domingo, 17 de fevereiro de 2013

Divisão Honra Juniores: Terras de Bouro 3 – Caçadores das Taipas 1

Hoje, às 10:00 horas, em jogo a contar para a 17.ª jornada, os Juniores de Terras de Bouro jogaram no Campo Municipal da Vila de Terras de Bouro e venceram os Juniores dos Caçadores das Taipas (3-1).
De salientar que os Juniores do Terras de Bouro registam duas vitórias consecutivas. Na penúltima jornada, foram ao reduto do Palmeira FC vencer o encontro por (1-0).
A foto que disponibilizamos está desactualizada. Informamos que o treinador atual é o senhor Mário Pereira, diretor desportivo da ADRC Terras de Bouro.

Agrupamento 1364 - Pedra Bela celebrou o seu quarto aniversário

O Agrupamento 1364 - Pedra Bela, sito em Vilar da Veiga (Terras de Bouro) acaba de celebrar o seu 4.º aniversário. Realizou-se um acantonamento que teve lugar na sede (salão paroquial), assumiu particular importância a missa dominical participada por muitos paroquianos, onde os pais e familiares dos escuteiros se faziam notar.
O pároco Correia, também assistente do agrupamento, manifestou-se “muito satisfeito por se ter alcançado este objectivo que congrega as crianças, adolescentes e jovens à volta do movimento escutista”.
Fonte: Correio do Minho, em 17-02-2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Taça AF Braga: Travassós – Terras de Bouro

Taça prossegue amanhã com a deslocação do Terras de Bouro a Travassós. Este jogo dos oitavos de final da Taça AF Braga joga-se às 15:00 h.

Nem feriado nem trabalho

Pode até ter nascido na Grécia em meados dos anos 600 e 520 a.C.. Quanto à sua essência, parece até descontextualizado da realidade do país um agradecimento aos deuses pela fertilidade dos solos e pela produção. Mas terça-feira foi dia de Carnaval.
Embora sem grande expressão e tradição em Portugal, é evidente que vários concelhos do nosso país apostaram forte nesta festa popular, bebendo a sua essência numa Paris exportadora de costumes lá pelo século XIX. Goste-se, ou não, na rua popularucha, na estrada nacional ou num recinto preparado a rigor, o Carnaval foi celebrado a preceito por milhares e milhares de portugueses.
Houve desfiles, máscaras baratas e fatos alugados, houve fitas e confettis, pinturas, meias altas e saias curtas. Houve bebidas espirituosas, carros alegóricos, música e samba. Houve dinheiro a circular, pessoas a gastar, comes e bebes para matar o bicho. Houve chuva, planos ‘B’ em acção e muita euforia de novos e velhos.
Por incrível que pareça, houve de tudo um pouco. Mas passados quatro dias das festividades, já em tempo de caminhada Quaresmal, continuo a não saber se, na terça-feira, foi feriado. E não será por falta de memória ou por ter jejuado em demasia que me possa impedir de ter sangue suficiente a irrigar-me o cérebro. Foi, ou não, feriado?
Tirando os suspeitos do costume, aqueles que pela natureza da sua profissão o calendário não os brinda com feriados, dias santos, fins-de-semana ou tolerância de ponto, quantos portugueses se apresentaram no trabalho na terça-feira gorda?
O governo de Passos Coelho, para dar o exemplo sem o dar, resolveu vestir a pele de ‘anti-Pai Velho’ e não deu tolerância de ponto. Porém, como já ninguém lhes deve respeito, mais de metade das câmaras municipais disseram aos seus funcionários para ficarem em casa. No distrito de Braga, a câmara de Braga deu tolerância, bem como as de Famalicão, Barcelos, Esposende, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Fafe. No distrito de Viana do Castelo deram tolerância as autarquias de Ponte da Barca, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura e Valença.
Se falarmos da área empresarial, a REN, Jerónimo Martins, BES, Banif, Santander, Totta, Novabase, Zon Multimédia e Microsoft também decretaram tolerância de ponto, justificando a medida por esta estar prevista no Contrato Colectivo de Trabalho.
No comércio, obviamente que foi um dia de trabalho e, quanto mais, melhor. São dias como este que dão uma lufada de ar fresco à falta de clientela. Se a facturação teve uma ligeira subida na terça, com uma ajudita na quinta, por causa do ‘Dia dos Namorados’, certamente que foi uma semana positiva.
Não sei se é possível contabilizar os gastos em electricidade, água e aquecimento nos serviços públicos num dia como o de terça-feira. Também não sei se houve muitas faltas ao serviço ou se as repartições públicas foram invadidas por aqueles atestados médicos meios manhosos que, normalmente, justificam a preguiça ou uma dor de cabeça momentânea.
O que sei é que o Governo teria feito muito melhor se tivesse decretado um dia de descanso. Chamem-lhe feriado, tolerância de ponto ou outra coisa qualquer. Agora, não atirem areia para os olhos dos cidadãos. Ou se trabalha ou não se trabalha. Normalmente, o meio termo não dá grande resultado… mas uma grande despesa.
Fonte: Correio do Minho, em 16-02-2013

