sábado, 7 de maio de 2011

Parque da Peneda-Gerês: 40 anos marcados pelo reconhecimento internacional e críticas de autarcas

O único Parque Nacional português, na Peneda-Gerês, comemora este ano 40 anos da sua criação, mas o reconhecimento internacional, de que é exemplo a atenção dada pela revista National Geographic, continua a conviver com as críticas dos autarcas locais.
"Depois de vários títulos atribuídos ao longo dos anos, como em 2009 o de Reserva da Biosfera, esta publicação tornará o parque conhecido em todo o mundo", explicou à Lusa Lagido Domingos, director do Parque Natural da Peneda-Gerês (PNPG), salientando que uma equipa de fotógrafos e colaboradores da revista está no terreno há várias semanas.
"Estamos a falar de um património de grande valor, que parece ser preciso vir gente de fora para o reconhecer", afirmou, mostrando-se satisfeito com a "linha de rumo dos últimos 40 anos" da instituição.
No entanto, ainda bem vivas estão as críticas locais ao novo Plano de Ordenamento, nomeadamente sobre a necessidade de autorizações para pequenas obras, o estatuto de residente no parque ou a proibição de aproveitamentos eólicos.Vassalo Abreu, autarca de Ponte da Barca, município que tem 52 por cento do seu território em área do parque, é um dos mais críticos: "Sou presidente da Câmara e quase tenho que ter um passaporte para entrar no parque".
A proibição de instalação das torres eólicas é a crítica mais dura: "Entramos no PNPG e vemos postes enormes de Alta Tensão, antenas das televisões e telemóveis. E não podemos ter eólicas na periferia, quando as melhores zonas que temos estão ali", diz o autarca socialista.
No concelho vizinho de Arcos de Valdevez, o autarca social-democrata Francisco Araújo critica as "restrições" que o parque tem imposto às populações ao longo dos anos.
"O parque é um território humanizado e para cumprir a sua missão precisa de ganhar as populações, o que não acontece", acusa.
Para Francisco Araújo, "a proibição é a política da protecção em Portugal e as populações estão contra este tipo de ordenamento do território, que só perspectiva o despovoamento".
Em resposta a estas críticas, o director minimiza os problemas: "Devemos estar orgulhosos daquilo que foi possível conservar, em termos de património natural e cultural".
No entanto, "também sabemos que por vezes as relações não são fáceis com populações e autarquias", admite Lagido Marques.
Constituído a 8 de Maio de 1971, o PNPG abrange cinco concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga e Vila Real, em mais de 70 mil hectares de área protegida, habitada por oito a nove mil pessoas.
Da área total, apenas cinco mil hectares pertencem ao Estado. A maior parte dos terrenos são baldios, o que obriga a um processo de articulação com a direcção do parque. "O Estado tem que ajudar a gerir, mas a ideia não é a de impor, contrariamente a algumas ideias que se criam", afirma Lagido Domingos.
Actualmente, o PNPG tem cerca de 240 espécies de fauna vertebrada identificadas no território e 1100 de flora, além de 500 sítios de interesse histórico e arqueológico.
Fonte: I-informação, em 7-05-2011

