segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Grupo Coral de Moimenta no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Disponibilizamos três vídeos.
Pequenos Cantores de Moimenta no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Disponibilizamos três vídeos.
Melodias de encantar num tesouro concelhio
Arranjar um lugar para estacionar junto à Igreja Paroquial de Moimenta era como procurar uma agulha no palheiro. Trinta minutos antes do início do encontro e já a azáfama era grande. Lá dentro trabalhavam-se os últimos pormenores para tudo sair perfeito. Cá fora a romaria era intensa. O concelho reuniu-se para quatro horas de música e encanto, para mais uma edição do Encontro de Cantares de Natal e de Reis.
Vieram de praticamente todas as freguesias. Grupos, bandas associações, pequenos cantores. Como um puzzle que se vai juntando as peças, para demonstrar a representação cultural e musical de Terras de Bouro. Um verdadeiro espólio escondido em pleno Parque Nacional. Um deleite para os forasteiros.
Expressões e gestos, ritmos, frenesim e aplausos. Veias que crescem com os primeiros acordes, trazidos pela Banda Musical de Carvalheira. Datada de 1839, cuja origem surgiu de uma tuna ou orquestra de capela organizada pela padre António José Correia. Nos seus primeiros tempos foi mesmo conhecida por Orquestra do Padre do Tomé, mas posteriormente adquiriu o nome de Música da Carvalheira.
A abertura foi com uma marcha de concerto. Sob a batuta do maestro António Luís ouviu-se o ‘Maestro João Neve’ de Alberto Madureira. A concentração trouxe uma viagem pelos sentidos, pela audição, pela mente. Aos quatro cantos do concelho, pelo mundo fora. O estado de alma renovava-se e entravam as trompetes em acção. Sempre ao ritmo da batuta, com a companhia da bateria e pandeireta. Um ritmo suave, ao estilo de um conto de Natal ou daqueles domingos de Inverno em frente à televisão, de lareira acesa, a assistir à Julia Andrews no filme ‘Música no Coração’, como se da primeira vez se tratasse.
Joaquim Cracel Viana sorria na primeira fila. Vibrava em conjunto com um auditório cheio. De pé, sentados, encostados à parede, em todos os cantos da Igreja.
O sol entrava pelos vitrais e entrava também ‘O Bom, o Mau e o Vilão’ de Morricone. Vem um frio à espinha, os semblantes ficaram mais carregados. Estáticos até. Muda o ritmo e dois irmãos sussurram entre si. Ambos de boca aberta. Olhavam para os instrumentos, que eram imensos. Tal como a panóplia oferecida em quatro horas de intenso prazer. A cultura tem destas coisas e há melodias de encanto em pleno Parque Natural .
São 15.08 minutos. O Encontro começou há 38 e ainda continua a entrar gente. Saem os acordes do faroeste e entram as Janeiras. A música das despedidas, não mais do que um profundo desejo de um 2013 em pleno, de intensa felicidade.
Sai a Banda Musical de Carvalheira com um intenso aplauso. Como presente segue um quadro pintado pelos Idosos do Centro Paroquial do Covide. É a prenda do município para todos os participantes. Entram as recordações de Natal, mais momentos de ternura. Segue-se o Grupo Coral de Carvalheira, Grupo Coral de Moimenta, Grupo Coral de Souto. Já passa das 16 horas e continua a entrar populares na Igreja Paroquial de Moimenta.
Entram novos acordes com Grupo de Música Popular ‘Trevo Alegre’. Segue-se o Coro Infantil de Chorense, Orfeão de Terras de Bouro, Grupo Coral de Chorense, Pequenos Cantores de Moimenta, Grupo de Cavaquinhos e Violas da Associação Desportiva de Carvalheira, Grupo Coral de Gondoriz, Grupo Coral de Cibões e Associação Sociocultural e Desportiva de Valdozende (Paradela).
A noite já tinha dados os primeiros sinais, mas a satisfação era imensa. Ficou ali pintado um verdadeiro quadro cultural, harmonias e melodias. Sentiu-se o orgulho concelhio em torno da sua cultural, à volta de um encontro que alimenta as tradições e que enchem o ego.