Distrito de Braga gastou 72 milhões para apoiar pessoas sem trabalho

Um terço da população desempregada contabilizada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) no distrito de Braga ficou sem trabalho no ano passado.
A revelação resulta da confrontação dos valores da Segurança Social com os dados sobre o desemprego nos 14 concelhos do Baixo Minho.
No relatório relativo ao final de 2012, o IEFP dá conta de 66.007 desempregados inscritos nos centros de emprego da região. Os números da Segurança Social mostram que, ao longo do ano passado, o centro distrital atribuiu subsídio de desemprego a 21.217 pessoas. O apoio a estes desempregados custou 72 milhões de euros aos cofres públicos.
Fonte: Diário do Minho, em 16-02-2013

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Assembleia Municipal de Terras de Bouro marca posição contra Lei das Finanças Locais

No passado dia 8 de fevereiro, a Assembleia Municipal de Terras de Bouro realizou a sua primeira sessão ordinária de 2013 e, como tem sido norma, a sessão decorreu em horário nocturno e desta feita no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Ainda antes do período da ordem do dia registaram-se intervenções sobre variados assuntos, destacando-se o impacto da nova Lei das Finanças Locais, que retirará aos municípios cerca de 750 milhões de euros e de como Terras de Bouro perderá importantes verbas provenientes do orçamento de Estado, facto altamente negativo para o concelho. Aliás, este assunto, que mereceu uma intervenção detalhada do senhor Presidente do Município, para esclarecer ao pormenor os pontos mais incisivos da lei, mereceu da parte da própria assembleia municipal uma posição de repúdio para as características e impacto da nova Lei das Finanças Locais. A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) serão informadas desta posição da Assembleia Municipal de Terras de Bouro. Temas igualmente abordados foram: a publicação da Lei 11-A/2013, que estabelece a constituição definitiva do novo mapa das freguesias; as consequências das recentes intempéries no concelho e a situação da intervenção administrativa e técnica na Escola Padre Martins Capela, relativamente a um muro de suporte de terras, entre outros assuntos que mereceram também resposta por parte do Senhor Presidente da Câmara Municipal.
De seguida e já na Ordem de Trabalhos, além da apresentação usual da atividade e das contas do Município, o Senhor Presidente da Câmara Municipal referiu a fase final do processo de revisão do PDM, a candidatura aos fundos comunitários de obras de saneamento básico e de abastecimento de águas, o sucesso da realização do XIV Encontro de Cantares de Natal e de Reis e do desfile de Carnaval, que tanto impacto e sucesso já granjeia junto dos terrabourenses.
Foram ainda apresentadas e aprovadas duas propostas, sendo a primeira por unanimidade, documento este que visou a necessidade da constituição de um júri interno para a deliberação da renovação de dois cargos de chefia em duas unidades orgânicas do município e a outra, por maioria, com o voto contra do senhor deputado da CDU, tendo em vista a aprovação do aumento de capital a realizar mediante a entrada de um novo sócio no capital social da sociedade "Escola Profissional Amar Terra Verde, Lda.".
Já na parte final da sessão e após introdução prévia na ordem de trabalhos, foram aprovados, por unanimidade, quatro votos de pesar, respeitando-se, de seguida, um minuto de silêncio como forma de prestar a devida homenagem aos falecidos. O primeiro voto foi pelo falecimento da senhora D. Rosa de Sousa, mãe do senhor Vice- Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Dr. Luís Teixeira; o segundo pelo falecimento do senhor Dr. José Leite Machado, ex-Presidente da Assembleia Municipal de Terras de Bouro e ex-deputado na Assembleia da República; o terceiro pelo falecimento do senhor José da Silva Araújo, ex-Presidente da Junta de Freguesia de Vilar da Veiga e o último, pelo falecimento do senhor José Joaquim Pinto Lopes, Presidente da Comissão Política Concelhia do CDS- Partido Popular.
Fonte: Município, em 15-02-2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Novas notas de cinco euros podem aumentar casos de burla