Principais obras de César Príncipe

Para além do livro Poemas de Megafone, ed. Searas de Letras, acabado de lançar recentemente, a obra “Aborto no País das Virgens”, “Crónicas Imprudentes” e “Os Segredos da Censura” são outros dos títulos da sua vasta obra. Disponibilizamos capa e sinopse das suas principais obras.
Os Segredos da Censura
Edição/reimpressão: 1994
Páginas: 156
Editor: Editorial Caminho
Colecção: Nosso Mundo
Sinopse: Os Segredos da Censura é uma recolha de telegramas telefonados da Censura fascista, contendo ordens transmitidas a um jornal diário. Trata-se de uma valiosa fonte de informações que permite ao leitor compreender como era inteiramente filtrada e falsificada a «informação» que o fascismo impunha ao nosso povo. Os Segredos da Censura constituem «um verdadeiro diário do arrolhamento da Informação, um jornal invisível, ditado pelo telefone do silêncio», como afirma César Príncipe, autor da recolha e do prefácio, conhecido jornalista cujo nome sempre esteve ligado à luta contra a Censura antes do 25 de Abril e, depois dele, à luta por uma plena e responsável liberdade de informação.Ementas do Paraíso
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 472
Editor: Campo das Letras
Sinopse: APRESENTAÇÃO DA NOVA CRUZADA: COMO REDIMIR A HUMANIDADE PELO BEM-COMER & PELO BEM-BEBER & DEMAIS TENTAÇÕES DO HORTO
Neste planeta, assoberbado pelo Pensamento Único & pela bestialização de prioridades & preferências, pela célere desidentificação & desertificação de povos & lugares, ocorreu ao autor contribuir para a redenção alimentar, para a reconversão dos prazeres da comida & da bebida, no quadro de um Portugal católico, apostólico & romano & de um Mundo Melhor. Se supõe, assim, com a apresentação de um roteiro, de um cardápio & de um organigrama de Serviços à comunidade, aguçar a apetência pela cozinha Espiritual & Nacional, por oposição ou em alternância ao fast-food & à macdonaldização, reconsagrando pratos de eleição & copos de saudação. (…)Festas & Funerais
Crónica Resistência
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 216
Editor: Campo das Letras
Sinopse: Começa a literatura jornalística com o acidentado fellacio da Sala Oval e encerra com o Apocalipse do planeta, agendado para festejar o segundo milénio. Pelo meio, descobre-se a filha de um arcebispo (de Braga); denuncia-se a bipolarização na aldeia portuguesa e a unipolarização na "aldeia global"; alerta-se para os fogos nas matas nativas e para os fogos da NATO em vários pontos do mapa; cuida-se das categorias do fantástico e do trágico do nosso quotidiano, desde as cotoveladas de um "craque" do futebol ao transe pátrio por um fadista.
Trata-se (também) de insuflar algum alento aos lúcidos e aos desprevenidos nesta era de "cães de guarda" do sistema. Trata-se (também) de abominar fautores da fome, da peste e da guerra e de enaltecer vultos da resistência nas múltiplas frentes e rectaguardas da "crise".
Porque nestas crónicas nunca se pediu licença ao "pensamento único" para ter opinião própria. Porque, mais uma vez, os piores tomaram as rédeas do poder e do saber e cada um de nós terá, mais cedo ou mais tarde, de definir se deseja continuar a pertencer ao género humano.
Adivinha-se o campo escolhido pelo cronista: o das letras contra os números.O assassino ameaçado
Edição/reimpressão: 2005
Editor: Arca das Letras
Sinopse: "O assassino ameaçado" propõe várias leituras do 11 de Setembro: sobre o Terrorismo de Estado e sobre o Terrorismo sem Estado. Também propõe uma reflexão sobre o terror psicológico das indústrias de consciências - Jornais, Rádios, Televisões. Para César Príncipe urge ter Memória para saber e poder resistir às máquinas de guerra, das diversas guerras. "Bush & Bin Laden são filhos da mesma mãe e alunos da mesma escola. São produtos e subprodutos da economia de assalto/Globalização e de projectos políticos de fachada religiosa- A humanidade dispensa estes salvadores".
Sentado no Muro do Cemitério a Ver Passar a Classe Operária
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 15
Editor: Arca das Letras
Crónicas Imprudentes
Edição/reimpressão: 1992
Páginas: 222
Editor: Lello Editores
Colecção: O Tempo Encontrado
Fonte: wook

César Príncipe natural de Vilar da Veiga

Nasceu, em 1942, em Vilar da Veiga (Gerês). Especializou-se em Jornalismo Político/Ciências da Comunicação/UP (Pós-Graduação). Colaborou em órgãos de informação regionais e nacionais, bem como em programas radiofónicos e televisivos. Foi redactor principal do 'Jornal de Notícias'. Ainda no quadro jornalístico, divulgou as Artes Plásticas Portuguesas, desde o séc. XV à actualidade, cooperando na formação de novos públicos numa área tradicionalmente elitizada. Também na vertente de crítico de Arte, tem contribuições espalhadas por catálogos, monografias e programas audiovisuais.
Como cronista granjeou alargada audiência, sendo considerado por Baptista Bastos um dos expoentes neste ramo literário.
No âmbito institucional, exerceu funções de representação na Empresa, no Sindicato e na Comissão da Carteira de Jornalista, bem como em associações culturais.
Participou com textos em espectáculos da Seiva Trupe: 'Um Cálice de Porto', 'Porto do Século', 'O Casamento'. Proferiu numerosas conferências e dinamizou colóquios.
No campo cívico, empenhou-se no combate democrático. Em 1974, um mês antes da Revolução de Abril, interveio, em Estocolmo, na Conferência Mundial dos Acordos de Paz sobre o Vietname.
Fonte: wook