Joaquim Cracel: “São três anos extraordinários da minha vida”
A tarde era de música, de tradições e de cultura, mas, neste encontro de Natal e de Reis, impunha-se abordar o futuro do concelho com a figura que ocupa o trono em Terras de Bouro. A direcção do PS fixou o final deste mês de Janeiro como data definitiva para apresentar o seu candidato e, o partido, tem trabalhado em prol da recandidatura de Joaquim Cracel Viana. Ainda não é uma certeza, mas o trabalho que está a ser realizado aponta para um final feliz.
“Agradeço a confiança e o apoio que a grande maioria dos membros da Comissão Política Concelhia de Terras de Bouro do PS recentemente manifestaram na minha recandidatura ao cargo de presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro nas próximas eleições autárquicas”, começou por afirmar. “É para mim uma honra e um privilégio contar com elevado apoio dentro dessa estrutura partidária”, defendeu ainda.
“Relativamente à minha recandidatura ao cargo de presidente da autarquia, era minha intenção não me recandidatar a tal cargo. Cheguei mesmo a divulgar publicamente essa intenção. Mas é verdade que, nos tempos recentes, muitas pessoas me têm abordado para que eu reconsidere a minha intenção e apresentam-me argumentos poderosos”, salienta Joaquim Cracel Viana. “Estou, neste momento, a avaliar o meu percurso e a dialogar com algumas pessoas para tomar uma decisão definitiva até ao final deste mês, que é o prazo fixado pela direcção do PS”, destacou ainda o edil.
Numa análise aquilo que foi este primeiro mandato, Joaquim Cracel Viana mostra-se fascinado com a experiência. “Estes três anos nas funções de presidente da câmara assumem-se como uma experiência extraordinária da minha vida. Tenho plena consciência de que entrei na vida política no momento mais difícil do nosso país nos últimos 35 anos. A situação de grave crise económica que a todos nos afecta exige decisões e opções equilibradas e ajustadas à realidade”, constata.
Emprego e finanças
Certo é que, quando o mandato caminha para o seu final, o balanço é amplamente positivo. “Fizemos grandes obras e poucas obras grandes e tomámos as opções correctas de forma a melhorar a qualidade de vida dos munícipes. Na verdade, preocupámo-nos com o emprego e a empregabilidade, instalando uma empresa de informática na Casa de Latim, em Covide, tendo criado quatro postos de trabalho para jovens qualificados; promovemos a instalação do Intermarché em Terras de Bouro, criando cerca de 25 postos de trabalho; promovemos o emprego através de contratos emprego/inserção, sendo que nestes últimos três anos foram mais de 100 postos de trabalho; apoiámos os cursos de Educação e Formação de Adultos, com criação de alguns empregos no município e no Agrupamento de Escolas”, destacou Joaquim Cracel Viana.
“Assumimos a gestão financeira do nosso município com rigor, assentando as nossas decisões em dois pilares fundamentais: os fundos financeiros disponíveis e a selecção criteriosa das obras mais úteis e necessárias. Apesar das restrições e reduções significativas das transferências do Orçamento de Estado para as autarquias - em apenas três anos já nos foram retirados mais de um milhão de euros de receita -, temos conseguido executar obra e temos equilibrado as contas do município. Neste momento, as dívidas de curto prazo, que são as dívidas a fornecedores, são pagas entre trinta e sessenta dias, cumprindo as exigências da legislação, como a famigerada Lei dos Compromissos. As nossas dívidas de médio e longo prazo [os empréstimos bancários] já sofreram, nos últimos três anos, uma redução de 20%. Neste momento, o nosso município tem uma dívida de 4.374.000,00 euros, quando há três anos era de 5.455.000,00 euros. O nosso município é dos poucos que não precisa de qualquer saneamento financeiro. Devemos sentir orgulho disso”, salientou Joaquim Cracel Viana.
Fonte: Correio do Minho, em 14-01-2013
Grupo Coral de Souto no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Disponibilizamos 3 vídeos.
Grupo Coral de Carvalheira no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Disponibilizamos três vídeos.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Grupo Coral de Chorense no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Disponibilizamos três vídeos.
Orfeão de Terras de Bouro no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Hoje, o Orfeão de Terras de Bouro cantou o “Hino de Terras de Bouro”.
Banda Musical de Carvalheira no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Mais um vídeo da atuação da banda.