Devido à anunciada introdução de novas notas de 5 euros no mercado com mais três elementos de segurança, promovida pelo Banco Central Europeu, já a partir do próximo mês de maio, a Guarda Nacional Republicana teme que venham a aumentar os casos de tentativa de burla associados ao uso de notas falsas e recolha das atuais notas. Isto porque “assistiremos a um período em que a circulação das notas antigas e das novas notas se fará em simultâneo, não estando ainda definido o período para a sua recolha”.
Têm sido tornados públicos casos de crimes de burla, em que os burlões utilizam como pretexto para enganar as vítimas o facto de as notas de 5 euros virem a sair de circulação. A grande maioria das vítimas é idosa.
Por isso, o comando territorial da GNR da Póvoa de Lanhoso alerta que “não existirá nenhuma recolha de notas” promovida pelo Banco de Portugal. As atuais notas de cinco podem ser trocadas em qualquer momento, no sistema bancário europeu e com prazo ilimitado.
A GNR lembra, ainda, que as notas antigas não perderão a sua validade nem o seu valor continuando a serem aceites comercialmente, sendo a sua transição efetuada gradual e automaticamente.
“Aqueles que quiserem poderão deslocar-se a qualquer dependência bancária e trocar as notas, contudo essa situação não é obrigatória, uma vez que esse processo se fará automaticamente sem que as notas antigas percam o seu valor”, explicam.
Fonte: Terras do Homem, em 14-02-2013

Centro Municipal de Valências de Apoio à Comunidade Local de Terras de Bouro

Divulgação de informações úteis para doentes oncológicos e seus familiares
O Centro Municipal de Valências de Apoio à Comunidade Local de Terras de Bouro instalado pelo Município na antiga escola primária da sede do concelho vem, a pedido da União Humanitária dos Doentes com Cancro, divulgar junto dos Munícipes de Terras de Bouro os 15 apoios que esta União Humanitária presta, de forma absolutamente gratuita, aos doentes com cancro e seus familiares nas mais diversas áreas, nomeadamente:
  • Apoio a Doentes
  • Apoio Médico
  • Apoio Multidisciplinar a Crianças com Cancro
  • Apoio Psicológico
  • Assistência Social
  • Linha Contra o Cancro
  • Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico
  • Outros Apoios
Para ficar a conhecer com maior detalhe os contactos e os apoios prestados pela União Humanitária dos Doentes com Cancro visualize a informação que disponibilizamos nos links abaixo.
Fonte: Município, em 14-02-2013