Quem fala assim...César Príncipe

Hoje, no Diário de Notícias, na espaço Gente, fala-se do terrabourense César Príncipe.
Este escritor acaba de lançar o livro Poemas de Megafone, ed. Searas de Letras.
Aborto no País das Virgens, Crónicas Imprudentes e Os Segredos da Censura são outros dos títulos da sua vasta obra.- Foi redactor principal do Jornal de Notícias
- Crítico de Arte, com contribuições dispersas por catálogos, monografias e programas
- Homem empenhado, antes de depois do 25 Abril, no combate democrático
- Nasceu em 1942, em Vilar da Veiga, Gerês
Fonte: Diário de Notícias, em 7-05-2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Terras de Bouro recebe Torcatense

Na jornada do último fim-de-semana, com a derrota por 2-0 sofrida nas Marinhas, a equipa do Pevidém (19 pontos) viu consumada a sua despromoção à 1ª Divisão da AF de Braga.
A três jornadas do final da Divisão de Honra, o Ninense (com 26 pontos), o Polvoreira (com 26 pontos) e o Louro (com 25 pontos) estão na zona de despromoção, onde ainda poderá cair o Forjães (com 31 pontos) ou o Terras de Bouro (com 32 pontos). As restantes equipas, incluindo Torcatense e Ronfe, já estão, certamente, a salvo porque somam 37 pontos. O GD Prado encontra-se acima da linha de água, pois soma 35 pontos, joga em casa e fugirá, certamente, à despromoção.
Domingo, vamos apoiar o nosso clube e esperamos que a equipa do Terras de Bouro arrecade os três pontos em disputa.Divisão de Honra (28ª jornada)
Sábado, às 16 horas: Polvoreira - Pevidém
Sábado, às 21 horas: Santa Eulália - Forjães

Domingo, às 16 horas, jogam:
- Martim - Ninense
- Terras de Bouro - Torcatense
- Louro - Vilaverdense
- Celoricense - Arões
- Prado - Ronfe
- Porto D´Ave – Marinhas

Destinos turísticos

A produtividade e competitividade associadas aos sectores fornecedores de serviços são, nesta medida, factores determinantes para o crescimento económico e bem-estar das sociedades.
Mas, o que é realmente um destino turístico?
Diria que é uma Região, um Espaço com características físicas, históricas e etnográficas que a identificam em relação às demais, capaz de desenvolver uma ou mais actividades turísticas, atraindo não residentes e motivando os locais para o uso da respectiva oferta turística. Outras definições conseguimos encontrar no trabalho de outros investigadores, mas no computo geral se interligam.
Mas os destinos turísticos podem claramente apresentar-se a diversos níveis ou se quisermos de diferentes tipologias:
- Um País;
- Uma Região que agregue mais do que um País (ex: Europa)
- Uma determinada Região dentro de um país;
- Uma cidade
- Um espaço de grande valência natural (ex: Parque Nacional Peneda Gerês)Estes diferentes tipos ou níveis de destinos turísticos competem entre si quer pela naturalidade das suas características e atractividade quer pela acção e dinâmica do Homem.
Por competitividade nos destinos turísticos pode entender-se a capacidade de um destino de destacar de outro através da capacidade de criar rácios económicos positivos nas empresas do Turismo, de aumentar constantemente a atractividade dos diferentes mercados baseada na satisfação dos visitantes e turistas que experimentar o destino; facilitando e melhorando as condições de vida dos residentes, estruturando as estratégias de desenvolvimento turístico na sustentabilidade de forma a preservar o território para as gerações futuras.
Mas esta visão estratégica tem que assentar numa clara política de planeamento e desenvolvimento integrado do sector turístico com as restantes actividades económicas do Destino. Este planeamento que deve ter um espaço temporal razoável, diria de 10 anos no mínimo, tem que concertar os diferentes componentes:
- Os reais valores do Turismo
- É necessário definir um sistema que funcione
- Tem que se ter uma visão estratégica do destino
- Definir uma política de posicionamento e de marca
- É necessária a análise constante da competitividade do destino
- Monitorização e avaliação constante para pró-agir
- Auditar constantemente o destino
- Por fim, deve constituir-se um gestor do Destino que congregue todos os interesses e os principais “stakeholders”.
O desempenho de um Destino Turístico será sempre um reflexo das relações de complementaridade que se estabelecem entre os diversos tipos de contributos - com os mais variados sentidos - provenientes, tanto de organizações públicas como de privadas directa e indirectamente relacionadas com a prestação de serviços do sector.
O problema da competitividade do turismo, centra-se no Destino Turístico e não nos diversos sub-produtos específicos que lhe estão associados e que fazem parte integrante da sua composição.
Apenas num contexto de colaboração e cooperação entre sector público e privado é possível pôr em prática o conceito de gestão integrada. O envolvimento e a participação dos actores em projectos globais relaciona-se com a capacidade gerir e articular perspectivas, realçando vantagens, interesses e objectivos comuns, suscitando o empenhamento e motivação permanentes para a obtenção de resultados globais.
Fonte: Correio do Minho, em 6-05-2011

