sábado, 20 de novembro de 2010

Deliberações do Município

O Município de Terras de Bouro, na sua reunião de 21 de Outubro, deliberou executar a obra de reparação de um aqueduto e de uma valeta para acolhimento de águas pluviais no lugar de Chemedião/Ribeira, por administração directa ou transferência para a Junta de Freguesia até ao montante de 389,50 Euros + IVA; executar a obra de correcção da curva do caminho da Igreja/Souto, por administração directa ou transferência para a Junta de Freguesia até ao montante de 12.097,00 Euros + IVA; assegurar o transporte à aluna Liliana Sofia Coelho Gonçalves entre Travassos e a Vila de Terras de Bouro. Na reunião de 4 de Novembro, foi deliberado aprovar o acordo de cooperação para o ano lectivo 2010/2011 , referente ao prolongamento de horário e refeições; fornecer materiais à Junta de Freguesia de Moimenta, para conclusão do regadio da Rega, até ao montante de 369,27 Euros + IVA; fornecer materiais à Junta de Freguesia de Moimenta, para reparação do Rego no lugar de Pesqueiras, até ao montante de 348, 70 Euros + IVA; aprovar a obra de repavimentação da Quelha das Quintães/Covide, por administração directa ou transferência para a Junta de Freguesia até ao montante de 1.402,50 Euros + IVA; transferir para a Junta de Freguesia da Ribeira o montante de 4.295,39 Euros + IVA, para pavimentação do lugar de Casal de Baixo; transferir para a Junta de Freguesia de Chamoim o montante de 1.000,00 Euros + IVA, para reparação de anomalias na cobertura da Capela de Padrós; transferir para a Junta de Freguesia do Monte o montante de 2.240,00 Euros + IVA, para pavimentação do Largo de Alecrimes; transferir para a Junta de Freguesia de Moimenta a importância de 3.030,00 Euros + IVA para execução de obras de urbanização (1.ª Fase - Muro de Suporte) na Urbanização das Gordairas; deferir o pedido de isenção de taxas formulado pela Associação Cultural Nova Vida, da Balança; atribuir um subsídio de 150,00 Euros à Associação de Produtores Biológicos de Terras de Bouro, para participação no 3.º Congresso Nacional de Agricultura Biológica; aprovar a proposta para concessão de Apoio Suplementar Eventual a Estudantes do Ensino Superior residentes no concelho de Terras de Bouro, para o ano lectivo de 2010/2011; aprovar a proposta sobre o lançamento de uma derrama de 1,2% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas; aprovar por maioria, com a abstenção dos vereadores do PSD, a proposta de participação variável no IRS; aprovar a proposta de Taxas do IMI e remeter à Assembleia Municipal para aprovação.
Entretanto, na reunião extraordinária de 10 do corrente, foi deliberado: aprovar por maioria, com a abstenção dos vereadores do PSD, as "Grandes Opções do Plano e Orçamento da Receita e da Despesa para 2011".
Fonte: Jornal Geresão, em 20-11-2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

DJ João Alves, um jovem com uma vasta experiência

No dia 18 último, demos a seguinte notícia:
DJ João Alves no 6.º Sentido
No próximo sábado, dia 20 de Novembro, em Paredes – Carvalheira, no antigo “Bai de Roda”, estará o DJ João Alves.
O 6.º Sentido Bar e Discoteca está aberto às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados.
Venha divertir-se!
Hoje, publicamos uma pequena nota biográfica do DJ João Alves.
JOÃO ALVES é um jovem DJ com uma vasta experiência como Relações-Públicas e Organizador de Eventos.
Oriundo do norte do país, especificamente de uma zona onde o seu estilo e pensamento musical continua noite após noite a lutar contra a mentalidade retrógrada dos club's, dos organizadores de eventos e, por vezes, até do próprio público, este DJ amante do Tech-House (e todas as suas variantes mais hard, soft ou apenas mais irreverentes), tem marcado muito positivamente as casas por onde passa.
As suas palavras de ordem são sem dúvida: IRREVERÊNCIA, CRIATIVIDADE e ANIMAÇÃO! A sua capacidade de nos presentear com "intro's" super originais seguindo-se de um set extremamente ritmado alia-se ao seu carisma muito próprio, simpatia e humildade, conceitos que o definem como pessoa.