Terras de Bouro com vitória categórica sobre o Vila Chã
Em jogo a contar para a 14.ª jornada, o Terras de Bouro venceu em casa o Vila Chã com três tentos sem resposta.
Com este resultado, o Terras de Bouro subiu ao 6.º lugar e está a 7 pontos do Dumiense que é líder isolado.
Fotografias do XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Banda Musical de Carvalheira no XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis
Disponibilizamos quatro vídeos.
Divisão de Honra: Águias de Alvelos 2 - 2 Grupo Desportivo do Gerês
O Grupo Desportivo do Gerês foi ao reduto do Águias de Alvelos, último classificado, empatar a duas bolas.
XIV Encontro Concelhio de Cantares de Natal e de Reis Concelhio
Abriu com chave de ouro o XIV Encontro Concelhio de Cantares de Natal e de Reis com a nossa Banda Centenária de Carvalheira.
Participaram neste encontro o Grupo Coral de Carvalheira, o Grupo Coral de Moimenta, o Grupo Coral de Souto, o Grupo Coral de Chorense, o Grupo de Música Popular ‘Trevo Alegre’, o Orfeão de Terras de Bouro, o Coro Infantil de Chorense, Os Pequenos Cantores de Moimenta, o Grupo de Cavaquinhos e Violas da Associação Desportiva de Carvalheira, o Grupo Coral de Gondoriz, o Grupo Coral de Cibões e a Associação Sociocultural e Desportiva de Valdosende (Paradela).
Disponibilizamos algumas fotografias.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Juíza aceita tribunal de júri no caso do homicídio da professora de Geografia Maria da Luz
A pré-selecção dos 100 cidadãos para jurados no julgamento colectivo do caso homicídio da professora de Geografia, em Maio de 2012 num apartamento em Maximinos, efectua-se no próximo dia 18 deste mês.
A decisão da juíza Luísa Alvoeiro dá sequência ao requerido pelo advogado Pedro Miguel Branco, em defesa do arguido Filipe Amorim, autor confesso do homicídio à facada da sua companheira, a professora Maria da Luz, de 34 anos.
Como o requerido pela defesa foi aceite, a juíza titular do processo despachou agora no sentido de se dar cumprimento às diligências previstas na lei para este tipo de situações - soube ontem o CM.
Com a designação da data para a referida pré-selecção, seguiu para a Câmara Municipal de Braga a solicitação do envio para o Tribunal Judicial dos cadernos de recenseamento eleitoral referentes às 62 freguesias deste concelho.
O sorteio do próximo dia 18 deste mês, às 14,30 horas, na Vara Mista do Tribunal Judicial, é efectuado em audiência aberta ao público, com a presença do Ministério Público e dos advogados da família da vítima e o da defesa.
No decurso dessa audiência, com base nos cadernos eleitorais e respeitando-se a ordem alfabética das freguesias, procede-se ao sorteio. Apurado, de forma aleatória, o número de 100 pessoas, estas são notificadas para, no prazo de cinco dias, responderem a um inquérito, em modelo próprio, para se saber se elas preenchem os requisitos de capacidade indispensáveis para a função que irão exercer.
Na segunda fase do sorteio são apurados apenas 20 cidadãos, entre os quais serão apurados, depois de uma entrevista colectiva, apenas oito jurados - quatro efectivos e quatro suplentes.
Isto porque o tribunal de júri é, ainda segundo a lei, composto pelos três juízes (a presidente Luísa Alvoeiro e dois “asas”), quatro jurados efectivos e outros tantos suplentes.
Função subsidiada
Como se depreende, só podem ser jurados os cidadãos portugueses inscritos no recenseamento eleitoral. E mesmo esses, para serem seleccionados, têm de ter idade inferior a 65 anos, escolaridade obrigatória e não serem portadores de doença ou anomalia física ou psíquica “que torne impossível o bom desempenho do cargo” - explica o Decreto-Lei 387-A/87, de 29 de Dezembro.
Exige-se também a esses mesmos cidadãos que estejam no pleno gozo dos direitos civis e políticos e não estejam presos ou detidos, nem estado de contumácia. Os direitos e deveres dos jurados estão igualmente consagrados na lei e podemos desde já adiantar que os jurados, no exercício das suas funções, têm direito a um subsídio diário igual a uma unidade de conta (102 euros cada unidade) e não podem prejudicados pelas suas faltas ao trabalho.