Augusto Canário no 6.º Sentido

O 6.º Sentido, em Paredes – Carvalheira, promove um fim-de-semana louco, com duas mega-noites de festa.
Hoje, dia 6 de Maio, numa verdadeira noite minhota, contará com a presença especial do bem conhecido Augusto Canário, Naty Vieira e Cândido Miranda. Cantares ao desafio e, ainda, a presença de DJ RC prometem uma noite verdadeiramente imperdível... Início do espectáculo 00:00.Amanhã, dia 7 de Maio, contará com a presença de um dos melhores Stand Up Comedy Nacionais, o incrível Jaimão. Uma verdadeira noite de animação... Esta é mais uma mega festa que conta ainda com DJ Carlos Guerreiro para segurar as "hostes da mesa" all night... Inicio do espectáculo 1:30...
Duas mega-noites, com duas grandes festas, contamos contigo, vamos abanar o 6ºººººººº....

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Chorense: Bar de S. Sebastião da Geira abre no próximo Domingo

No dia 8 de Maio, abrirá o Bar e S. Sebastião. As receitas deste bar, que estará aberto aos Domingos, destinar-se-ão à realização das festas de S Sebastião da Geira, freguesia de Chorense, previstas para os dias 19, 20 e 21 Agosto.
Quando alguém quiser combinar/encomendar uma "tainada", este bar também poderá abrir, excepcionalmente, às Sextas-feiras e aos Sábados.

Exposição “ARTE no CAIS” 2.º Módulo

A artista terrabourense Luzia Ferreira Teixeira participa na Exposição “ARTE no CAIS” 2.º Módulo.
No próximo sábado, dia 7 de Maio, às 17:00, inaugura-se no Auditório Municipal de Vila do Conde mais uma exposição colectiva de pintura, escultura e fotografia.
Organizada pela Galeria Cais Art’s Project, em parceria com a Galeria Aberta – Associação de Apoio ao Artista, a Exposição “ARTE no CAIS” 2.º Módulo exporá obras de artistas plásticos portugueses, espanhóis, brasileiros e italianos. Esta exposição estará aberta ao público de 7 a 21 de Maio de 2011, de Terça a Sábado, das 15:00 às 23:00 e conta com os seguintes artistas: Alves de Sá, Ana Garcia, Carlos Rodrigues, Cila Rodrigues, Claudinei, Damião Vieira, Daniel de Sousa, Dasilva, Fernanda Perdigão, Filipa Figueiredo, Guilherme d´Almeida (Fraguial), Isaura Xavier, Jorge Vilaça, Josep Rico, Lúcia Lupenny Rodrigues, Luzia Ferreira Teixeira (Lucy Bream), Marieta, Mizé e Silvana Violante.
Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da Republica, Vila do Conde - Portugal
Horário: das 15h às 23h de Terça-Feira a Sábados
Contactos:
Telefone: 252 248 469
E-mail: geral@cm-viladoconde.pt

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pagamentos da Câmara de Terras de Bouro