Carvalheira: Manuel Santos é um dos muitos terrabourenses bem sucedidos

Há 54 anos, Manuel Santos entrava no mercado de trabalho ligado ao ramo da hotelaria, sem sequer sonhar tornar-se no empresário de sucesso que hoje é. Manuel Santos nasceu a 5 de maio de 1940, na Carvalheira, onde completou a antiga quarta classe. Mais tarde, acabou a sua formação na área da hotelaria, já em Lisboa, para onde tinha migrado à procura de melhores oportunidades de emprego. Casado e com sete filhos, este empresário vive em Gême e gere, atualmente, a Quinta da Aldeia, um dos espaços de referência da região, no que à dinamização de eventos sociais diz respeito.
“Foi por alturas do cumprimento do meu serviço militar obrigatório que conheci a realidade do mercado profissional da capital. Muita gente de Terras de Bouro, muitos homens, acabavam por sair do concelho à procura de oportunidades noutras áreas que não fossem a agricultura. Eu, como cumpri o serviço militar em Lisboa, senti-me muito mais à vontade para lá regressar”, começou por recordar.
Além disso, havia lá muitos conterrâneos seus que ajudavam na adaptação, dando “um trabalho, um teto para dormir, comida na mesa e ainda um pequeno ordenado”. “Tudo até que pudéssemos caminhar pelos nossos próprios pés”, garante.
Há cerca de 20 anos, depois de passagens por famosas casas de hotelaria do país e até no estrangeiro, Manuel Santos arrisca investir na sua própria quinta. Foi por alturas do casamento de um dos seus filhos. Meteu mãos à obra e requalificou toda a Quinta da Aldeia.
Serviu, em anos longínquos, os primeiros-ministros dos países fundadores da então Comunidade Económica Europeia, na primeira reunião tida no Palácio dos Duques, em Guimarães.
Mais tarde, já com negócios instalados em Vila Verde dinamizou um serviço que juntou mais de 3 mil pessoas num evento promovido pelo município. “Tive amigos de Famalicão, já meus adversários na altura, que me ajudaram a organizar todo esse evento”, lembra. “Recordo-me que, nesse mesmo dia, cá, tinha dois casamentos para fazer. No entanto, a excelência do serviço prestado no campo da feira de Vila Verde foi de tal ordem que até a doutora Leonor Beleza me dirigiu publicamente palavras que honraram o meu serviço”, acrescentou.
Com o passar dos anos, tornou-se “uma das pessoas mais dinâmicas de todo o norte, ao nível dos serviços hoteleiros".
Enquanto avançava com a adaptação da Quinta da Aldeia para serviços de hotelaria, Manuel Santos – que chegou a ser vereador da Câmara Municipal de Terras de Bouro – apercebeu-se que, ao contrário do que fazia em Lisboa, Porto, Póvoa e, mais tarde, em Famalicão, na região do Vale do Homem teria de adaptar os seus eventos a carteiras mais modestas. “Ao contrário de Famalicão, onde havia muita gente com posses, aqui nesta região tive que me adaptar a outra realidade. Tive que começar por fazer serviços um pouco mais modestos. Neste momento, tenho menus para todo o tipo de carteiras”, explicou.
Paralelamente, criou o ‘Quinta da Aldeia Catering’, um serviço que lhe permitia agarrar outros serviços, em toda a zona norte de Portugal, enquanto desenvolvia a casa sede da empresa, uma casa com origem no século XVII.
Neste momento, dinamiza casamentos, batizados, eventos sociais, catering para serviços noutras zonas do país. “Faço de tudo o que esteja ligado à hotelaria”, afirma.
Para o futuro, o grande objetivo ou sonho é que os filhos criem uma sociedade para explorar os negócios da família, contando com a sua ajuda e fazendo-o sentir que o que criou está em boas mãos.
Sucesso na capital estendeu-se à Alemanha
Manuel Santos começa o seu percurso profissional, por terras lisboetas, através do Hotel Fortaleza do Luís. Nessa altura estudou inglês e francês. No entanto, a formação não se ficava por aqui. “Já na altura era muito importante percebermos a fundo como funcionavam as coisas na nossa área. Apesar de não haver cursos superiores de hotelaria, havia um curso de hotelaria equivalente, que era ministrado pelo sindicato”, descreveu o empresário.
Acabou por não concluir toda a formação, que lhe permitiria já nessa altura, ainda muito jovem, ser diretor de um espaço hoteleiro, porque abraçou o “desafio de emigrar”. “Fruto das boas relações que cultivei cá em Lisboa, no entanto, cheguei à Alemanha e fui fazendo fins de semana, em casas de pessoas conhecidas. Servia até banquetes no Museu de Solingen”, desvendou Manuel Santos.
A reputação do português e terrabourense era tal que o próprio presidente da Câmara de Solingen, “pressionado por uma família amiga”, chegou a formalizar-lhe um convite para ficar na Alemanha, oferecendo-lhe a nacionalidade alemã “para ter poder dirigir uns negócios que esse casal idoso tinha previsto” para si. “Estávamos em pleno abril de 74. Nessa altura, chegava da Alemanha sem perspetivas e virei-me para as terras. No entanto, o nosso dom vem sempre ao de cima”, refere Manuel Santos.
Regresso a Portugal confirma a vocação
Chegado a Portugal, depois de uma curta, mas frutífera experiência fora de portas, Manuel Santos é convidado para trabalhar numa das melhores casas do norte, o Vermar. “Para se ter uma noção, nesse espaço da Póvoa, já na altura, num banquete, o preço por pessoa poderia chegar aos 30 contos (150 euros). Aí, fiquei como adjunto dos diretores, fazendo decorações para serviços. Mais tarde, os nossos extras, ou seja, os empregados que vinham ajudar a servir ocasionalmente, vinham do Casino”, recordou.
Foi-lhe então ‘oferecido’ o cargo de chefe adjunto de sala, mas na altura, tinha avisado que só poderia fazer fins de semana. E assim foi. Foi completando a sua formação, em contexto de trabalho e melhorando as minhas capacidades.
Mais tarde, foi convidado pelo diretor da Sopete para liderar os serviços no Casino. “Aí atingi um patamar ainda mais elevado, porque todos os serviços eram de gala, com imenso glamour e brilho. Nessa altura, pensei que era o momento certo para me lançar por minha conta”, contou Manuel Santos. Em Famalicão apareceram os primeiros serviços para chefiar. O primeiro local foi o Palácio Rauliana. “Fazia a 15 contos por pessoa, isto há quase 30 anos. Logo recebi exclusividade para organizar os serviços desse Palácio, onde acolhemos grandes celebridades de todo o norte do país”, desvenda.
