Como já é tradição o habitual, o desfile da Vezeira atrairá inúmeros visitantes. Esta iniciativa permite reviver a tradição centenária de levar o gado à serra para lá ser apascentado até Setembro em currais e no regime de comunitarismo. A apascentação do gado era feita pelas gentes de Vilar da Veiga à vez (vezeira). domingo, 9 de maio de 2010
Vilar da Veiga: Subida da Vezeira no Gerês
Como já é tradição o habitual, o desfile da Vezeira atrairá inúmeros visitantes. Esta iniciativa permite reviver a tradição centenária de levar o gado à serra para lá ser apascentado até Setembro em currais e no regime de comunitarismo. A apascentação do gado era feita pelas gentes de Vilar da Veiga à vez (vezeira). sábado, 8 de maio de 2010
Dívidas da Câmara de Terras de Bouro a fornecedores
Sendo as dívidas a fornecedores uma das críticas mais acérrimas que o novo executivo da Câmara Municipal de Terras de Bouro faz ao anterior, publico o artigo do jornal «Diário do Minho», de 30 de Abril de 2010, na sequência da apresentação do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2008 elaborado pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.Passo a citar o último parágrafo do supra referido artigo: “Pela positiva, entre os 35 municípios que apresentam menor número de dívidas a fornecedores, relativamente à capacidade de gerar receita, estão Vila Nova de Cerveira (1,9 por cento) e Terras de Bouro (4,1 por cento)”.
Banda de Carvalheira, uma banda centenária
Aqui, vemos a nossa única banda centenária em actuação na vila de Terras de Bouro.
Publico fotografia com mais de quarenta anos.
Um novo empreendimento da Hica – a barragem de Vilarinho da Furna
-Bacia do Brufe, afluente da margem direita do Homem, com 6 Km2;
-Bacia de Gemesura, afluente da margem direita do Homem, 2 Km ;
-Bacia do Campo do Gerês, afluente da margem esquerda do Homem, com 8 Km2;
-Bacia do Freitas, na cabeceira do ribeiro de Freitas, afluente do Cávado, com 2 Km2 (chamado
rio Caldo no seu troço inferior).
Com estas bacias secundárias o total da barragem interessada no aproveitamento de Vilarinho ficará a somar 77 Km2.
Feitos os reconhecimentos geológicos, demonstraram estes que o melhor local para a construção da barragem era a 600 metros a montante da confluência com o ribeiro de Gemesura.
Entre as soluções previstas a melhor é aquela de uma cúpula assimétrica, de dupla curvatura, com arcos horizontais parabólicos, adaptada à forma as simétrica do perfil de implantação no vale, dado que a espessura aumenta desde o fecho para os encontros segundo a mesma lei. Assim foi possível adaptar a barragem ao vale sem recorrer a encontros artificiais do tipo gravidade e sem prejuízo de uma boa curvatura para os arcos e de uma boa inserção destes nas encostas.
(…) Deste modo poderemos anunciar as suas características principais:-Altura máxima, 94 metros;
-Desenvolvimento total, 384,5 metros;
-Raio de curvatura do arco do coroamento no fecho, 145 metros;
-Espessura do coroamento no fecho, 3 metros;
-Espessura máxima no perfil do fecho, 15,85 metros;
-Espessura na base do perfil de fecho, 13 metros;
-Volume total de betão, 275000 metros cúbicos.
Parece-nos interessante dar mais outros pormenores de ordem técnica tais como:
A descarga de fundo da albufeira, localizada na zona inferior da cúpula será constituída por uma conduta metálica de 2,80 metros de diâmetro, e está equipada a montante, com uma comporta de lagartas e a jusante com uma válvula dispersora. A sua capacidade da vazão com a albufeira ao nível máximo é de 180 m3/seg. Como a albufeira domina as afluências de uma bacia hidrográfica apenas com 77 Km2, e tem uma área de 3,4 Km2 à cota de pleno enchimento, o valor do caudal máximo a descarregar, durante a cheia, é relativamente pequeno, 280 m3/seg. O descarregador das cheias, instalado na margem direita e completamente independente da barragem, é constituído por dois orifícios, obturados por comportas Taintor, que comunicam com uma galeria com cerca de 17 metros. O caudal evacuado escoa-se nesta galeria com superfície livre. Na extremidade de jusante da galeria instala-se um dispositivo que permite dispersar a água em altura lançando-a com um mínimo de energia no leito do ribeiro de Gemesura.