Para si, o "Djing" não passa de um hobbie, uma diversão, o gosto pela música e o prazer de ver o seu público no auge. Tudo isto fez com que actuasse nas mais diversas casas do norte do país e partilhasse cabines com DJ's de renome, tanto internacionais como Portugueses.
Actualmente, encontra-se numa fase em que a sua carreira está a dar que falar, sempre com fins-de-semana bastante preenchidos, pois é visto como um dos DJ’s do momento na cidade de Braga e em toda a zona da região destacando-se o público jovem que o segue em todas as suas actuações.
Os club's que o acolhem fazem-no com respeito à sua personalidade muito própria e alegre, ao seu estilo inconfundível, nunca deixando passar ao lado a relação que JOÃO ALVES mantém com o público.

Festa da Cerveja no Urbanu’s Cybercafe

Hoje, entre as 20:00 e as 23:00 horas, na Vila de Terras de Bouro, o Urbanu´s Cybercafe realiza a Festa da Cerveja. Com o fino a 50 cêntimos, a geladinha do Inverno será servida juntamente com muitos brindes e prémios.

João Luís Dias: Pedro Barroso assina o prefácio do seu próximo livro

Publicamos o prefácio do próximo livro do Poeta da Montanha escrito por Pedro Barroso.
Bem-haja!

APRESENTAÇÃO/PREFÁCIO do meu livro, a sair breve
Pede-me o João Luís Dias que eu lhe teça um texto para os seus novos poemas.
Dele disse em tempos, que era “um poeta que da solidão soubera estabelecer laços em redor” e que, com essas cumplicidades criara uma espécie de comunidade, através da sua solidariedade com outros autores, frutificadas numa editora pioneira, permitindo maior visibilidade global não só ao seu trabalho mas também ao de tantos outros companheiros de sonhos.
Alegoricamente observei que, ao princípio, ele habitava os montes mais altos que havia no lugar. Local solitário e difícil, perdido na alma da sensibilidade no meio de tanto verde.
Mas a sua evolução tem sido um dos casos mais (de)flagrantes de vocação poética que tenho presenciado. Com efeito, sempre dele colhi a impressão de uma iniciativa elástica, uma visão fulgurante da ideia, uma capacidade genuína de entusiasmo permanente e contagiante. Mas hoje há que somar a tudo isso o génio poético puro.
Qualquer coisa indicia que o exercício poético o redime de funções obrigadas pela vida, onde trabalha num mundo de minúcias, das quais se vinga sonhando Poesia o dia inteiro.
Como disse algures, era difícil ser poeta assim, ali, naquele modo e naquele tempo.
Mas o João Luís passou desde há muito a viver para criar beleza nas palavras e nos sons, musicar a fala, superar dificuldades. E pensar o amor. Saber das coisas. Viver por dentro o acto difícil do sentir. E aprendeu a sobrevoar o teatro imenso da Natureza toda, fascinado. E a mergulhar nos afectos; e outras coisas da solidão e do encontro, mais difíceis ainda de explicar.
O espectáculo deste percurso foi imenso. Ao princípio era como uma enxada cavando em granito. Análise sibilina e agreste, com a frieza da pedra onde se cavava devagar uma alma maior.
Mas o diamante bruto da montanha foi lapidando em luz. Ele com a vida e a vida com ele, assim se aprende a sentir mais, nas águas cálidas e límpidas da fonte da inteligência.
E o poeta João ficava maior a cada dia. Aos olhos de todos os que o descobriam. Em busca da vida, sempre. Da história e da miragem. Em busca da tal mulher absoluta, a musa poesia, nascida da bruma e do arrepio. Em busca das razoes maiores do belo e do infinito.
Escrevi antes que “a sua poesia enquanto veículo de sonho tornou-se numa busca pessoal dos valores da eternidade. Plena, humana e alargada. Porque só viver esse sonho de palavras e beleza vale a pena. Em todas as terras e países. Em todos os lugares do mundo onde a pátria seja a língua portuguesa. Dizem isso os eternos sonhadores. Os tais que afinal, são eles, e apenas eles, os construtores do futuro.”
Acontece que a sua aventura poética começou a ter escuta nesse espaço lusófono.
Isto porque ela começou a circular através das novas tecnologias da comunicação. E, sobretudo através de blogs e filmes no you tube, a sua palavra invadiu novos horizontes e criou apreços.
E um mundo novo de expansão se lhe ofereceu, rendido e ávido.
Mas o João - hoje um poeta adulto, maior, que já não precisa de apresentações elogiosas de ninguém…- confessou-me noutro dia que não há, - nunca haveria, nunca poderá haver - livro sem tacto, nem tinta, nem papel.
Assim alguns dos poemas já moram, portanto, por aí, pelos computadores das pessoas, em toda a parte onde um arrepio de sensibilidade ainda não tiver esquecido que a forma que os poetas têm de ver o mundo é sempre generosa e criativa, senão inovadora.
Pois é.
Mas, num rasgo de velha e nunca sucumbida paixão, o poeta exige o sentir das folhas como pétalas de um permanente descobrir.
“- Um livro só é um livro se for livro!...” – desabafaste, cheio de razão.
Por isso acreditamos em ti, João e nos espaços sem limites a que nos transportas.
Espera-te a certeza do nosso entendimento.
E assim decerto, ficas mais perto e mais cúmplice do sonho de cada um de nós, ao folhear-te.
Podes ter a certeza que a fantasia maior, essa atravessa sempre um dia, mais cedo ou mais tarde, todos os oceanos da procura.
E que o tempo mora contigo na inspiração dos dias, cada vez maior.
Pedro Barroso (autor, cantor, compositor)
Fonte: Blogue do escritor João Luís Dias, em 18-11-2010