Neste intervalo de tempo, em que se dividia entre serviços no Casino e no Palácio da Rauliana, tornou-se “um líder em hotelaria”.
Empresa de cariz familiar valeu-se da união de pais e irmãos
Manuel Santos começou, depois de décadas a comandar sozinho vários serviços de hotelaria, a ter a companhia dos seus filhos, nos vários serviços que realizava, quer fosse na Quinta da Aldeia, quer em projetos mais arriscados. “O Tino e o Miguel começaram a desenvolver as suas qualidades enquanto profissionais de hotelaria e, mais tarde, permitiam-me realizar quatro ou cinco casamentos em simultâneo. Eu era o visor e os meus filhos, cada um, comandava cada serviço”, explicou.
No seu entender, um dos segredos do sucesso da Quinta da Aldeia é que “funcionou sempre com muita unidade familiar”.
Dependendo da dimensão dos serviços, muitas vezes, entre cozinheiros, serventes de mesa, jardineiros e decoradores, a Quinta da Aldeia chega a dar trabalho, em simultâneo a mais de 30 pessoas. “Temos sempre algumas pessoas permanentes e chamamos, por norma, alguns 'extras'. Por sorte, o número de funcionários não era maior porque sempre contei com o apoio dos meus filhos. Mesmo depois destes estarem formados e empregados. Basta dizer-lhes que para este fim de semana preciso deles e, se tiverem hipótese, largam o que tiverem programado e vêm cá. Poupo logo algum dinheiro com esta ajuda, obviamente”, adiantou Manuel Santos.
Um dos seus filhos seguiu-lhe, inclusive, as pisadas e lançou-se na mesma área, sendo neste momento “um empresário de sucesso no setor hoteleiro”, no Alto Minho.
Crise não assusta… pelo menos em 2013 e 2014
A Quinta da Aldeia, de Manuel Santos, deverá ser uma das poucas empresas do país que, em anos de plena crise, viu o número de serviços prestados aumentar. Para 2013 e 2014 as perspetivas não são assim tão diferentes. De acordo com o proprietário da Quinta da Aldeia, o verão de 2013 reserva, inclusive, mais trabalho que os de anos anteriores. A diferença está no lucro que desses serviços advêm, já que as margens vão sendo encurtadas com o aumento dos custos com energia e, claro está, com os impostos.
“Posso dizer que tenho uma agenda muito bem preenchida para este ano. Com mais serviços até dos que tive o ano passado. Continuamos a ser procurados e até já marco serviços para 2014. Tenho uma lista enorme já para esse ano. Por isso, acredito que estou a atravessar a pior fase da crise com alguma segurança”, avança.
Com a idade a avançar, Manuel Santos já delega a realização de muitos desses serviços nos seus filhos. “Embora continue nos bastidores, no dia dos serviços já não intervenho”, adianta.
Apesar do aumento do número de serviços, os lucros atingidos em cada um deles vêm diminuindo consideravelmente. Porquê? Porque os custos com a energia aumentaram significativamente, bem como o IVA para a restauração, que passou dos 13 para os 23%.
Além disso, “o poder de compra está em baixo”. Por isso, “os noivos convidam, mas à última da hora, há muitos convidados que falham”. “Tudo isso são despesas que, em parte, são suportadas por nós, para que o casal também não sofra esse revés. A isto vem juntar-se o aumento absurdo do imposto do IVA e dos custos com a matéria prima e a energia elétrica. Ou seja, há mais trabalho, mas menos lucros. Muito trabalho que rende pouco”, desvenda.
Tendência ‘natural’ de terrabourenses para a cozinha e a hotelaria
Natural de Terras de Bouro, Manuel Santos acabou por migrar ainda muito jovem, como fazia grande parte dos seus conterrâneos para a capital do país, à procura de melhores oportunidades de emprego. Aí, muitos dos terrabourenses encontravam quase sempre uma mão amiga na hotelaria, que os lançavam até poderem caminhar por seus próprios pés. Foi, por isso, sem surpresa, de Terras de Bouro se formou um lote de excelentes cozinheiros e chefes de sala que, posteriormente, viriam a dar cartas um pouco por todo o país.
“Havia muitos terrabourenses a fugir do trabalho nas terras, na agricultura. A maioria das pessoas fugia da agricultura porque não lhes dava grande poder económico para viverem uma vida desafogada, então iam para Lisboa”, explicou o empresário.
Ora, chegados à capital, os naturais de Terras de Bouro facilmente encontravam nas cozinhas dos restaurantes conhecidos que lhes deitavam a mão e os ajudavam. “Todos acabávamos por nos especializar em hotelaria e em cozinha. Na altura do estado novo, tínhamos também um senhor muito poderoso nessa área, em Lisboa, Manuel José de Carvalho, que foi condecorado com a medalha de comendador por Salazar. Era ele que o servia em todos os eventos, como foi o caso da receção à rainha D. Isabel. Até eu já participei nesse serviço, ainda muito novo, como barman”, acrescentou.
É, por isso, evidente que, “com todas estas ligações, as pessoas acabam por sair da terra sempre para trabalhar nesta área, daí que tenham nascido grandes chefes de cozinha de Terras de Bouro”.
Gostos e preferências
Onde vive?
Em Gême.
Profissão?
Gerente da Quinta da Aldeia.
Últimas férias?
Temos ido à Madeira e a Nossa Senhora de Fátima.
Último passatempo realizado?
O meu principal passatempo passa por trabalhar para esta quinta.
Almoço de hoje?
Bifinhos com arroz de grelos.
Bebida de hoje?
Vinho rosé.
Onde gostaria de morar?
Sinto-me muito bem em Gême, fui bem acolhido e sinto o respeito dos vilaverdenses.
O que gostaria de fazer?
Não me vejo a fazer outra coisa que não seja ligada à hotelaria. Mais tarde, poderei entreter-me com os meus campos e dedicar-me à agricultura, por lazer.
Férias preferidas?
Gosto muito de destinos nacionais, principalmente Madeira e Trás-os-Montes.
Passatempo favorito?
Talvez assistir a um bom jogo de futebol, na televisão.
Prato preferido?
Bacalhau.
Bebida preferida?
Uma reserva de vinho maduro tinto, do Douro.
Fonte: Terras do Homem, em 14-02-2013