Destes dados técnicos fornecidos pela entidade competente da HICA, esclareceu-nos ainda quanto a obras importantes de derivação, que passamos agora a referir e que nos parece de grande interesse».
Fonte: A. Lopes de Oliveira
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Alguns nichos religiosos do concelho de Terras de Bouro
Os cruzeiros, as alminhas e outros nichos religiosos, são alguns dos exemplares que adornam os caminhos e as aldeias desta região. A sabedoria popular das populações mais antigas, remete a origem dos cruzeiros, à demarcação do território, especificamente dos montes, das bouças e das áreas agrícolas. Já as alminhas e capelas, revelam um historial profundo de crença religiosa. De arquitectura adulterada, a imagem e a construção destas estruturas, continuam a manifestar uma forte simbologia de respeito e devoção.Fonte: Câmara Municipal

Chorense: moinho da família Torres em Emaús
Este lindíssimo moinho foi recuperado recentemente pela família Torres e faz parte do património molinológico do concelho de Terras de Bouro. De facto, o seu carácter patrimonial é inquestionável, uma vez que representa a memória do povo de Chorense.
Para além de fazer parte do património construído, podemos verificar “in loco” a aliança das velhas técnicas de construção tradicional com as engenhosas obras de hidráulica.
Vale a pena fazer-se por todo o concelho o que se fez aqui porque estaremos a preservar e a perpetuar todos os nossos genuínos valores tradicionais.Não nos devemos esquecer que muitas famílias do nosso concelho exerceram a profissão de moleiros, sendo o pão outrora a base de sustento nesta região. Também não devemos ignorar que a propriedade de um moinho era um factor de alguma importância social e económica.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Terras de Bouro: Praia de Moimenta
Estas fotos foram tiradas pelas 20h45 e, apesar da pouca luz, o que é belo é de facto belo!
Deixo-vos com a beleza do Rio Homem… Talvez o rio mais belo de Portugal!

Vila de Terras de Bouro: vegetação engoliu STOP na Rua da Rega
Tal pode ser comprovado pela fotografia que mostra um sinal de STOP completamente escondido. Pergunto: será que alguém com responsabilidades nesta terra consegue ver este STOP?


6.º Aniversário do Julgado de Paz de Terras de Bouro
Este tribunal, situado em pleno coração da vila, em que cerca de 42% dos processos entrados foram resolvidos por Acordo, tem competência para decidir questões de valor até 5.000,00, na maioria dos casos que se têm prendido com casos de conflitos de vizinhança, acções possessórias e de reivindicação de terrenos, incumprimento contratual e indemnizações emergentes de crimes de ofensas corporais e injúrias.
O Julgado de Paz funciona de segunda a sexta-feira das 8:30 às 16: 30 horas. As custas para dar entrada do processo são no valor de 35,00 euros e o tempo de resolução da causa é de cerca de dois meses».
Publico a notícia do dia da abertura do Julgado de Paz de Terras de Bouro (publicada pelo jornal nacional “Público”).
O Julgado de Paz de Terras de Bouro abre hoje ao público, servindo as 17 freguesias do município na resolução de questões relativas a litígios entre proprietários, arrendamento e responsabilidade civil ou extracontratual, entre outras matérias. "É um instrumento muito importante no sentido da pacificação social. Reduz a perda de
tempo, as despesas, a burocracia e cria identidade", referiu ao PÚBLICO fonte do gabinete da presidência da Câmara de Terras de Bouro.A juíza Ângela Cerdeira, que de manhã toma posse no Ministério da Justiça (MJ), em Lisboa, começa a exercer só a partir de amanhã, mas para hoje estão asseguradas sessões de esclarecimento às populações, através de atendimento personalizado e distribuição de panfletos. Recorde-se que Terras de Bouro não tem comarca judicial e que as 17 freguesias agora abrangidas pelo Julgado de Paz estão repartidas pelas comarcas de Vieira do Minho, Amares e Vila Verde.
Cedido e recuperado pela autarquia, o imóvel situado na Avenida Dr. Paulo Marcelino encontra-se pronto desde o Verão. Os trâmites legais e as nomeações de juristas atrasaram a sua inauguração, prevista para Outono passado pelo secretário de Estado da Justiça, Miguel Macedo. O espaço - visitado na sexta-feira pelo Conselho de Acompanhamento dos Julgados de Paz (CAJP) - tem gabinete de Juiz de Paz, gabinete dos mediadores e salas de audiência de julgamento, de mediação e pré-mediação, de testemunhas, de apoio administrativo, de espera e de atendimento. Além da juíza e do mediador, pagos pelo MJ, a estrutura conta ainda com um jurista e um administrativo, ambos funcionários da câmara.