“Sei de ti”, um poema de João Luís Dias

Publicamos o poema “Sei de ti” que já correu os quatro cantos do mundo. Transcrevemos o poema e postamos um dos muitos vídeos dedicados ao nosso Poeta da Montanha.


Sei de ti
Sei de ti, o olhar...
Sei de ti, o sorriso que trazes lavado nos olhos
a brisa que te sopra nos cabelos
quando soltos pela manhã
Sei de ti, que sonhas e inventas o mar...
a cor que pintas cada grão de areia
como enterneces cada onda que, de revolta
se acalma em espuma temperada de sal
Sei de ti, as flores que te perfumam
de cada pétala que depositas no peito
e te embriagam de primavera!
Sei ti, o coração
da enormidade de afectos que dele transborda
e da vontade de partilhar
toda a nobreza que detém lá dentro!
Sei de ti, as mãos talhadas de prata em renda
os lábios rasgados a cinzel e fogo
e o beijo em lava que querem verter
Sei de ti, a chama acesa que te arde no ventre!
Sei de ti...
Sei de ti, que existes
e isso é já saber
tudo que quero te ti!
João Luís Dias

Ao Poeta da Montanha, por Pedro Barroso

Publicamos o prefácio à obra poética “Um poema uma flor” escrito por Pedro Barroso, um dos maiores nomes da música portuguesa.
Lembramos que esta obra é do poeta terrabourense João Luís Dias e foi editada pela CALIDUM em Novembro de 2008.

Ao POETA DA MONTANHA
O poeta estava só. Era o último homem do sentir e do saber, porque os cinzentos tinham invadido a cripta do conhecimento e haviam selado a porta.
O poeta fugira e habitava então os montes mais altos que havia no lugar.
E ficava cogitando, lá, no sítio onde, a génio, dormia em camas de morrinha e pasto tenro.
Lavava-se com orvalho gotejado das manhãs, enquanto, obrigado pela vida,trabalhava num espaço fechado, onde se vingava sonhando o Céu e a Lua o dia inteiro.
Era difícil ser poeta por ali, na pátria velha onde os outros todos já tinham perdido a alma.
Mas ele vivia o lado de dentro do arco-íris. Vivia para o sonho e a paz.
Vivia para criar beleza nas palavras e nos sons, musicar a fala. Amar o amor. Saber.
Vivia por dentro do acto difícil do sentir. E sobrevoava o teatro imenso da Natureza toda, fascinado. Coisas da solidão, difíceis de explicar.
Insistir no discurso era árduo. Era como uma enxada cavando em granito, fealdade e frieza. Isolado nos montes... todos os dias, era difícil.
Então foi buscar poetas aos montes e prados vizinhos. Juntaram-se e beberam o hidromel das vestais e dos deuses. Juntos, tornaram-se revolta.
E do cinzento nasceu a paixão do impossível. Descobriram a cor. Tornaram-se lenda e imagem. Mais fortes os laços, mais montanha nos dedos, mais amizade nas veias.
E assim aprenderam a dar as mãos e a sentir mais, nas águas cálidas e límpidas da fonte da inteligência.
E prometeram para sempre, por cada poema, uma flor.
Aos olhos de uma mulher absoluta, nascida da bruma e do arrepio.
Juraram pela mulher ideal. A que vive em cada sonho de poeta, em cada amor amargo e doce como a vida.
E assim nasceram para um amor florido e puro. Como o cristal imenso de um olhar meigo quando nos diz: quero-te.
E a montanha fez-se de todas as cores, em flores e fantasia. E a comida do sonho tornou-se o néctar da eternidade.
E só viver esse sonho de palavras e beleza vale a pena. Dizem os eternos sonhadores.
Os tais que afinal, são eles, e apenas eles, os construtores do futuro.
E pagam cada poema com uma flor. E vivem na cripta solene da eternidade e do sentir.
Pedro Barroso (autor, cantor, compositor)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