O Agrupamento de Escuteiros 1364 – Pedra Bela – festeja 4.º aniversário

O Agrupamento 1364 – Pedra Bela, teve nos dias nove e dez deste mês uma actividade intensa nas comemorações do seu quarto aniversário em que, para além de outras iniciativas promovidas pelos escuteiros durante o acantonamento que teve lugar na sede (salão paroquial), assumiu particular importância a missa dominical participada por um número significativo de paroquianos, onde os pais e familiares dos escuteiros se faziam notar.
Os cânticos foram entoados ao som de violas e as leituras proferidas por elementos do Agrupamento.
O Pároco e Assistente do Agrupamento fez referência ao percurso de quatro anos de actividade, manifestando-se muito satisfeito por se ter alcançado este objectivo que congrega as crianças, adolescentes e jovens à volta de um movimento que apresenta vertentes educacionais muito abrangentes.
A chefe do Agrupamento Marinha Esteves, nas palavras que dirigiu no final da eucaristia, fez ressaltar um agradecimento muito especial ao senhor Pe. Correia, pela iniciativa de lançar este movimento na paróquia, bem como a todos os dirigentes que se têm dedicado e dado o seu contributo para a causa do escutismo.
Depois, foi o cantar dos parabéns e o convite aos presentes na eucaristia para confraternizar no salão paroquial partilhando do bolo de aniversário, acompanhado por um Porto de honra.
Mas as comemorações tiveram continuidade, apesar do dia pardacento e chuvoso com que fomos brindados, com um almoço de verdadeiro convívio entre escuteiros, familiares e colaboradores, em que não faltou o porco assado no espeto e as mais variadas iguarias de confecção caseira.
O Núcleo de Vieira do Minho, ao qual pertence o Agrupamento 1364, fez-se representar pelo seu chefe José Fernandes.
E estas comemorações não poderiam ter terminado melhor, senão através de uma reunião de dirigentes para se perspectivar, calendarizando outras actividades e iniciativas para os tempos mais próximos.
O Secretário do Agrupamento de Escuteiros Pedra Bela, em 13/02/2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Terras de Bouro é o concelho com melhor quadro geral