Terras de Bouro é um dos nove Julgados de Paz anunciados em Outubro pela ministra da Justiça, Celeste Cardona. Os outros são Miranda do Douro, Porto, Esposende, Vila Nova de Poiares e os que agrupam os concelhos de Aguiar da Beira e Trancoso, Cantanhede, Mira e Montemor-o-Velho e, por fim, Santa Marta de Penaguião e Arouca. Estes "tribunais" vão abranger 1,5 milhões de pessoas, distribuídas por 25 concelhos e 468 freguesias. Segundo o CAJP, das estruturas que arrancaram como projecto experimental em 2002 - Lisboa, Oliveira do Bairro, Seixal e Gaia -, 90 por cento das questões remetidas foram resolvidas em menos de dois meses, sete em cada dez casos foram tratados através de solução pacífica e três em dez ainda durante a fase de mediação.
Terras de Bouro Organizou Tertúlia sobre Julgados de Paz
O Julgado de Paz de Terras de Bouro comemorou o 5.º aniversário da sua criação com um conjunto de actividades de iniciativa do próprio Julgado e da Câmara Municipal.
De entre essas actividades, destaca-se a realização de uma “Tertúlia” sob o tema: “Julgados de Paz – Memórias de Terras de Bouro”, nos Paços do Concelho, na noite de ontem, tendo participado personalidades como a Dr.ª Maria João Galvão em representação do Director do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios (Ministério a Justiça), o Professor Viriato Capela da Universidade o Minho e o Mestre Jorge Brandão Carv
alho que estudaram o funcionamento dos Julgados de Paz do século XIX, a Dr.ª Perpetua Pereira, Juíza do Julgado de Paz de Terras de Bouro, o Dr. Fernando Viana, do CIAB, o Dr. José Araújo, ex-presidente do Município de Terras de Bouro, o Sr. João Rodrigues, antigo morador de Vilarinho das Furnas e conhecedor dos seus usos e costumes. Todos abordaram o funcionamento daquelas instâncias judiciais que, pela sua proximidade aos cidadãos, prestaram um papel relevante às comunidades a que estavam adstritas.A “Tertúlia” moderada pelo presidente do município, António Afonso, foi enriquecida com a intervenção do Procurador-Geral Adjunto do Tribunal da Relação de Guimarãe, Dr. José Barreto Nunes, pessoa autorizada na matéria, que realçou o carácter pioneiro da iniciativa e manifestou o seu agrado pelo debate e reflexão criada em torno da importância do funcionamento dos Julgados de Paz e o seu contributo no seio da comunidade.
Paralelamente, entre os dias 11 e 15 do corrente, nas instalações daquela instância judicial, esteve patente e aberta à comunidade uma exposição de documentos, como livros de registos de Conciliações, reconciliações e revelias… e testemunhos, fotografias alusivas às antigas instalações dos diversos Julgados de Paz que existiram no concelho no século XIX e princípio do século XX, dando-nos uma perspectiva do modo do seu funcionamento, impacto na comunidade, evidenciando o espírito de comunitarismo.
Dado o apreço que a representante do Ministério da Justiça manifestou pelas actividades, o Município foi convidado a levar para Lisboa, para o Ministério da Justiça a exposição comemorativa do 5.º aniversário do Julgado de Paz e assim mostrar o impacto positivo que a mesma criou na comunidade.
Ao assinalar o 5.º aniversário, o Município e o Julgado de Paz pretendeu relançar a importância do Julgado de Paz na resolução de situações de litígio numa lógica de proximidade, evitando despesas aos munícipes que, outrora, tinham que se deslocar a Vila Verde, Amares ou Vieira do Minho, facto que também justificou o investimento que o município realizou com as instalações e com os vencimentos dos recursos humanos pagos pela autarquia.
Além disso, com o evento evocaram-se factos da vida terrabourense que é sempre gratificante redescobrir e reflectiu-se sobre a importância do funcionamento dos Julgados de Paz.
IV Passeio BTT nos Trilhos do Gerês
Esta iniciativa de dificuldade média/alta é promovida pela ARD Chorense e prevê um percurso com 40 km.
Inscrições e mais informações em: http://www.adrcchorense.pt
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Para quando o Pavilhão Gimnodesportivo de Terras de Bouro?