Relativamente aos prazos de pagamentos a fornecedores, publicamos esclarecimento do Senhor Presidente da Câmara Municipal, Dr. Joaquim Cracel Viana, que passamos a transcrever:
Acabei de ler, neste blogue, uma notícia sobre os pagamentos das autarquias locais a fornecedores, relativos a 31 de Dezembro de 2010. Desconheço as fontes ou as razões que levaram a Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) a divulgar tais resultados. Aí é dito que a Câmara Municipal de Terras de Bouro, no final de 2010, fazia pagamentos a fornecedores no prazo de três dias. Como Presidente da Câmara, devo esclarecer que tal informação não corresponde totalmente à verdade (infelizmente). É certo que já houve e ainda há algumas situações esporádicas em que isso acontece. Até já se pagou em apenas um dia! Mas, normalmente, o prazo de pagamento à maioria dos fornecedores, no final de 2010, situava-se nos 60 dias e, neste momento, situa-se nos 90 dias. Os cortes nas receitas municipais provocados pelos PEC obrigaram-nos a atrasar os pagamentos. Estamos a procurar reduzir o tempo entre a entrada da factura e a sua liquidação. Esse é um dos nossos grandes objectivos, pois quem trabalha ou presta serviços deve receber atempadamente.
Presto esta informação porque considero que todos os munícipes têm direito a conhecer a situação financeira do Município e porque é necessário repor a verdade face à referida notícia da DGAL.
O Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro
Joaquim José Cracel Viana

terça-feira, 3 de maio de 2011

Balança: Berto à desgarrada

No palco da sede da Junta de Freguesia da Balança (30 de Abril último), Berto esteve mais uma vez no seu melhor!

Balança: Grupo de Teatro Nova Vida

Disponibilizamos a peça de teatro Festa de Romaria representada no dia 30 de Abril pelo Grupo de Teatro Nova Vida. Para os vídeos não serem demasiados extensos, dividimos esta representação em dois clipes: Parte I e Parte II.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Autarquias demoram em média 112 dias a pagar dívidas

Lisboa demora 88 dias a pagar aos fornecedores e Porto 31 dias
Os municípios que pagam mais rapidamente são Alcoutim e Terras do Bouro, que demoram apenas três dias a efectuar pagamentos.
As autarquias portuguesas demoram, em média, 112 dias a pagar as respectivas dívidas, de acordo com dados da Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) relativos a 31 de Dezembro do ano passado.
O município de Porto Santo demora mais de três anos a pagar aos seus fornecedores e lidera, por isso, a mais recente lista dos municípios maus pagadores. Segundo estes dados, disponíveis em www.portalautarquico.pt, Porto Santo demorava 1.228 dias, cerca de três anos e quatro meses, a pagar aos fornecedores.
Das 303 câmaras consideradas nesta lista (Portugal tem 308), 25 demoram mais de um ano a pagar as suas dívidas e outras 149 pagam a mais de 90 dias. Apenas 44 municípios pagavam dentro do prazo de um mês.
Seguem Porto Santo, as câmaras de Borba (903 dias), Vila Franca do Campo (754 dias), Celorico da Beira (717) e Castanheira de Pêra (797).
Entre as capitais de distrito, Aveiro está em sétimo lugar na lista de maus pagadores, Faro em nono, e Évora em décimo. Lisboa demora 88 dias a pagar aos fornecedores e o Porto 31 dias.Há quem demore apenas 3 dias
Em comparação com os resultados do mês homólogo de 2009, a média de pagamento das câmaras a fornecedores aumentou: em Dezembro de 2009 as câmaras demoravam em média 89 dias a efectuar os seus pagamentos (contra os 112 dias que demoravam no final de 2010).
Os municípios que pagam mais rapidamente são Alcoutim e Terras do Bouro, que demoram apenas três dias a efectuar pagamentos, Portel e Pampilhosa da Serra (quatro dias), Vila do Porto, Anadia e Arronches (cinco dias).
Esta lista não inclui os municípios de Águeda, Amadora, Paços de Ferreira, Portalegre e Valença por falta de dados ou dados incompletos.
A lista do prazo médio de pagamentos é aferida segundo um indicador que avalia a capacidade de pagamento de uma autarquia em dado momento, a partir dos factores que foram reportados pelas autarquias à DGAL, relativos a determinado período.
Até 31 de Agosto de 2010, as autarquias tinham 90 dias para pagar a fornecedores, mas desde 1 de Setembro o Estado - incluindo autarquias, regiões autónomas, institutos ou empresas públicas - têm 30 dias para pagar ou um prazo de 60 dias, se isso for escrito em contrato público, a partir do qual é obrigado a pagar juros de mora, mesmo que não tenha sido assinado um contrato.
Fonte: Agência Financeira, em 2-05-2011