Fonte: Correio do Minho, 12-01-2013
Terras de Bouro-Vila Chã
Em jogo a contar para a 14.ª jornada do campeonato da 1.ª Divisão da AF de Braga, o Terras de Bouro recebe o Vila Chã. Este encontro será apitado Gaspar Fernandes.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Cantar dos Reis: No próximo domingo, as tradições do concelho cantadas por treze grupos concelhios
Eis os grupos participantes e os respetivos horários:
14:15 - Banda Musical de Carvalheira
14:45 - Grupo Coral de Carvalheira
15:00 - Grupo Coral de Moimenta
15:15 - Grupo Coral de Souto
15:30 - Grupo Coral de Chorense
15:45 - Grupo de Música Popular ‘Trevo Alegre’
16:00 - Orfeão de Terras de Bouro
16:25 - Coro Infantil de Chorense
16:50 - Pequenos cantores de Moimenta
17:05 - Grupo de Cavaquinhos e Violas da Associação Desportiva de Carvalheira
17:20 - Grupo Coral de Gondoriz
17:35 - Grupo Coral de Cibões
17:50 - Associação Sociocultural e Desportiva de Valdosende (Paradela)
Um homem detido com bastão extensível foi detido pela GNR de Terras de Bouro
Um homem de 49 anos foi detido, quarta-feira, pela GNR, em Terras de Bouro, por se encontrar na posse de um bastão extensível.
O homem foi notificado para comparecer ontem no tribunal.
Fonte: Correio do Minho, em 11-01-2013
O (en)canto dos reis na Igreja de Moimenta
O município de Terras de Bouro reúne-se para mais uma edição do Encontro de Cantares de Natal e de Reis. A partir das 14.30 horas de domingo, a Igreja Paroquial de Moimenta, situada na sede do concelho, abre as portas a treze grupos que vão apresentar um pedaço da história do concelho. São várias associações e grupos corais que vão dar a sua voz, com imenso entusiasmo, oferecendo aos presenças uma tarde de alegria e convívio, perpetuando ainda as tradições das Janeiras no concelho de Terras de Bouro.
As canções que vão figurar no evento estão inseridas no evento desta quadra, contudo também representam as tradições e a história do concelho, das suas gentes, da sua música e da sua cultura.
Joaquim Cracel Viana, figura máxima da edilidade, é presença obrigatória neste Encontro, onde o passado se cruza com o presente, onde os mais novos absorvem as tradições do passado e tornam-se parte delas. Aliás, esse é mesmo um dos grandes objectivos deste certame, com a passagem de testemunho entre as diversas gerações, essa passagem de conhecimentos e vivências que faz a linha de um povo.
Em ação vão estar Grupo Coral de Carvalheira, Grupo Coral de Moimenta, Grupo Coral de Souto, Grupo Coral de Chorense, Grupo de Música Popular ‘Trevo Alegre’, Orfeão de Terras de Bouro, Coro Infantil de Chorense, Pequenos cantores de Moimenta, Grupo de Cavaquinhos e Violas da Associação Desportiva de Carvalheira, Grupo Coral de Gondoriz, Grupo Coral de Cibões e Associação Sociocultural e Desportiva de Valdosende (Paradela), treze grupos que representam partes distintas do concelho, mas que neste dia o unem através da música, através da quadra.
Fonte: Correio do Minho, em 11-01-2013
Lanhas e Terras de Bouro penalizados
Sobre este assunto, a notícia do jornal Desportivo Vale do Homem é mais clara do que a do Diário do Minho...
O Conselho de Disciplina da AF Braga puniu o Lanhas com uma derrota por 3-0 no jogo com o Arsenal da Devesa e aplicou uma multa de 150 euros. Recorde-se que a equipa vilaverdense não terminou o jogo devido a insuficiência de jogadores. O treinador do Terras de Bouro, Francisco Nascimento, foi punido com 30 dias e 75 euros. Um castigo referente ao último dérbi com o Lanhas de onde resultou também um castigo pesado para Alexandre que vai estar impedido de jogar durante três jornadas. Marinho (Terras de Bouro), Gonçalo e Simão (Lanhas) apanharam um jogo de suspensão.
Fonte: Desportivo Vale do Homem, em 11-01-2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)