Este ano lectivo está quase no fim, mas a utilização do pavilhão, pelo jeito, só virá a concretizar-se no próximo ano lectivo (2010-11).
Pelo que apurei, para a entrega do Pavilhão Gimnodesportivo de Terras de Bouro à Câmara Municipal apenas faltam 2 tabelas e 2 balizas. Será isto verdade?
Entretanto, os alunos e os docentes do Agrupamento de Escolas do Vale do Homem estão há dois anos lectivos consecutivos (2008-09 e 2009-10) sem esta infra-estrutura tão necessária para a leccionação das aulas de Educação Física.
Não será tempo de se começar a exigir à Autarquia que pense no bem-estar das nossas crianças e dos nossos jovens! Não será tempo de se dizer basta!
Cemitério de Moimenta a Nova à espera de uma solução
“Amigo José, parabéns pela sua frontalidade como aborda todos os problemas da nossa bonita terra ainda que não seja do agrado de alguns, mas é certamente um contributo importante.
Convido-o, por isso, a visitar a cemitério (municipal) do lugar de Moimenta a Nova onde não temos água, não temos contentor do lixo e as pessoas são obrigadas a colocar o lixo à porta do cemitério.
A autarquia deixou que o cemitério fosse gerido por um particular (…) Este caso está agora a ser apreciado pela Inspecção Geral das Autarquias Locais.
Uma vergonha.
Para melhor conhecer este triste caso, consulte meu blog em http://lazaro.blogs.sapo.pt onde estão transcritas as cartas enviadas, quer pela Câmara municipal, quer pela junta de freguesia ao Senhor Inspector do IGAL /depois da minha denúncia. Aí está, também, a foto da triste realidade deste cemitério”.
Fiz a visita, publico a fotografia e convido-o a dar uma espreitadela ao blogue deste Terrabourense.Clique AQUI.
Boletim Municipal da Câmara de Terras de Bouro com gralha na capa
Contudo, todo o Terrabourense que leia atentamente este boletim apercebe-se de algumas “calinadas” dadas à língua de Camões. Com algumas falhas (ortográficas) e com uma pontuação nem sempre rigorosa, parece-me que deste modo não se desenvolverão as competências de leitura dos terrabourenses!
Não vou ser mesquinho, mas gostava que os responsáveis explicassem aos Terrabourenses por que razão foi distribuído pelas caixas do correio dos munícipes um Boletim com o N.º117 e a página da Autarquia disponibiliza o mesmo Boletim com o N.º119?!
Aqui há gato!
Aqui ficam as duas numerações.

terça-feira, 4 de maio de 2010
Projecto AQUACÁVADO arranca em Terras de Bouro
Passo a citar o Boletim Municipal da Câmara de Terras de Bouro: «Foi assinado o Contrato de Financiamento do Projecto AquaCávado entre a CIM-Cávado e os Municípios de Barcelos, Esposende e Terras de Bouro, o que implica o arranque do Projecto candidatado no passado mês de Março de 2009.O projecto em Terras de Bouro contará com um investimento de 721.049,78 e está dividido em duas áreas No vale do Homem estão previstos a realização de estudos e projectos para sua valorização turística que engloba a criação de um circuito pedonal e ciclo via, desde Souto até Moimenta, pela antiga estrada municipal, e uma ciclo via desde Covide, passando em forma circular no Campo do Gerês, até à antiga aldeia de Vilarinho da Furna.
No vale do Cávado, realizar-se-ão estudos para a definição de um Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico das margens da albufeira da Caniçada, com principal incidência na freguesia de Valdosende, visando a construção de locais de lazer públicos (praias fluviais). Está também contemplada a criação de um trilho na freguesia de Valdozende, que engloba a criação de dois centros de promoção turística. Por fim, numa primeira fase serão idealizados projectos de recuperação de património arquitectónico, nomeadamente, moinhos de água, casas de corte de madeira, lagares de azeite, etc.
O Projecto AquaCávado tem uma duração de dois anos.»


Mostra filatélica na Vila do Gerês
A sessão de abertura contou, precisamente, com a presença do presidente do Núcleo Filatélico e Coleccionismo de Braga, António Lopes, bem como de outras figuras como a Directora Pedagógica da EPATV, Sandra Araújo, ou o presidente da Junta de Freguesia de Vilar da Veiga, António Príncipe.
O presidente do NFB fez uma breve explanação sobre filatelia, referindo a origem do correio e do selo, bem como a sua evolução até aos nossos dias, despertando a curiosidade e interesse dos alunos presentes que dificilmente esquecerão os saberes transmitidos.