O concelho de Braga está entre os municípios do Baixo Minho que registam o maior número de famílias a viver em habitações sem as condições mínimas de higiene e salubridade. Nas 62 freguesias do concelho, há quase sete mil agregados familiares que residem em habitações que não satisfazem as condições mínimas de higiene e conforto.
Três dezenas de famílias residem mesmo em habitações sem qualquer tipo de instalação básica. No distrito, são quase 36.000 as habitações que não cumprem as condições normais de higiene e salubridade.
Terras de Bouro é o concelho que regista o melhor quadro geral.
Fonte: Diário do Minho, em 13-02-2013

Carnaval espalhou cor e alegria pela vila de Terras de Bouro

A Câmara Municipal de Terras de Bouro associou-se ao Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro na organização do tradicional desfile de Carnaval.
O desfile, que se realizou na passada sexta-feira, pautou-se pela imaginação dos “trajes” e forte adesão da comunidade escolar, com a presença de cerca de 700 jovens e crianças dos jardins de infância do concelho, incluindo ainda a participação de vários grupos de idosos dos Centros Sociais de Terras de Bouro.
Fonte: Diário do Minho, em 13-02-2013

Em Terras de Bouro, apenas três famílias vivem em casas sem as condições consideradas básicas

Distrito está pior que a média do país
Os 12 concelhos do distrito de Braga que integram as sub-regiões do Cávado e do Ave estão pior servidos que a generalidade dos 278 concelhos do continente, no que respeita às condições mínimas das habitações familiares.
Os números avançados pelo Instituto Nacional de Estatística dão conta que, no continente, 87 por cento dos 3.825.031 de habitações existentes, 3.331.881 (um pouco mais que 87 por cento) têm água, retrete, duche ou banho e sistema de aquecimento.
Nos seis concelhos que integram o Vale do Cávado – Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde –, a taxa de habitações familiares que cumprem os requisitos apontados como básicos, em matéria de condições de habitabilidade, está ligeiramente abaixo da média do território continental. Dos 136.025 edifícios habitados pelas famílias, 118.270 reúnem aqueles requisitos, o que resulta numa percentagem ligeiramente inferior a 87 por cento. Os seis concelhos do Vale do Ave – Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela – estão um pouco pior.
Num total de 153.886 habitações familiares, só 117.826 (86,72 por cento) é estão equipadas com água, retrete ou casa de banho, duche/banho e sistema de aquecimento.
No total dos 12 concelhos, há 35.785 famílias a viver em casas sem as condições consideradas básicas. Barcelos e Vila Nova de Famalicão são concelhos onde existem os casos mais graves, tendo, respetivamente, 65 e 46 famílias a residir em habitações sem água, sem retrete, sem duche/banho e sem algum sistema de aquecimento.
Terras de Bouro e o concelho com menos famílias a viver nessa situação (“apenas” 3), seguido de Amares, que contabiliza cinco famílias a residir em casas sem qualquer instalação básica. Guimarães está numa zona intermédia, tendo, pelos Censos de 2011, 38 famílias a viver em casas sem nenhum dos requisitos básicos de higiene e salubridade.
Fonte: Diário do Minho, em 13-02-2013

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Terras de Bouro: crianças correram o Entrudo

Mais de 700 crianças saíram à rua na véspera do fim-de-semana carnavalesco espalhando alegria e dando um colorido diferente às principais ruas da vila de Terras de Bouro.
À semelhança dos anos anteriores, a Câmara Municipal de Terras de Bouro associou-se ao Agrupamento de Escolas na organização do tradicional desfile de Carnaval e foram muitos os familiares, amigos e terrabourenses que aproveitaram para descontrair e juntar-se à festa dos mais pequenos.

Com o apoio logístico da autarquia, tanto ao nível dos transportes dos participantes como da oferta do lanche aos mesmos, pelas ruas da sede do concelho e à hora marcada para o início do desfile, registou-se uma assinalável presença de populares que assistiram com entusiasmo à passagem do cortejo que divertiu quem assistiu.
De uma forma bastante divertida e com diversa animação de rua, o desfile, que se pautou pela imaginação dos “trajes” e forte adesão da comunidade escolar, contou com a presença centenas de crianças e jovens dos jardins-escola do concelho, mas não só. A festa foi partilhada com vários grupos de utentes dos Centros Sociais de Terras de Bouro, que aproveitaram para correr o Carnaval com a pequenada.
Fonte: Correio do Minho, em 12-02-2013

