos problemas e até para evitar o desaparecimento desses serviços. No caso do Centro de Saúde, não sei que esforço terá feito a Câmara no sentido de resolver o problema.
Perfil
O candidato do Movimento Partido da Terra à presidência do município de Terras de Bouro, Paulo Sousa, tem 43 anos, é casado e tem dois filhos. Licenciado em Administração pela Universidade do Minho, é funcionário da repartição das finanças em Terras de Bouro. Este terrabourense natural do Gerês reside em Moimenta, desde 2003.
Nos tempos livres, que são poucos atualmente, gosta de pescar e ajudar a esposa na exploração agrícola que possui. Passear é outro dos seus passatempos favoritos. Autocaravanista, Paulo Sousa elege algumas "localidades portuguesas menos conhecidas" como os destinos de férias de sonho. Quanto a leituras, o candidato do MPT focaliza-as para a informação diária e para os manuais com documentação técnica das finanças. À mesa elege o pica-no-chão e a cerveja.
Fonte: Terras do Homem, em 1-08-2013

AcaNuc vai reunir em Amares cerca de 1200 escuteiros

É já no próximo dia 7 de agosto que começa o VII Acampamento de Núcleo (AcaNuc) do Núcleo de Braga do Corpo Nacional de Escutas, esperando-se a presença de 1200 escuteiros dos concelhos de Braga, Amares e Terras de Bouro. A abertura do acampamento está marcada para a noite de 7 de agosto (quarta-feira), esperando-se a presença de um dos bispos auxiliares da Arquidiocese de Braga.
(…)
Fonte: Diário do Minho, em 1-08-2013

Prémio Secil Universidades Arquitectura distingue cinco projectos – o projecto de mestrado “Carris [re]visitados” foi um dos distinguidos

Na 11.ª edição foram premiados cinco trabalhos, dois com menções especiais do júri: os projectos de Ana Rita Santos e Cláudio Gonçalves. O P3 esteve à conversa com eles
Depois de alguma espera, foram anunciados esta semana os cinco vencedores da 11.ª edição do Prémio Secil Universidades Arquitectura 2012, distinção, atribuída desde 2002, que premeia jovens talentos na área. Os projectos mais pontuados foram os de Ana Rita Santos e Cláudio Gonçalves, aos quais o júri, presidido por João Favila, atribuiu também menções especiais. David Monteiro, com o projecto “Academia de dança em Matosinhos”, e Marisa Oliveira, com “Academia de Dança”, ambos da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, e Inês Sanz Pinto, da Universidade Autónoma de Lisboa, com “Uma Ópera para o Tejo”, são os restantes vencedores.
Com o projecto de mestrado “Carris [re]visitados”, pelo qual recebeu 19 valores, Ana Rita Santos sugere um outro regresso às desactivadas minas de volfrâmio de Carris, Montalegre, situadas em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês. “Foi um projecto muito pessoal”, conta a jovem de 24 anos, mestre pela Escola Universitária das Artes de Coimbra. “Interessavam-me espaços decadentes, que não tivessem um rumo contemporâneo.” Depois de alguma pesquisa, chegou àquele “espaço especial” a 1500 metros de altitude, alcançável depois de quatro horas de caminhada, nove quilómetros num “carreirinho”, o caminho antes utilizado pelos mineiros. Da primeira vez, o nevoeiro impediu-a de ver tudo; da segunda vez, descortinou a lagoa, as ruínas da aldeia de minério, tudo mais.
Numa paisagem tão “delicada”, um espaço tão “contemplativo”, Ana Rita quis respeitar o conceito de “paisagem-território”, elaborando um projecto em que a arquitectura se “abriga” debaixo da terra, debaixo da água. Rejeitou a reconversão, porque “as ruínas são importantes enquanto matéria do património”, e o projecto desdobrou-se em três — três “templos” para contemplar a montanha. O Hotel de 5 Quartos (“nada de turismo de massas”), o Abrigo de Água, para um chá a partir da lagoa, e o Buraco, uma biblioteca no interior das minas.
Um "mergulho" no Tejo
Tal como Ana Rita, também Cláudio Gonçalves ficou surpreendido com o prémio, em particular com a menção especial. (…)
Fonte: Público, em 1-08-2013

Municípios cortam endividamento

De acordo com os números do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses relativos aos anos de 2011 e 2012, todos os concelhos do Vale do Homem reduziram o endividamento municipal. O município de Amares foi, por sua vez, o que mais apresentou maior corte.
A autarquia amarense cortou 5,28 milhões de euros na dívida do município, redução de 31%, passando desta forma de 16.927.435 para 11.644.419 euros.
Por seu turno, o concelho de Terras de Bouro reduziu o endividamento líquido em mais de 400 mil euros, passando dos 4.862.406 euros registados em 2011, para os 4.456.270 euros em 2012. O passivo exigível também baixou dos quase cinco milhões e meio, em 2011, para os cinco milhões, em 2012.
Já o município de Vila Verde reduziu o passivo exigível em 13%. A autarquia vilaverdense tinha, no final destas contas em 2012, uma dívida direta de 25.256.970 euros, menos 4 milhões do que fechou 2011. Os números divulgados não incluem os passivos das empresas municipais.
A contenção nas despesas municipais em ano pré-eleitoral resultou numa redução da dívida total de quase 40 milhões de euros, face ao ano de 2011.
O estudo liderado pelo presidente do IPCA, João Carvalho, aponta para o valor de 361.039,636 euros no que respeita à dívida direta total dos municípios do Baixo Minho, até ao final de 2012. A redução da mesma, face a 2011, foi de 40 milhões.
Fonte: Terras do Homem, em 1-08-2013