Aponte para o Gerês : Compromisso da Esperança

O Governo Civil de Braga, a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal, e as empresas ‘Primavera Software’, ‘Regojo Imobiliária’ e ‘Design About’ foram as entidades da região que assinaram por estes dias o ‘Compromisso da Esperança’, no âmbito do projecto ‘Aponte para o Gerês’ - um projecto que pretende rentabilizar todas as potencialidades do Parque Nacional da Peneda-Gerês .
Ora, trata-se de uma espécie da união faz força! Todos juntos por uma causa comum, neste caso concreto, pelo nosso único parque nacional.
Ninguém questiona as potencialidades do PNPG, desde a marca ‘Gerês’ à paisagem, aos vastíssimos recursos de atracção turística, de carácter religioso, como o São Bento da Porta Aberta, passando por outros espaços como o rio Caldo até às afamadas Termas do Gerês.“Aponte para o Gerês” é apenas um dos muitos exemplos de que é possível dar volta à crise, contornando as adversidades que se atravessam no caminho. Basta de resignação é o mote projecto.
À semelhança desta iniciativa de carácter local, o País não deve, nem pode ignorar estes pequenos grandes projectos alicerçados numa mensagem forte de união e esperança.
O país precisa urgente de um “Aponte para Portugal”, congregando esforços de todos os quadrantes da sociedade, num firme 'Compromisso de Esperança' com as gerações vindouras.
Fonte: Correio do Minho, em 2-05-2011

domingo, 1 de maio de 2011

Balança: Noite de teatro com o grupo Nova Vida

Ontem, dia 30, o Grupo de Teatro Nova Vida apresentou, na Junta de Freguesia da Balança, as peças de teatro “O Sabichão”, “Curandeira” e “Brincadeira da Romaria”.
Estas representações foram encenadas por Herculano Santos e o palco foi preparado pelo artista Álvaro Marques que contou com o apoio de Tony Martins e de João Veloso.Felicitamos todos: organização e actores, mas deixamos uma felicitação especial para o encenador, Herculano Santos, que mais uma vez pôs os nossos jovens a brilhar!
Parabéns a todos!
Disponibilizamos vídeos de duas das peças de teatro apresentadas: “O Sabichão” e “Curandeira.

Balança: actuação dos falecidos II

Ontem, no palco da sede da Junta de Freguesia da Balança, Berto esteve mais uma vez no seu melhor! Álvaro e Vítor ajudaram à festa e divertiram o público.
Este foi mais um dos momentos de boa disposição destes três terrabourenses…