DJ João Alves no 6.º Sentido

No próximo sábado, dia 20 de Novembro, em Paredes – Carvalheira, no antigo “Bai de Roda”, estará o DJ João Alves.
O 6.º Sentido Bar e Discoteca está aberto às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados.
Venha divertir-se!

Um ano depois do acidente de Dos Valires (Andorra)

Na justiça, tudo na mesma
Uma das vítimas mortais, Carlos Alberto Alves, de Figueiras, Lousada, de 36 anos, deixou dois filhos menores, uma menina agora com 5 anos e um rapaz com 12 anos. Com ele morreram mais 4 portugueses: Carlos Duarte Campelo Marques, 23 anos, do Marco de Canaveses; Olímpio Carriço, de 45 anos, de Valpaços; António Maria Gonçalves, de Terras do Bouro; e António Ribeiro, de Vizela.
Refira-se que Carlos Alberto Alves, pouco tempo antes, tinha perdido um irmão que faleceu após doença prolongada e um sobrinho, vítima de acidente rodoviário.
Um ano depois do acidente que vitimou cinco trabalhadores portugueses no túnel dos Dos Valires, em Andorra, ainda não há uma decisão judicial que clarifique as responsabilidades e permita às famílias das vítimas serem compensadas.

Uma missa, no domingo, recordou o acidente, o mais grave de sempre numa obra em Andorra que, por outro lado, continua também sem estar concluída, bloqueada pelo processo judicial e por disputas sobre a validade de relatórios periciais então solicitados.
Depois de uma primeira peritagem judicial, a juíza de instrução do caso responsabilizou seis pessoas da RMD Kwiforrm Ibérica - a empresa responsável pela estrutura que deveria suportar o peso da construção - três da UTE responsável pela obra (Dragados, Dragases y Trabajos Públicos Armengol ) e dois outros da empresa Fernández Casado y Apoyo.
Como essa peritagem é fundamental para a sentença, a defesa já solicitou mais estudos, um geotérmico e outro topográfico que ajudem a explicar o que aconteceu há um ano.
Outros processos paralelos decorrem ainda no Tribunal Constitucional sobre os inquéritos iniciais e o relatório pericial.
Enquanto decorre a batalha judicial em pouco ou nada se altera a situação das famílias das vítimas, especialmente as de dois dos cinco trabalhadores que residiam em Andorra e que continuam sem receber a indemnização.
É uma situação idêntica à que viviam em Março, aquando da visita de Cavaco Silva ao principado dos Pirinéus.
Fontes em Andorra, judiciais e da comunidade portuguesa, asseguraram que "está quase tudo na mesma".
Em Março, uma das viúvas, explicou aos jornalistas que o não pagamento da indemnização se devia, em parte, por não existir acordo com os valores oferecidos pelas seguradoras.
"Há algum desacordo (sobre o valor da indemnização). As famílias (em Portugal) conformaram-se com o que lhes propuseram" e por isso "para elas está tudo resolvido.
"E as duas aqui ainda não, porque não concordamos com a quantia que nos ofereceram", afirmou aos jornalistas a viúva antes da cerimónia de descerramento de uma lápide em homenagem às vítimas, feita por Cavaco Silva e pelo primeiro-ministro andorrano, Jaume Bartumeu.
O processo de definição e atribuição da indemnização às famílias que residiam em Portugal foi relativamente célere mas, no caso das que residiam em Andorra, o processo continua por finalizar.
Na ocasião, o presidente do Governo andorrano, Jaume Bartumeu, prometeu à Lusa que o executivo não ia intervir para acelerar ou pressionar a justiça no âmbito da investigação sobre o acidente.
Oito meses depois, Jaume Bartumeu regressará ao local do acidente onde estará, com várias autoridades locais, familiares das vítimas e membros da comunidade portuguesa, numa missa de homenagem.
Ao lado de uma obra que teima em não estar pronta e a relembrar, diariamente a quem lá passa, o drama que ali se viveu há um ano.
Fonte: Terras do Vale do Sousa, em 18-11-2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Produtores de leite com a «corda na garganta»

A Associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) alertou ontem para os problemas do sector, cujos empresários estão «com a corda na garganta» devido «ao aumento de custos na produção de leite e à estagnação do preço pago a quem produz». Se o preço do leite se mantiver estagnado em Portugal, «muitas produções agrícolas vão fechar portas», avisou Carlos Neves, presidente da APROLEP, confirmando que muitos empresários estão mesmo em «situação de pré-falência».
Fonte: Diário do Minho, em 17-11-2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Primeiro Torneio Distrital de Futsal entre Bombeiros

Os Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro estrearam-se no 1.º Torneio Distrital de Futsal entre Bombeiros com uma vitória inquestionável sobre os Bombeiros Voluntários de Fafe.
Com um resultado expressivo 9-1, os Homens da Paz de Terras de Bouro lideram o grupo A.
Os jogos realizam-se às sextas-feiras e sábados e o torneio terminará em Dezembro.
Felicitamos os nossos Bombeiros pelo excelente resultado.


Governo recusa meio aéreo em permanência no Gerês

O Governo considera «pouco racional» a recomendação feita pela Assembleia da República relativamente à colocação, em regime de permanência, de um meio aéreo de combate aos incêndios no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A recusa do executivo a esta sugestão dos deputados surgiu ontem pela voz dos secretários de Estado Vasco Franco (Protecção Civil) e Humberto Rosa (Ambiente), no Governo Civil de Braga, no intervalo de uma série de reuniões de trabalho com operacionais da protecção civil, com o director do Parque Nacional da Peneda-Gerês e com o governador civil.
Fonte: Diário do Minho, em 16-11-2010

Meio aéreo só no Parque Nacional é irracional

Os secretários de Estado do Ambiente e da Protecção Civil, Humberto Rosa e Vasco Franco, respectivamente, argumentam que não faz sentido ter um meio aéreo adstrito ao Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) para o combate aos incêndios florestais.
Os dois secretários de Estado falavam ontem, em Braga, entre reuniões que serviram para fazer o balanço do período crítico de incêndios.
Humberto Rosa e Vasco Franco comentaram a recomendação da Assembleia da República no sentido do PNPG ter um helicóptero próprio para a primeira intervenção.
O secretário de Estado do Ambiente, que tem acompanhado o pós-incêndios no único parque nacional do país, considerou que “ter um meio aéreo no PNPG seria magnífico se não fosse um tanto irracional do ponto de vista económico”.
“Não podemos ter um meio aéreo em cada área protegida, ainda que sejam muito importantes” afirmou Humberto Rosa que realçou que “o nosso problema não é de falta de meios”, até porque “quando temos circunstâncias meteorológicas de um certo tipo, nem que tivéssemos 20 vezes mais meios teríamos suficientes para o efeito”, apontou.
Por outro lado, numa fase em que se investe na coordenação de meios, ter um meio adstrito a um único parque seria “dar um passo atrás” e “pouco racional”.
O responsável do Ambiente defende medidas como fogo controlado mais alargado e acções de silvicultura preventiva para “ter resultados com uma lógica económica adequada”.
O secretário de Estado da Protecção Civil lembrou que o PNPG teve muito mais que um meio aéreo e conta com uma rede de meios nos distritos de Viana do Castelo, Braga e Vila Real e meios pesados baseados no território nacional e em Espanha.
“Temos que gerir meios onde eles são necessários” acrescentou Vasco Franco.
Os dois governantes estiveram ontem nos distritos de Braga e de Viana do Castelo onde se reuniram com os governadores civis, presidentes de câmara e elementos de ligação dos Centros Distritais de Operações de Socorro.
Destas reuniões, Vasco Franco leva recomendações e avaliações do que se passou no terreno. Melhorar a coordenação ao nível dos sapadores florestais é uma das medidas propostas.
Foi também relevada a necessidade de mais técnicos credenciados para fazer fogo controlado e a necessidade de alargar as redes de pontos de água.
Fonte: Correio do Minho, em 16-11-2010

Bragacine: Curta-Metragem Raízes distinguida

Curta-Metragem Raízes distinguida com o Luís Ismael Augusta Award for Best Documentary no BRAGACINE 2010
FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA INDEPENDENTE DE BRAGA
A curta-metragem Raízes foi distinguida com o Luís Ismael Augusta Award for Best Documentary na 8ª edição do BRAGACINE, FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA INDEPENDENTE DE BRAGA, que decorreu em Braga de 8 a 11 de Novembro 2010, no Campus da Universidade do Minho.
O BRAGACINE, criado em 2003, foi o primeiro Festival de Cinema Independente a realizar em Portugal. É organizado pelo Cineclube da Universidade do Minho.