Posteriormente, todos os presentes foram encaminhados à sala onde estavam expostas colecções de temáticas diversas, alusivas à região e ao 25 de Abril, entre outras, nomeadamente: ‘Postais do Gerês’, por José da Costa; ‘Roteiro Filatélico do Minho’, por António Lopes; ‘A Vida de Cristo’, por António Moura; ‘Os Militares de Abril em Fotos’, por José da Silva Rodrigues; ‘O 25 de Abril’, por João Machado; ‘Uniformes Militares Portugueses’, por João da Silva Rodrigues; ‘Portugueses Célebres’, por Manuel Alexandre da Silva; e ‘Insectos de todo Mundo’, por José da Costa.
Para celebrar o facto de se realizar pela primeira vez uma ‘Mostra Filatélica’ no Gerês, foi apresentado um selo comemorativo, produzido pela designer da EPATV, Fátima Pimenta, que recriou, de forma ‘sui generis’, a fachada das Caldas do Gerês.
De forma a abrilhantar o inédito acontecimento e para deleite dos filatelistas, a Federação Portuguesa de Filatelia, a pedido do Núcleo Filatélico e Coleccionismo de Braga, intercedeu junto dos CTT, no sentido de produzirem o carimbo, que foi utilizado na sessão de abertura da ‘1ª Mostra Filatélica’, num posto dos CTT, instalado no local.
Todos os presentes tiveram oportunidade de enviar cartas, com selo e com carimbo comemorativos, e ainda postais máximos (postais com a mesma imagem do selo e do carimbo). Além disso, o representante dos CTT, Rui Antunes, informou que o posto dos CTT da Vila do Gerês, dada a divulgação deste evento, na página da internet desta instituição, "recebeu dezenas de peças filatélicas, enviadas por filatelistas de diversas zonas do país, para serem carimbadas".
Ao longo de três dias, os visitantes, inspirados pelas paisagens idílicas da Serra do Gerês, puderam então contactar com uma actividade lúdica de grande interesse cultural.
Fonte: Jornal Terras do Homem - Autor: Elisabete Martins
Termas de Moimenta em Terras de Bouro
Empreendimento termal do Vale do Homem
A Câmara Municipal de Terras de Bouro congratula-se com o projecto das "Termas de Moimenta" que, no próximo mês de Maio, iniciará o estudo médico hidrológico.
Todos os interessados poderão efectuar a marcação de tratamentos a partir de Março.
Estas Termas estão vocacionadas para o tratamento de doenças de pele e das vias respiratórias.
Desejamos o maior sucesso e que a sua abertura faça COr1:1 que outras iniciativas e projectos se implementem e promovam o desenvolvimento turístico, não só da vila de Terras de Bouro, mas do concelho de uma forma geral.
“Terras do Homem”: Comemorações do 25 de Abril em Terras de Bouro
O Município de Terras de Bouro assinalou os 36 anos da ‘Revolução de Abril’, com um programa de cariz popular e que principiou logo na noite do dia 24 de Abril, com a actuação, na Vila de Terras de Bouro, em frente aos Paços do Concelho, do grupo de música popular ‘Verde Canto’.
Na manhã do dia 25, disputou-se, no Campo Municipal de Futebol, o ‘Torneio da Liberdade’, actividade desportiva promovida pelo município e organizada pela Associação Desportiva de Terras de Bouro, que contou com a participação dos escalões de formação do clube terrabourense e outras colectividades convidadas.
Em simultâneo, foi também promovido, o Trilho da Geira, entre a freguesia da Ribeira e Covide, numa actividade organizada pela Associação Cultural da Ribeira.

Fonte: Jornal Terras do Homem
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Ponte dos Eixões, ponte antiga do Campo do Gerês
A ponte possui dois arcos de volta perfeita formados por aduelas estreitas, construídos sobre as bases sólidas de paredões bem aparelhados alicerçados no leito rochoso e nas margens. A montante e a jusante dois fortes talhamares protegem e consolidam a estrutura arquitectónica. O tabuleiro da ponte, com um antigo perfil de corcova, de linhas abauladas, largo, com guardas baixas, talvez posteriores à sua construção original, é empedrado com calçada de laje grande, muito degradada por adaptações às necessidades da viação motorizada do século findo. Hoje, o trânsito automóvel faz-se por uma ponte de betão, a montante deste local.