Vítor Hugo assinou pelo Terras de Bouro

O extremo Vítor Hugo está de regresso ao Terras de Bouro. O jogador que na época passada se transferiu para o Merelinense decidiu regressar a uma casa que conhece muito bem para voltar a ser orientado por um treinador que apostou na sua contratação há duas temporadas para jogar na divisão de honra da AF Braga.
Francisco Nascimento conta assim com mais um jogador para “atacar” a segunda volta do campeonato. Recorde-se que no próximo fim-de-semana a equipa terrabourense joga em Travassós, em jogo a contar para os oitavos-de-final da taça. No campeonato, a equipa de Francisco Nascimento, ocupa a terceira posição, com 33 pontos, menos quatro que o líder Dumiense.
Fonte: Desportivo Vale do Homem, em 11-02-2013

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Carnaval espalhou cor e alegria pela Vila de Terras de Bouro

À semelhança dos anos anteriores, a Câmara Municipal de Terras de Bouro associou-se ao Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro na organização do tradicional desfile de Carnaval.
Com o apoio logístico da Autarquia, tanto ao nível dos transportes dos participantes como da oferta do lanche aos mesmos, pelas ruas da sede do concelho e à hora marcada para o início do desfile, na passada sexta-feira, dia 8 de fevereiro, registou-se uma assinalável presença de populares que assistiram com entusiasmo à passagem do cortejo carnavalesco. De uma forma bastante divertida e com diversa animação de rua, o desfile, que se pautou pela imaginação dos “trajes” e forte adesão da comunidade escolar, contou com a presença de cerca de 700 jovens e crianças dos jardins-escola do Concelho, incluindo ainda a participação de vários grupos de idosos dos Centros Sociais de Terras de Bouro.
Fonte: Município, em 11-02-2013

UCC Terras de Bouro ganha projeto "Recomeçar" financiado pela Missão Sorriso

"A celebrar o seu 10º aniversário, a Missão Sorriso continua o seu trabalho, com o intuito de garantir a realização de projetos, que marquem a diferença junto das crianças e população sénior e pela primeira vez, na luta conta a fome.
Este ano, verificou-se uma maior adesão ao concurso, foram recebidas 176 candidaturas, o que levou júri a procurar contemplar o maior número possível de instituições.
Na impossibilidade de abranger a globalidade das instituições candidatas e não se se conseguindo atribuir o valor total solicitado, o Júri decidiu atribuir à Vossa instituição um valor que, em seu entender, poderá permitir a implementação de parte do projeto «Recomeçar»."

Câmara de Terras de Bouro republica atribuições do Gabinete de Apoio ao Agricultor

A câmara de Terras de Bouro republicou, hoje, em Diário da República, o regulamento do Gabinete de Apoio ao Agricultor depois da primeira publicação ter sido divulgada com algumas inexactidões.
Assim, são atribuições do gabinete:
Apoiar e esclarecer os agricultores, designadamente, através do aconselhamento de nutrição vegetal, tratamentos a pragas e doenças, bem como técnicas a utilizarem; prestar serviços de consultadoria para incentivar e apoiar acções de desenvolvimento agrícola e rural; Divulgar informações e avisos relacionados com a actividade agrícola; prestar aconselhamento técnico em matérias relacionadas com as culturas predominantes na região; esclarecer os agricultores interessados na elaboração de candidaturas ao Programa PRODER e outras ajudas comunitárias; acompanhar os processos de candidatura ao PRODER e colaborar na sua elaboração; apoiar a realização das candidaturas às ajudas (subsídios); divulgar novas oportunidades e apoios financeiros na área da agricultura; realizar ou apoiar a realização de acções de formação na área da agricultura; organizar eventos, tais como feiras, exposições, visitas ou outros.»
Fonte: Amarense, em 11-02-2013

Cavalheira: cortejo de Carnaval 2013

Amanhã, a Associação Desportiva e Recreativa de Carvalheira organiza o seu tradicional cortejo de Carnaval. Com início às 14h30, junto ao Café do Souto, em Paredes, o desfile etnográfico de Carnaval terminará na sede da Associação em Ervideiros.
À noite, a partir das 21 horas, realiza-se um Baile de Máscaras na sede da Associação.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Lanche-convívio servido no final II Torneio de Futsal InterBombeiros de Terras de Bouro

No final da cerimónia de entregas de prémios, todos os presentes foram convidados para um lanche que encerrou o II Torneio de Futsal InterBombeiros de Terras de Bouro.
Felicitamos todos os Bombeiros que se associaram a este torneio.