A curta-metragem Raízes foi apresentada na quarta-feira, 10 de Novembro, às 00:00 horas no Auditório B1, na Universidade do Minho /Campus Gualtar.
Fonte: ADERE, em 16-11-2010

Terras de Bouro assinalou Dia Mundial da Diabetes

O passado fim-de-semana ficou, ainda, marcado pelo rastreio gratuito da diabetes, promovido pela Direcção Geral de Saúde em parceria com a autarquia local, como forma de assinalar o 'Dia Mundial da Diabetes', efeméride comemorada a 14 de Novembro. Com o rastreio na véspera, o município resolveu assinalar a data colocando iluminação azul na Rotunda dos Marcos Miliários.Recorde-se que a diabetes é uma doença que afecta mais de 900 mil pessoas em Portugal e à qual se associam graves implicações a nível cardiovascular e renal. É também a ela que se deve um elevado número de amputações dos membros inferiores e cegueira. Uma das formas mais eficazes de prevenir e controlar a doença é praticar exercício físico e manter uma dieta equilibrada.
Fonte: Terras do Homem, em 16-11-2010

S. Martinho levou animação às 'Terras do Gerês'

A música tradicional, o teatro, a dança e as concertinas foram alguns dos momentos em destaque da 'X Feira Mostra de S. Martinho nas Terras do Gerês', que decorreu na freguesia de Moimenta, no passado fim-de-semana, e onde não faltou, naturalmente, o tradicional magusto, bem como a corrida de cavalos, a montaria ao javali e os diversos ateliers previstos.
O objectivo principal passava por "dinamizar as actividades artesanais, envolvendo os agentes locais e promovendo os produtos regionais", típicos das actividades rurais associadas ao concelho de Terras de Bouro. Pena que o Verão de S. Martinho - que dava mote às celebrações deste ano - não quis marcar presença firme, algo que não afastou, porém, a animação daquela vila terrabourense.
Fonte: Terras do Homem, em 16-11-2010

Feira-Mostra 2010: trabalhos escolares

No espaço da Feira-Mostra, estavam em exposição alguns trabalhos escolares. Tirámos fotografias e seleccionamos, pela sua qualidade, três. Publicamos fotos de duas maquetas e de um quadro alusivo ao S. Martinho feito pelos alunos do Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro.
Parabéns aos alunos e aos seus professores!

Feira-Mostra 2010: algumas fotografias

Publicamos da Feira-Nostra 2010 algumas fotografias.

Feira-Mostra 2010: Sala de Expressão Plástica - Pintar S. Martinho

Um ateliê em actividade quase permanente no decorrer do evento que contou com a colaboração da colega e artista plástica Cidália Silva, no sábado dia 13, em conformidade com o programa. (Foram elaborados mais de cem trabalhos dignos de uma Exposição.)
Agradeço ao município de Terras de Bouro pelo convite para participar neste evento. (Um regresso às minhas origens). Foi uma experiência muito interessante e acolhedora. Uma mais-valia repleta de emoções... desde "conhecer os Terrabourenses", reencontro com familiares, amigos e conhecer familiares directos, que eu não sabia que existiam. Foi o convívio e a participação de visitantes que desde os 3 anos de idade... jovens e até os adultos tiveram a oportunidade de verificar os seus dotes artísticos.

A mostra de trabalhos foi exclusivamente contemplada com obras representativas e materiais (minerais) do município: Pintura, Escultura e Artes Decorativas.
Um evento que se realizou pelo décimo ano consecutivo num espaço bastante acolhedor e muito bem organizado. Penso que todas as expectativas foram superadas.
Parabéns... Continuem a promover a Cultura, Artes e Artífices, Usos e Costumes.
Bem hajam!
Luzia Ferreira Teixeira

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Feira-Mostra 2010: alegria e boa disposição

Na noite de 13 de Novembro, com boa disposição e muita alegria encerrou-se mais um dos dias da nossa Feira-Mostra 2010.
O nosso amigo Leiras do Soajo com a sua concertina ajudou à nossa festa.






Desportivo de Ronfe 1 – Terras de Bouro 1

O Terras de Bouro deslocou-se a Ronfe e empatou o encontro.
Na próxima jornada, o Terras de Bouro recebe o Arões que se encontra no 4.º lugar da tabela classificativa e com mais 2 pontos.