Apesar da inscrição patente num dos arcos do ano 1745, considera-se haver indícios para recuar a sua existência a tempos anteriores. Como referia o abade Custódio José Leite em 1728, a dita ponte dos Eixões, ao tempo denominada de Ponte de Rodas, era obra nova “tendo sido antes obra romana, que um grande madeiro arruinara.” (Sousa, 1927).
domingo, 2 de maio de 2010
Terras de Bouro perde no Gerês
O Forjães, 1.º na tabela classificativa, soma 65 pontos e, certamente, subirá à Divisão de Honra. Por seu turno, o Terras de Bouro terá de vencer as jornadas que ainda faltam e esperar que a UD Vila Chã e a AD Ninense (2.º e 3.º classificados) escorreguem e percam pontos.
Os resultados desta jornada ainda não estão completos. Entretanto, publico os resultados que conheço:
Marca - AD Ninense (0-3)
Grupo Desportivo do Gerês – Terras de Bouro (1-0)
UD Vila Chã – Soarense (2-1)
Forjães – Panoiense (4-1)
sábado, 1 de maio de 2010
Terras de Bouro e Gerês, uma disputa fratricida
Em 1965, em Covas (Vila de Terras de Bouro) foi fundado por José Maria da Silva Ribeiro, Diamantino Viana e Júlio Cunha o Grupo por Desportivo de Covas. Nessa altura, foi constituída uma comissão organizadora, que além daqueles citados fundadores, contou com Manuel Baptista Dias Cracel, Manuel da Lomba MeIo, Evaristo Teixeira de Oliveira, Francisco Guimarães Rocha e Domingos de Freitas. Este clube disputou, apenas, jogos particulares.Em 31 de Março de 1973, surgiu, em Covas (Vila de Terras de Bouro), o Grupo Desportivo de Terras de Bouro. Foram fundadores do clube:
Padre Armindo do Céu Macedo Lourenço
Albino Machado
Manuel Baptista Dias Cracel
Diamantino de Oliveira Martins Viana
João Manuel da Silva Arantes
Júlio Amorim Cerqueira
José Maria Martins
Os Estatutos datam daquela ocasião. Porém, a escritura para a sua legalização só se efectivou em 21 de Maio de 1978.
A sua Direcção foi constituída pelos seguintes elementos:
Padre Armindo do Céu Macedo Lourenço (presidente)
Jerónimo Rodrigues Martins Souto (vice-presidente)
Diamantino de Oliveira Martins Viana (secretário-geral)
Carlos Alberto Rodrigues Pereira (adjunto)
Manuel Baptista Dias Cracel (tesoureiro)
José Júlio de Araújo Cunha (1.º vogal)
Arlindo da Conceição da Cunha (2.° vogal)
Aquilino Francisco Rodrigues Pereira (1.º suplente)
Raul Miguel de Araújo (2.º suplente)
A Assembleia-Geral foi constituída pelos seguintes elementos:
Dr. José António de Araújo (presidente)
Dr. Viriato Capela (1.º secretário)
Manuel da Lomba Melo (2.º secretário)
O Conselho Fiscal foi constituído pelos seguintes elementos:
Dr. Manuel Antunes da Lomba (presidente)
Dr. José Leite Machado {secretário)
Fernando Pereira Alves (relator)
Albino Machado ( 1.º suplente}
João Manuel da Silva Arantes (2.º suplente)
Nessa altura, possuía 394 sócios e tinha inscrita uma equipa de seniores a disputar o Campeonato Distrital de Braga (tendo ficado em 6.º lugar na época finda, entre 14 clubes), atletismo, só a nível juvenil, e futebol de salão (tendo obtido em 1978 o 1.º lugar no torneio de Paradela).
A sua equipa de seniores tem tido encontros com os grupos desportivos de Lovios e Antime, (na Galiza) com quem mantém relações amistosas. Em 1979 inaugurou o seu campo de futebol, Campo da Minhoteira, lugar de Bouças (Gondoriz).
Este clube tinha uma despesa geral que já rondava os 510 contos e tinha de receita apenas 390 contos.
Grupo Desportivo do GerêsNessa altura, também foi fundado Grupo Desportivo por:
Carlos Alberto Guedes
José da Silva Araújo
Ismael Martins de Almeida
Armando de Carvalho Fernandes
Salustiano de Carvalho
Carlos Manuel Pereira Guimarães
Arnaldo Gomes da Silva
Luís de Sousa Carvalho
João Carlos Pinheiro Vieira
Mantém uma equipa de seniores, treinada por Camilo Costa, a disputar a taça da Associação de Futebol de Braga.