A tradição das Maias e dos Maios em Terras de Bouro

O nome do mês de Maio terá tido origem em Maia, mãe de Mercúrio, e a ele está ligado o costume de enfeitar as janelas e as portas das casas com flores de giestas com flores amarelas. A origem da tradição das Maias, em Terras de Bouro, perde-se no tempo. Desde criança que vejo, anualmente, os ramos das giestas em flor ou até mesmo coroas feitas de ramos de giestas, nas portas e nas janelas das casas ou nos automóveis. Em criança, lembro-me de ir às Maias, sempre no dia 30 de Abril. Depois, em tudo quanto era porta e janela colocávamos os ramos das Maias para que nenhuma janela, porta ou buraco ficasse desprotegido. Era a forma de impedirmos à tentativa de entrada do mafarrico: do diabo.
Foto da coroa colocada no portão da Escola Padre Martins Capela... Bonita!De facto, para nós terrabourenses, a colocação das giestas em flor amarela (das Maias) faz-se na noite de 30 de Abril para 1 de Maio e destina-se a espantar o diabo que anda à solta. Por isso, a colocação de giestas torna as casas floridas e, no momento em que raia o dia e o «Maio», o Diabo não poderá entrar nas nossas casas.
As celebrações do 1.º de Maio, na nossa terra, têm por objectivo formas efectivas de protecção e de esconjuro a opor à insegurança da vida e à omnipresente ameaça do mal, personificado no Diabo que anda à solta.
Como somos prevenidos e seguimos escrupulosamente a tradição, aqui, na nossa terra, o Diabo por muito que tente não entra! Mas que ele anda por aí, anda...Tradição das maias
De 30 de Abril para 1 de Maio é tradição que se coloquem à porta de casa as giestas floridas, a que também se dá o nome de maias por florirem em Maio. Esta é a tradição que no Minho. Por crendice ou simplesmente por tradição um pouco por todo o distrito é possível ver as portas e janelas enfeitadas com os ramalhetes de maias. Diz-se que as origens desta tradição está ligada a ritos de fertilidade, do início da Primavera e do novo ano agrícola, mas há, também, quem diga que afasta o mau-olhado, as bruxas de casa e o diabo.
No Minho, Douro Litoral e Beira Litoral o ritual passa pela colocação de maias nas janelas, portas e varandas e até nos automóveis e tractores. Todavia, nas restantes regiões do país este dia é, ou era, celebrado de uma forma algo diferente. Em Trás-os-Montes, além de se enfeitarem as portas das casas com flores de giestas, as raparigas adornam um menino que dizem repre sentar o “Maio-moço” e passeiam-no pelas ruas com grande ruído alegre, cantando e bailando em volta dele. Na Beira-Alta e na Beira-Baixa (embora nesta apareça excepcionalmente um boneco de palha) são também rapazes ataviados de giestas quem personifica o “Maio”, centralizando o peditório cerimonial em dinheiro ou castanhas.
Na Estremadura, a “Maia” é uma rapariguinha adereçada com flores que percorre as ruas da povoação acompanhada pelas companheiras.
No Alentejo, com particular incidência em Beja, as “Maias” são meninas que vestem de branco e enfeitam com flores, pondo-lhes na cabeça um coroa de mais flores, e sentando-as em cadeiras, à esquina de alguma rua, nalgum largo ou junto à porta de sua casa. No seu trono enfeitado de rosas se aquietam algumas horas, enquanto companheiras mais crescidas, com pequenas bandejas na mão, pedem a quem passa: “Meu senhor, um tostãozinho para a maia”.
No Algarve, em quase todas as casas é costume arranjar-se um grande boneco de palha de centeio, farelos e trapos que depois vestem de branco e cercam de flores. É a “Maia” colocada à vista de quem passa.
Este hábito de se colocarem giestas amarelas às portas, nas janelas e nas varandas não se perdeu, assim como perdura o costume de se fazerem bonecos de palha. No entanto, esta tradição das meninas vestidas de Maia ficou cada vez mais esquecida no tempo não havendo relatos de que se continue a cumprir.
Todavia, no 1º de Maio, não há só esta tradição ligada aos ramalhetes de Maias e aos “Maios” e à bonecada satírica, mas também se verificam práticas de manjares rituais como, por exemplo, o costume de se comerem castanhas com o objectivo de conjurar o “Maio”, o “Burro” ou o “Carrapato”.

Balança: actuação dos falecidos

Ontem, no palco da sede da Junta de Freguesia da Balança, Berto esteve mais uma vez no seu melhor! Álvaro e Vítor ajudaram à festa e com “Rock chinês”, “Tomates a bater no…”, “Anda cá abaixo meu amor” e outras brincadeiras divertiram o público. Este foi mais um dos momentos de boa disposição destes três terrabourenses…


Desportivo do Gerês 3 – Águias de Alvelos 0

Hoje, em jogo a contar para a 27.ª jornada da AF 1.ª Divisão Série A de Braga, o Grupo Desportivo do Gerês venceu no Campo da Pereira o Águias de Alvelos por 3 golos sem resposta.
Na frente tudo na mesma. A equipa da Vila do Gerês manteve o segundo lugar com mais 2 pontos do que o Soarense (que é terceiro) e por seu turno o líder, o Águias da Graça, mantém 3 pontos de avanço sobre o Gerês.
Na próxima jornada, o Grupo Desportivo do Gerês desloca-se ao reduto do Careira, 11.º classificado, e o Águias da Graça vaio ao Viatodos, penúltimo da tabela com 20 pontos.

Vilaverdense 1 – Terras de Bouro 0

Hoje, em jogo a contar para a 27.ª jornada Divisão de Honra, a AD Terras de Bouro foi a Vila Verde perder com o líder por 1-0.
O Terras de Bouro continua em 11.º lugar, com mais um ponto que o Forjães. Na próxima jornada, o Forjães tem uma deslocação difícil (vai ao Santa Eulália 3.º na tabela classificativa), enquanto que o Terras de Bouro joga em casa frente à U. Torcatense.
Como poderão descer à I Divisão 5 clubes, o Terras de Bouro precisa de vencer o próximo jogo para depender, unicamente, de si próprio a manutenção na Divisão de Honra.